A VOLTA DA QUEIMA DE FOGOS

Passei dois anos praticamente sem mostrar as queimas de fogos da vizinhança aqui do Rangel. Até que finalmente alguém deve ter tomado a iniciativa de promover uma queima de fogos decente.

E que deve ter partido de um supermercado à duas quadras de casa. O ângulo das imagens é diferente dos anos anteriores – diferente até do post 2015-2016, que nem queria considerar nessa conta, é só ver esse post aí e entender porquê.

Do redor de casa, houve fogos de artificio em vários pontos diferentes do bairro. Mas só deu pra fotografar em específico essa queima de fogos aí. A qualidade das fotos não tá lá essas coisas todas – e o celular também não tá colaborando, mas eu prometo que no final do ano isso tá resolvido.

Com vocês, a queima de fogos da vizinhança, depois de dois anos sem conseguir mostrar direito, ou nem mostrar. Porque no ano dos 10 anos do Blog Josivandro Avelar, você não poderia ficar sem essa. Agora em formato de galeria pra ficar mais organizado.

A tradição sobrevive à crise. E se teve queima de fogos decente, acho que agora sim podemos começar o ano no melhor estilo, ainda mais o ano em que estamos completando 10 anos.

DIAS DE PRIMAVERA

A gente tem feito várias fotos no jardim de casa em referência a estação das flores, e essa é uma delas. Para quem estava com saudades…

No Instagram da 612 Comunicação tem mais dessas, como esta aqui:

Vou ficar de mostrar algumas imagens, até para divulgar o Instagram da agência que está crescendo e mostrando várias ideias bacanas. Como os dias de primavera.

O TAPETE DA SÃO JUDAS

Ontem falei que a São Judas Tadeu foi asfaltada. Faltava só os registros desse momento histórico.

Para quem achava que nunca ia ver uma cena como essas que vocês vão ver a seguir, aí está uma camada de asfalto nova na São Judas Tadeu, bairro do Rangel:

E ainda aproveitando para registrar uma coisa: algumas paradas da rua há algum tempo tiveram as placas trocadas por abrigos. Tudo bem que os abrigos são reaproveitados – certamente – dos antigos abrigos da Lagoa, mas tá valendo, afinal é alguma coisa onde antes não tinha nem placa:

O recapeamento da São Judas Tadeu era um dos desejos da lista, ou melhor, uma parte já que outras ruas haviam sido mencionadas nela. Mas ainda assim, ganhou o risquinho vermelho do post de ontem:

Esperamos outros risquinhos vermelhos nas listas. Porque não esqueceremos jamais delas.

Confira aqui as listas de desejos do Blog Josivandro Avelar:

E que venham outras! Esperamos que até 2020, a maioria dos desejos da lista esteja atendida.

NÓS BEM QUE TENTAMOS, MAS…

…O que deu foi isso e bem pouco. E só posto porque mesmo que o resultado não seja primoroso, e isso está longe de ser, é um hábito de 1º de janeiro.

Então o que eu vou fazer? Zoar. Porque é zoando de seus próprios erros que você de certo modo reconheça. Então o que temos é isso… O máximo que consegui das queimas de fogos.

Quando podia conseguir melhor, embacei.

Já que embaçou, teve foto que saiu atrasada em relação aos fogos.

Quantas vezes forem necessárias, tentarei todos os anos. Espero fazer melhor e levar como lição para que ao longo desse ano possa aprender com os erros.

E isso é muito importante. Mais até do que a cobertura da queima de fogos que não deu certo.

ENFEITES DE NATAL

A casa está enfeitada e preparada para o aniversário do Menino Jesus.

Da maneira mais simples possível, mostramos um pouco de como a casa está preparada e de como os enfeites contrastam com o ambiente de casa.

Este post foi escrito em 2015, porém por um lapso meu não foi ao ar no Natal do ano passado e por conta disso, passou um ano inteiro no rascunho. Agora que o Natal de 2016 chegou, adaptei e aí estão os enfeites de Natal desse ano.

A LUA SE ESCONDE NAS NUVENS

Esta é a maior superlua em cerca de 60 anos, me esqueci exatamente de quanto tempo. O tempo está nublado, mas não me frustrei, e peguei a superlua.

