EU TAMBÉM ERRO

Nas últimas postagens foram cometidos alguns deslizes que são comuns de acontecer. Por isso mesmo, assumo os erros e retifico as informações da maneira como deveriam ser. É assim mesmo, amigos, me desculpem. Vamos as informações:

  1. Em “Notícias do dia”, tinha dito que o viaduto Damásio Franca ficaria interditado até esta quarta, mas a interdição só durou doze horas. Na segunda-feira 16, o viaduto foi liberado ainda em obras. Cabe lembrar que o viaduto pode voltar a ser interditado, não se sabe quando.
  2. Em “Quatro de uma vez parte 2-Boko Loko”, esse nome aí me pegou pela letra. O nome correto da linha 507B é Cabo Branco- Boko Moko, e não o que está no título da postagem, nem o que está no comentário que eu mesmo deixei. É tão estranho que me deixou até confuso na hora de escrever. Mas o nome, bem, com uma letra a mais ou a menos, esse continua sem palavras para definir.

Muito bem, informações devidamente corrigidas e esclarecidas. Pois errar é humano, e é assim que perdoo os meus próprios deslizes.

QUATRO DE UMA VEZ PARTE 2-BOKO LOKO

Na Marcos da Silva, as alterações atingiram as linhas que passam no Cabo Branco e na Penha.

As linhas 508 e 520, que circulavam cada uma com um carro, agora são uma linha só, com o número 528, com o nome de Penha-Altiplano, com três veículos. Basicamente junta os percursos das duas linhas.

Até a principal linha da Marcos da Silva foi alterada. Melhor dizendo: foi dividida em duas. A linha 507 que fica tem o terminal na Estação Ciência. Mas a STTrans resolveu que metade da linha passaria apenas no bairro tal como era antes da construção da Estação Ciência. Foi assim que criaram a linha 507B. Só que o único problema, bem, é o nome que arrumaram para diferenciar uma linha do Cabo Branco da outra. É o nome que escrevi aí no título: Boko Loko. Alguém aí sabe que nome é esse? Você conhece algum lugar no bairro do Cabo Branco com esse nome? Não sei, mas realmente a criatividade do povo pessoense é incrível, até na hora de dar um nome tão assim, original, a uma linha de ônibus tão importante como é a linha 507.
Como sempre, a STTrans está acompanhando o início das operações dessas linhas para fazer os devidos ajustes. Aguarde mais novidades.

QUATRO DE UMA VEZ PARTE 1

A semana começa com o início das operações de quatro linhas de ônibus, assim, de uma vez só, aqui em João Pessoa. Tanto que vamos dividir a matéria em duas partes, e a primeira interessa diretamente aos moradores do conjunto Colinas do Sul.

A STTrans alterou as linhas 116 e 501 (esta última havia começado a operar há menos de dois meses), da Boa Viagem. As transformou em circulares, com os números 1516 e 5116. No avisos afixados na integração constam que as linhas operam em caráter experimental, sendo acompanhadas pela equipe da STTrans nos primeiros dias. Tanto que a princípio a linha 1516, que até então não estava passando na integração, foi vista por mim no local.
A linha 1516 sai do bairro, vai por Cruz das Armas e volta para a Epitácio. A linha 5116 faz o oposto: vai pela Epitácio e volta por Cruz das Armas, seguindo para o terminal no Colinas. Cada linha tem quatro ônibus.
Na próxima postagem, as transformações da Marcos da Silva, inclusive com o nome de linha mais estranho que já vi.

