Vamos falar de web stories

Na empolgação de ter feito uma coisa que jamais imaginei fazer no meu próprio site, queria explicar ao público o que são as web stories e como esse formato promete entregar uma experiência mais imersiva ao leitor. É aqui que você vai usar ferramentas de multimídia, imagens, fazer que nem uma storie do Instagram, só que no seu lugar. No seu site.

E aí eu vou contar um pouquinho sobre o formato, porque a empolgação em ter feito o que eu fiz não me deixou explicar. Eu sou assim mesmo, quando eu não acredito que fiz algo que muita gente diz ser impossível, eu nem acredito que eu fiz mesmo. Agora sim, acho que posso contar melhor. Então fique por aqui e entenda o que foi que eu fiz. E o que é exatamente esse formato de web stories.

Ah as stories, chegaram em todo lugar…

O Snapchat inaugurou o formato das mensagens verticais autodestrutivas em 24 horas. O Facebook queria comprar o Snapchat. Não conseguiu. Fez o quê? Implantou algo semelhante no Instagram e chamou de stories.

Com uma base de usuários infinitamente maior, era lógico que o recurso iria se popularizar como de fato se popularizou a ponto de ofuscar o Snapchat. Hoje redes sociais como o Facebook, o LinkedIn, o Twitter (fleets) e o WhatsApp (status) usam esse recurso.

Não podemos ignorar também o recurso Reels, do Instagram, de vídeos curtos. Que na verdade foi uma resposta da rede de Mark para os chineses do TikTok. O YouTube também passou a empregar o formato, que diferente das stories, se caracteriza por ser público, permanente e por não precisar ser “escondido para ser aberto” como uma storie.

O melhor dos dois mundos no mundo de cada um

Então o recurso chegou aos sites, através de uma tecnologia do Google que é umbilicalmente ligado ao AMP. Ele pode ser exibido como um resultado de pesquisa do Google, no Google Discovery, ou mesmo no Google News.

As web stories são destacadas nas páginas do Google com um ícone de um retângulo ladeado por dois traços, como você pode ver acima.

Alguns sites já usam, um exemplo é o UOL. No layout do Splash, site de entretenimento do UOL, você vê essas bolinhas aqui embaixo. Você clica – ou toca – nelas, e elas revelam as web stories. Que são conteúdos adaptados nesse formato, estática como uma storie do Instagram, perene como um post no TikTok.

Visão das web stories em destaque na página Splash, do UOL. Fim da descrição.

O formato dá ênfase ao conteúdo visual, destacando através das imagens fatos contados de frase em frase quando se passa pro lado, mas que ajudam o leitor a entender o conteúdo.

Visão de uma web story da página Splash, do UOL. Fim da descrição.
E o que eu fiz?

A minha primeira web storie foi esta aqui, em que eu quis só brincar para testar, mas como o Bem-vindo ao Diário, fica aqui para lembrar. Isso porque eu instalei o plugin oficial para web stories do Google para WordPress, que funciona combinado com o plugin oficial do AMP para WordPress.

Como faço para ver? Como você faz nas stories; toca no lado esquerdo para voltar para o anterior, no lado direito para avançar para a próxima. Aí ficou assim:

A melhor parte da empolgação é errar no inglês. O singular de stories é story, mas isso eu corrigi, vocês viram… Até mesmo naquele post que eu escrevi na maior empolgação do planeta no dia 23 de setembro. E que tive que divulgar de novo no dia 28 de setembro.

Diretrizes técnicas para as histórias da Web no Google – segundo o Google

Aqui eu compartilho as diretrizes técnicas do Google para criação de web stories, importantes para a criação de uma boa história usando o recurso. Essas informações são importantes para que a sua história seja bem ranqueada e tenha mais chances de aparecer nos resultados de pesquisa do Google.

  • Integridade: verifique se ela está completa, conta toda a história e não é excessivamente comercial. Veja alguns exemplos do que evitar:
    •  Histórias que exigem que os usuários cliquem em links para outros sites ou apps para receber informações essenciais.
    •  Histórias que têm mais de um link ou anexo por página. Esses itens precisam incluir as divulgações apropriadas.
  • Programas de afiliados: se você usar links de afiliados nas suas Histórias da Web, recomendamos somente um link de afiliado por história e que você siga as Diretrizes de qualidade para os programas de afiliados.
  • Tamanho da história: recomendamos que a história da Web tenha entre 5 e 30 páginas, com uma segmentação sugerida de 10 a 20 páginas.
  • Tamanho do título: use títulos curtos. Recomendamos que o título tenha menos de 40 caracteres.
  • Texto: mantenha o texto de cada página curto (menos de 200 caracteres por página). Concentre cada página em uma única ideia.
  • Vídeo: se você usar vídeos nas histórias da Web, recomendamos que eles tenham menos de 15 segundos e que definitivamente não ultrapassem 60 segundos por página. Também recomendamos legendar o vídeo.

Essas informações podem ser melhor vistas aqui, fonte de grande parte das informações que eu usei e que podem explicar melhor.

Nada como propor novas ideias e soluções criativas para enriquecer os conteúdos que entregamos. O público está exigente, e certamente quer conteúdos ricos, detalhados e melhores. E o que eu mais quero é continuar entregando conteúdos e compartilhando conhecimento.

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