Foram várias imagens e escolhi essas duas. Talvez algumas das melhores imagens de lua que já fiz.

Ok que não ficaram essas coisas, é câmera de celular. Mas é o que temos da superlua.

Espero fazer melhores em luas normais. E em outras superluas.

ILUSTRANDO A LISTA- UM DOMINGO QUALQUER NO RANGEL

O Blog Josivandro Avelar vai começar a ilustrar a lista de desejos com fotos tiradas em vários momentos sobre pontos das listas. Vamos começar com o trânsito de um domingo qualquer no Rangel. Ausência que não é de agora, mas de muito tempo, de anos e anos.

avenida 14 de julho

Durante décadas, as autoridades de trânsito subestimaram o superdimensionamento do tráfego nos arredores do Mercado Público do Rangel. Acontece que os supermercados cresceram e chegaram na Rafael Mororó, e o resultado é esse.

Essa rua aqui é a 14 de Julho, paralela à 2 de Fevereiro. Uma parte dela não tem pavimentação, porém nada impede as cenas que você vê na foto a seguir tiradas em um dia de domingo. Ou seja, vá lá amanhã e você verá exatamente isso aqui:

Foto tirada no dia 31 de julho de 2016. Um domingo qualquer na 14 de Julho, no Rangel.
Foto tirada no dia 31 de julho de 2016. Um domingo qualquer na 14 de Julho, no Rangel.

Talvez nem precise desenhar no caderno de #96folhas para que você entenda a situação. Atrás desse ponto de vista da foto, começa a parte calçada da 14 de Julho, que é tomada por feirantes, o que já é outro problema; o Mercado Público ficou pequeno demais para tantos comerciantes que a maioria já toma é a rua mesmo. Carro não passa, mas as motos não se dão conta de que a rua virou feira e passam assim mesmo, entre os pedestres. Mais um problema de mobilidade na conta. Nem comento nada sobre o pedestre no meio de tudo isso, ele é o que mais sofre.

Na parte não obstruída, depois do Mercado Público, o qual os seus quase 40 anos sem reformas dispensam comentários, é outro estacionamento de carros aos domingos, dia em que a feira é mais movimentada – quase a mesma escala de um sábado, por exemplo, mas pela extensão do dia isso é quase que minimizado. Mas é no domingo que a coisa pega e o tráfego no entorno aumenta de forma gritante.

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Foto tirada da Rafael Mororó, no dia 31 de julho de 2016, um domingo.

Para ilustrar os trechos, usei o Google Earth para fazer o mapa acima. Só que aí você se surpreende com as imagens do satélite – aliás, desatualizadas desde 2013 – mostrarem exatamente o problema ilustrado aqui. O fluxo de carros inclusive aumentou desses tempos para cá. Repare que o Mercado Público cresceu demais, e na falta de espaço, foi pra rua, no caso, a 14 de Julho. Nem precisamos comentar sobre o Mercado Público em si, pois aí é tema para outros posts, e não quero me alongar.

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Isso é só o começo para vocês entenderem a dimensão de um bairro que cresce e não consegue acompanhar essa tendência. E ainda vou ilustrar com mais coisas baseadas nas listas de desejos. Ah e são vários…

Afinal, nem publiquei ainda a outra lista de desejos. Porque uma só é pouco para desejar tanta coisa. E muitos posts são necessários para se ilustrar cada desejo.

A RUA MAIS BONITA DO BAIRRO

Sim, fica em João Pessoa. A via poderia ser mais cuidada pelo poder público, mas pelo menos por alguns moradores, ela já é bem cuidada. Com apenas uma reforma na conta, em 2011, a Avenida Dom Bosco é uma praça larga, com metade via normal, metade um parque.

A forma atual da via, que possui 1,3 km, foi feita no meio dos anos 1980. A Dom Bosco nada mais é do que a continuidade natural da Ranieri Mazzili, isso se a rua não fosse cortada ao meio pelo terreno da escola José Lins do Rêgo, onde funciona o campus da UEPB em João Pessoa. Isso deve explicar porque a via é larga, e porque o que dela sobrou foi aproveitada desse modo.

avenida dom bosco

Na via ficam cinco escolas públicas, que dão característica de referência estudantil a rua em certos trechos e inclusive em seu final. É justamente no último dos sete quarteirões da via que fica a escola Orlando Cavalcanti Gomes. Ficam no leito da Dom Bosco ainda as escolas Liliosa Paiva Leite, Padre Pedro Serrão, Américo Falcão e Gonçalves Dias, além de um centro de Educação de Jovens e Adultos.