NOTÍCIAS DO DIA

Mais informações complementares sobre as notícias que dei ontem, quando postei sobre o trânsito do Centro e do desfile de um bloco no Rangel. As complementares são as seguintes:
  1. A interdição do viaduto Damásio Franca vai durar até quarta-feira. Só soube pela televisão que começaram a cobrir o viaduto.
  2. Quanto ao desfile do bloco Mangafolia, tambem foi por ouvir, pois eu estava em casa. Mas me contaram, me contaram, que o bloco arrastou pelo menos 3000 pessoas, teve cinco trios elétricos, vendeu 2800 camisetas (ou seja, 200 teriam ido com a roupa que bem entenderem), arrecadou uma tonelada de alimentos a serem doados a instituições de caridade. A quantidade de gente era tanta que, segundo fontes do bairro, ia do colégio José Lins ao famoso Cac do Rangel (pelos meus cálculos isso dá mais ou menos um quilômetro). Ou seja, o bloco mal nasceu e já é o maior do bairro. Isso é que é começar com o pé direito.

Outras informações relativas ao Carnaval: Amanhã é o dia do desfile das Virgens de Tambaú, um dos blocos mais irreverentes do carnaval de JP, aonde, como todo mundo sabe, homens se vestem de mulheres e vice-versa. Em relação a trânsito, várias linhas serão reforçadas, em especial as circulares. Se você for usar as linhas que passam na concentração do bloco por volta das 16h, não se surpreenda se encontrar uma dessas figuras. Prepare-se para rir.

A FOLIA DE RUA DO RANGEL

Enquanto estou aqui escrevendo para o blog, pois hoje estou inspirado, tanto que esta é a minha terceira postagem só hoje, está saindo aqui no bairro do Rangel mais um bloco carnavalesco, o Mangafolia (o nome é inspirado no fundador do bloco, o vereador Mangueira, aqui do bairro). Coincidência ou não, sai no mesmo dia do quase homônimo Picolé de Manga, que se concentra na Rua das Trincheiras, no Centro. Falando nisso, como disse na postagens anteriores do mesmo dia, o Folia de Rua começa hoje, e além do Picolé de Manga, saem os blocos Anjo Azul, Confete e Serpentina, Pinguim e Folia Cidadã, que se encontram na praça Antenor Navarro.
Voltando ao Mangafolia, o novo bloco torna-se mais um do movimentado carnaval do Rangel e do Cristo (que para mim são um bairro só) juntamente com blocos como o Bora Bora, Balaku Baku, e o mais famoso e estruturado, os Dismantelados do Cristo. Se omiti algum nome de bloco dos bairros, por favor, me corrijam.
Assim, me parece que o carnaval do Rangel e do Cristo desenvolveu a sua Folia de Rua própria. Será que estou dando ideia?

FECHADO PARA FICAR COBERTO

O viaduto Damásio Franca, aquele que fica em cima da praça Vidal de Negreiros, o famoso ponto de Cem Réis, foi interditado a partir da manhã de hoje. Isso se deve por conta da obra de reforma do local, já que o viaduto vai ser coberto para que ofereça mais espaço para a praça que está em cima. Se não entendeu nada, a praça terá o máximo de espaço, e a avenida passando embaixo como se fosse um túnel.
Com isso, o tráfego de veículos foi desviado para as ruas Gen. Osório e Almeida Barreto. Para quem for ao Rangel, já sai na Diogo Velho. Para quem for a Epitácio, Beira Rio, Pedro II, segue até o Mercado Central, de onde segue pela Pedro II ou pelo Anel Externo da Lagoa.
Por causa disso, os ônibus do Rangel e de Cruz das Armas não estão passando temporariamente no Mercado Central, para não causar engarrafamentos com os ônibus que vem da Epitácio e Pedro II, seguindo pela Av. dos Tabajaras e Getúlio Vargas. E os ônibus de Bayeux e Santa Rita, que passam justo na Gen. Osório estão dobrando uma rua antes, que é a B.Rohan. Ainda não sei por quanto tempo vai durar a interdição, mas desde já, se voltar a acontecer, estou escrevendo para avisar.
No horário do meio-dia, é um verdadeiro engarrafamento. Imagine de sete, oito horas ou à noite. Ainda por cima parece que escolheram o dia errado para iniciar a interdição, pois, como hoje começam a desfilar os blocos do projeto Folia de Rua, várias ruas serão interditadas justamente nessa área para permitir a passagem dos blocos. A sorte é que não haverá maiores problemas, já que os blocos deverão sair por volta de 9 ou 10 horas da noite, e a essa altura muita gente já retornou do trabalho. Aliás, para quem for as prévias, vai a recomendação: use sempre o transporte público.

