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DE REPENTE, O TEMPO PASSA

Ontem coloquei no ar um post sobre como seria o dia de hoje. A primeira vez que este dia significa […]
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Ontem coloquei no ar um post sobre como seria o dia de hoje. A primeira vez que este dia significa um dia como tantos outros ao invés de simplesmente ser o primeiro dia de aula. Senti que não transmiti a ideia com a clareza que queria. Mas vamos lá. Para tudo se há uma segunda chance.

de repente, o tempo passa

Pois é. De repente, o tempo passou. Todo mês de janeiro lá estava eu comprando lápis, cadernos e uma pasta nova para organizar os muitos papéis que ia receber ao longo do semestre todo. No final do mesmo aparecia todo o stress de sempre. Era normal, mas era gratificante.

Agora começa aquele momento em que nada mais será como antes, porque agora você está semi-inativo. Semi-inativo, mas não inútil ainda. Nesses últimos dias tive as mesmas sensações que um dia quase me fizeram desistir da campanha que fazia, deste blog, tudo. Coisas potencializadas pelas manias do transtorno. Mas eu sabia que se desistisse, estaria derrotado. E a palavra derrota não faz parte do meu vocabulário.

O importante de saber que tudo isso passou é que daqui para frente você começa a caminhar com as próprias pernas e investe nos seus próprios caminhos. Natural. Deveria e deve ser assim para uma pessoa com 25 anos de idade.

E se lembrar das coisas que você construiu ao longo desse tempo, e que sem elas você nada seria, nada faria sentido. O importante a partir de agora é ser feliz da maneira que você escolheu ser.

E que todo esse caminho comece agora. O tempo corre numa velocidade tão implacável que não dá mais para correr contra ele. Ele começa a deixar marcas. E é implacável com quem relaxa.


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