A minha parede

Lembra daqueles quadros do curso de pintura da década retrasada, que postei lá nos primórdios do blog, usando câmera VGA? Então, eles ainda existem, afinal são telas. E hoje os quadros tem uma parede só para eles.

Até um tempo desses, esses quadros estavam espalhados por aí em vários cômodos da casa. Se os quadros mereciam tratamento melhor? Sim! Reinvidiquei e fui atendido, e assim ganhei a minha parede.

E aí estão eles da maneira que merecem ser exibidos. Em uma parede exclusiva do corredor de passagem aqui de casa.

Foto da parede do corredor de casa, exibindo sete quadros pendurados nela. Fim da descrição.

Pelo menos agora o corredor de casa tem uma luz – que paguei para instalar, o corredor não tinha luz, parecia um cômodo morto e eu não queria isso. E a parede está ajeitada.

Virtualmente, os planos de reexibir os quadros no blog vão ser de mais para frente, quando pretendo fazer um remake da série de quadros após a melhoria da câmera. Na ocasião da primeira exibição, a câmera era aquela VGA, de meio megapixel – nem câmera frontal tem isso de definição hoje. Mas quero deixar amadurecer um pouco mais a ideia.

Sendo quadros, quadros merecem estar na parede. E é daqui que ganham o mundo. Melhor do que se tivessem encostados. Um dia podem estar em outras paredes.

Mais uma ação no meio do isolamento social, do monte de coisas que inventei em quase 120 dias de quarentena e crescendo. De colocar as coisas no lugar e assim ir se reconectando com a sua identidade.

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