TRANQUILIDADE

O carnaval em João Pessoa começa hoje. Isso mesmo, o carnaval aqui começa com quase duas semanas antes do carnaval e termina cinco dias antes da mesma data. No carnaval propriamente dito, a cidade fica uma calmaria só, com pouco movimento. Só uns poucos brincam de modo isolado. A maioria, assim como eu, aproveita a data para descansar. Ou seja, é feriado mesmo, e de dois dias e meio (pois na quarta-feira de cinzas as atividades do comércio e serviços são retomadas ao meio-dia, mas para mim, são três dias).
Para quem gosta de paz e tranquilidade numa data marcada pela festa, agitação, etc., é o cenário perfeito para se descansar das tarefas do dia a dia. Tanto para quem mora quanto para quem visita João Pessoa, aliás, tem gente que procura a cidade justamente para isso.
Porém eu respeito quem gosta de brincar o carnaval. E também respeito a opinião de quem não gosta. Enquanto isso, fico acompanhando tudo o que acontece. E na quinta-feira, o ano começa, pois dizem que o ano só começa depois do carnaval.

PACIÊNCIA

O meu tema de hoje: como ter paciência para ver bons resultados aparecerem, o que é o caso da seleção brasileira. Muitos a criticam por que querem que ela mostre bons resultados sempre. Mas se isso nem sempre é possível, paciência. Nenhum time é imbatível, sempre terá resultados positivos e negativos, isso faz parte do esporte, em qualquer competição. Todo time tem seus altos e baixos, e a seleção tem o direito de passar por esses altos e baixos. As vezes é preciso aprender com os eventuais erros para poder acertar depois. Isso requer tempo, um bom tempo. E claro, paciência.
A seleção brasileira venceu ontem em Londres a seleção italiana (que, para quem não lembra, foi a campeã da copa de 2006) por 2 a 0. Alguém esperava por isso? Eis a prova de que é importante ter paciência para esperar bons resultados da seleção brasileira, pois era amistoso e, bem, pouco se podia esperar de um jogo amistoso, não era? E isso independente do que o jogo vale, se a intenção de se fazer um amistoso ou uma vaga na Copa do Mundo. De um jogo do Brasil parece que a única coisa que se ouve da opinião pública são críticas ao técnico Dunga, principalmente depois que o jogo termina empatado.
Pois bem, sem que o torcedor esperasse alguma coisa dos jogadores, eles não sentiram nenhuma pressão só porque iriam jogar contra os campeões mundiais. Venceram com certa dificuldade sim, até porque não existe jogo fácil, nem muito menos adversário impossível, mas venceram por 2 a 0. Bons resultados sempre aparecem. É só ter paciência para esperá-los.

