Manias que temos, aparecem e desaparecem

Uma mania involuntária – ou cacoete, como as pessoas costumam falar – aparece a qualquer momento. É um impulso que você não sabe de onde vem e sabe ao mesmo tempo: vocês já estão cansados de saber que eu sou uma pessoa extremamente ansiosa e eu procuro controlar isso. São as manias que todos nós temos, aparecem e desaparecem.

Se voltasse no tempo, teria impedido coisas que não desejaria que acontecessem. Mas elas acontecem porque nós somos humanos e não podemos controlar o tempo, nem algumas das nossas manias. As vezes precisamos errar e mostrar que erramos. E que acontece nas melhores famílias e melhores empresas.

É o caso dos meus cacoetes de letra maiúscula, botar letra maiúscula em tudo.

Artes em maiúscula, obrigatório em início de frase

Afinal, como se escreve “Portfólio de artes”? Em um post, escrevi “Portfólio de Artes”. As duas maneiras estão corretas. Mas eu e as minhas manias… No post em que eu anunciei a reforma do portfólio – aqui escrevi com minúscula porque eu tenho dois portfólios, eu acabei colocando a palavra “artes” em letra maiúscula. Só que todas as 19 graphs das galerias do portfólio exibem em minúscula, porque eu já tinha escrito desse modo antes.

Nas graphs das galerias do portfólio, a palavra “artes” aparece assim – se quiser ver os posts originários, é só clicar nas imagens:

Graph padrão do Portfólio de artes.

Mas na arte do post – e ainda escrevi com a palavra “artes” em maiúsculo, escrevi assim:

Graph de um post sobre o Portfólio de artes.

Mas vou manter o outro post assim, porque foi uma coisa completamente involuntária, e dá trabalho mudar. Só se for realmente necessário e se o erro for muito perceptível. Não é o caso aqui.

Quando você escreve, se distrai. Não pensa em mais nada, só nas regras de português e vira e mexe você comete uns deslizes de vez em quando. Já tive ansiedade em ver um azulejo de casa fora do lugar, acredite! É porque eu sou muito organizado mesmo, coisa aliás de quem tem TOC, mas tem ciência e está levando uma vida normal.

Mas no jornalismo, na redação, na mídia, onde quer que eu escreva um texto, você não precisa ser muito rigoroso. Até pode ser, mas não precisa exagerar. Corrigir? Somente se você deu uma informação errada, faz uma errata, atualiza. Você revisa, passa despercebido, é normal! Terminamos moldados pelas nossas manias, mas a gente aprende a evitar que elas nos distraiam.

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E assim vamos levando a vida. Você se lembra do que eu falava sobre “nenhuma folha arrancada, nenhum post fora do ar“? Eu sei do que faço, vejo o que faço, cuido muito bem. São coisas da vida e do trabalho que fazemos, sempre preocupados em poder levar o melhor e o mais organizado possível.

E a maneira que escrevo faz parte da história. É desse jeito que vou me lembrando de todas as manias que já tive na vida. A gente muda o mundo com atitudes com as quais não volta mais atrás, afinal, não somos perfeitos o tempo todo! Fiz, tá feito, e vou aprendendo com os erros. E assim construímos um planeta.

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