Diferente de tudo, só o frio mesmo

E em mais uma mudança que só senti e reparei estando permanentemente dentro de casa… Tá um pouco frio por aqui. Um pouco que digo, mais agradável, não tão de rachar, até porque onde eu moro isso é impossível.

Entrei em casa para até agora não sair mais no verão. Atravessei o outono inteiro e agora é inverno… E chuva!

Pingos de chuva.
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Vira e mexe tá chovendo. E você pode dizer “ah, agora tá melhor de ficar aqui em casa no cobertor”. Até que sim, até que não, talvez… Mas é aquilo, você já tá acostumado com o tempo maluco da cidade.

Só que dessa vez tem uns dias que a chuva está bem consistente, pelo menos não tão forte, mas o suficiente para um clima mais agradável.

Como agora, neste momento, no instante de agora – como se todas as redundâncias fossem suficientes. Começou sem chover, choveu, não chove mais, já já volta a chover de novo.

Eu, como um cidadão da minha própria residência como soberania, noto melhor as mudanças. Se no primeiro dia de quarentena o calor estava insuportável, hoje tá bem melhor de dormir.

Mais inverno pessoense do que nunca, na base do frio e da chuva. Talvez pare, talvez continue, mas estará fazendo um frio mais agradável.

E nesse meio tempo ainda não saí daqui. Senti todos os climas do mundo em um lugar só. Coisas e reflexões de quem ainda vai levar um bom tempo para colocar o pé na rua novamente.

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