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A via passou por uma reforma em meados de 2011. A via havia sido a primeira da cidade a receber pisos intertravados de concreto numa época em que isso não era tão em voga quanto hoje, com o calçadão da orla e o Parque da Lagoa contando com esse tipo de piso.

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A reforma de cinco anos atrás recuperou as calçadas retilíneas e completou a rua, já que na época, a avenida parque era composta de apenas seis quarteirões; o sétimo, que fica no início da rua, foi incluído na reforma, permitindo a uniformidade da via.

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Apesar da reforma, a Prefeitura de João Pessoa pecou no aspecto da conservação. Hoje a diferença é visível em alguns trechos da via, e as partes mais cuidadas da mesma são em frente à várias calçadas de casas, ou seja, os próprios moradores cuidam do parque.

Em outro aspecto que a Prefeitura também pecou foi o da acessibilidade; apesar de terem sido construídas várias rampas de cadeirante, elas levam do nada a lugar nenhum; em nenhum de seus acessos há faixas de pedestre, em outros ela termina indo parar em cruzamentos de barro, como no caso de quatro quarteirões, entre a Elias Albuquerque e a Fraternidade.

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Árvores foram plantadas no local no tempo da reforma, mas a intervenção ornamental não passou disso; a reforma foi apenas estrutural, e outra intervenção pontual é mais econômica, já que a estrutura se mantém.

A Dom Bosco pode ser mais bonita. Parte de seus moradores faz a sua parte. Falta a Prefeitura ter um pouco mais de cuidado com ela e também fazer a sua.

UM PONTO DE LUZ

A imagem pode estar até ruim – usei zoom ao máximo – mas aqui mostro mais um registro de um poste que recebeu uma luz branca de LED.

A lâmpada foi instalada hoje mesmo e hoje mesmo já se vê sua luz branca. É o mesmo poste da foto abaixo:

wp-1451620074704.jpegÉ o terceiro poste da rua que tem a lâmpada trocada por uma de LED branca. Poderiam aproveitar e trocar a lâmpada do poste ao lado, que além de ser da antiga, está sempre acesa 24 horas.

Mas já é muito para a rua em questão. A mesma do buraco que já mostrei aqui e bem, a água continua minando lá até hoje. O serviço que a Cagepa fez foi meia-sola.

Só queria um bairro melhor. Já é alguma coisa.

…E ASSIM FICOU A LAGOA, SEM LEMBRAR NADA DO PASSADO

A Lagoa do Parque Solon de Lucena já foi cenário de várias imagens que vocês já devem ter visto aqui nesses últimos sete anos e meio de Blog Josivandro Avelar.

Hoje, queremos mostrar o resultado de uma maneira diferente, comparando com imagens já publicadas no Blog Josivandro Avelar. Vou começar com algumas fotos e ainda essa semana farei outros comparativos com as imagens antigas.

Vamos começar com imagens bem antigas, dos tempos que passava lá todo dia quando estudava, e com uma câmera bem fuleira.

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Essa aqui era a memorável “ilha” que existia na Lagoa há uns 4, 5 anos. Como a Lagoa foi drenada, ela já não mais existia também tempo antes da reforma.

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Outro ponto que também mudou e eu também fiz uma foto praticamente no mesmo ângulo…

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E para lembrar de vez do passado, essa era a Lagoa num dia chuvoso. Disse bem, era.

lagoa-252520em-252520dia-252520de-252520chuva-2525201_thumb-25255B34-25255D2016-06-12 16.12.00Onde antes existia a calçada, hoje é grama e ciclovia. Onde antes existia asfalto há calçada. E a minha foto do perfil reproduz exatamente isso; a transformação. A anterior mostrava o asfalto, hoje, os intertravados.

Outras fotos e fatos, também comparando com as velhas fotos do acervo, mostrarei ainda essa semana no Blog Josivandro Avelar. Aproveitando o acervo ao máximo.