As #SetePerguntas da semana de 4 a 10 de outubro de 2026 deram início a um mês dedicado a entender a cidade dentro da Revolução Criativa. É a cidade que nos cria que faz a gente entender o mundo à nossa volta. E nessa semana, começamos a entender a cidade a partir da vizinhança, que também é repertório.
Antes de conhecer uma cidade inteira, existe o lugar que atravessamos todos os dias. A rua, o bairro, o comércio da esquina, a fachada que mudou, o caminho habitual, o movimento das pessoas. São elementos tão próximos que podem parecer invisíveis — até que aprendemos a observá-los.
A vizinhança é uma espécie de laboratório permanente para quem cria. Ela oferece situações, contrastes, sons, cores, problemas, histórias e pequenas descobertas que dificilmente aparecem em uma representação oficial da cidade. O cotidiano pode ser tão rico quanto qualquer grande referência.
Nesta semana, o olhar se volta para aquilo que está perto. A proposta é investigar como o território cotidiano participa da construção do repertório e como prestar atenção ao próprio entorno pode revelar ideias que estavam ali o tempo inteiro.
Vamos começar a entender melhor a vizinhança como repertório? Estas são as #SetePerguntas da semana de 4 a 10 de outubro de 2026.
- 4 de outubro: O que existe na sua vizinhança que você só passou a perceber quando começou a olhar com mais atenção?
- 5 de outubro: Como o cotidiano do bairro alimenta seu repertório criativo?
- 6 de outubro: Que lugares próximos de você já se transformaram em referências para alguma criação?
- 7 de outubro: O que uma rua pode ensinar sobre comunicação, design ou comportamento?
- 8 de outubro: Como registrar pequenas cenas do cotidiano pode ampliar seu repertório?
- 9 de outubro: Por que aquilo que parece comum para quem mora em um lugar pode ser uma grande referência para quem observa?
- 10 de outubro: Se sua vizinhança fosse um painel de referências, o que não poderia faltar nele?
Um tema por semana, uma pergunta por dia, #SetePerguntas para entender o conjunto da obra, o conjunto das coisas.
E agora é hora dela, a semana na Luneta!