TROCO EM FORMA DE DOCE

Você já recebeu balas e bombons no lugar de moedas, quando você recebeu troco ao comprar alguma coisa? Pois é, muita gente já passou por essas situações, mas talvez não saibam que tem certa parcela de responsabilidade por isso. É o problema da falta de troco em vários estabelecimentos, provocado na maioria das vezes pelo pouco caso que muitas pessoas dão a elas, as moedas.
Antes do Plano Real, quando a inflação fazia parte do cotidiano das pessoas, as moedas não tinham quase valor algum. E por conta disso, criou-se o hábito de nem usar as moedas. Mas, agora, que a inflação, mesmo com a tal da crise econômica, parece coisa do passado, o costume ficou, e qualquer pessoa que faz uma simples comprinha, e recebe um troco de, por exemplo, R$ 20,22, ora recebe R$ 20,25, ou R$ 20,20. Talvez você tenha notado que eu citei um valor quebrado; é que por conta dessa cultura, as moedas de 1 centavo literalmente saíram de circulação, são praticamente raras de se ver. Só se tem troco exato mesmo se o valor do mesmo for terminado em 0 ou 5. E quem não se lembra das lojas de R$ 1,99, onde na realidade você pagava R$ 2,00?
Em economias como os Estados Unidos, por exemplo, o troco é praticamente exato. Se o troco for de US$ 1,99, US$ 1,99 é o que você recebe, centavo a centavo.
E tudo isso sem me esquecer de outro detalhe que às vezes tira muitas moedas de circulação, que é o hábito de guardar as moedas nos cofrinhos, sejam eles porquinhos, botijõezinhos de gás, cocos, homens-aranha, enfim, de todos os formatos possíveis e imagináveis. Por um lado, tira certa quantidade de moedas de circulação, mas por outro elas são guardadas para voltar. Eis o dilema de guardar moedas em cofrinhos… Guardar ou não guardar, eis a questão. E aí fico pensando nos caixas de supermercado, balconistas, cobradores de ônibus, enfim, quem trabalha com moeda.
Ou seja, é preciso mudar hábitos para colocar as moedas para circular, pois fabricar dinheiro custa dinheiro. Para que você tenha uma idéia, a moeda mais esquecida do Brasil, a de 1 centavo, custa em média 6 centavos para ser fabricada. Assim sendo, deve-se dar valor a cada centavo que se recebe de troco. Ou continuar recebendo balinhas de hortelã.

OS CASTELOS

A mais nova história do Congresso Nacional é a do deputado federal Edmar Moreira (DEM-MG), que tem um castelo no interior de Minas Gerais. O imóvel custa cerca de 20 milhões de reais e, segundo informações, não teria sido declarado por ele à Justiça Eleitoral. Segundo ele, o castelo estava em nome dos filhos.
Quando vi pela primeira vez as matérias sobre o assunto, vi a imagem do castelo e achei que “não, o castelo era só uma demonstração”. Depois eu vi melhor o assunto e constatei que o tal do castelo existia mesmo.
Aí, aproveitando que este assunto está em evidência, escrevo então sobre os castelos, essas lendárias e enormes edificações que inspiraram lendas e contos de fadas famosos em todo o mundo.
Castelos são edificações que serviam como moradia e defesa há muito tempo atrás. Apesar de serem associados à Idade Média, já existiam desde a Idade da Pedra. A associação de tais edificações com a Idade Média se dá ao fato de que foi nessa época que eles foram construídos com maior intensidade. A princípio eram apenas torres defensivas. Mas logo viraram verdadeiras fortalezas. Se você estudou sobre feudalismo e sociedade feudal no 2º ano, sabe do que estou falando. E eram erguidos em pontos estratégicos, como alto de montanhas, por exemplo.
E, nessa de escrever sobre o assunto “castelo”, me lembrei de uma história de um amigo meu que me contou de sua visita a um castelo em Guarabira, aqui na Paraíba. Sim, pelo que ele me contou, existe um castelo na cidade. Disse que o castelo pertencia a um fazendeiro rico que viu na Europa um castelo medieval. Ele gostou tanto da idéia e tentou recriá-lo aqui. Lógico que ele não conseguiu. O fazendeiro morreu sem ver seu sonho realizado. Essa foi a história que ele me contou.
Só que o tal castelo do deputado, voltando ao assunto, era para servir como um hotel, pelo que ouvi falar. Em outras palavras, se antes castelos eram edificados para defesa de seu território, hoje ainda podem ser construídos, mas realizando o sonho de quem os viu. Logo viram lendas, tanto os castelos quanto seus criadores. Será que existem contos de fadas de castelos pós-Idade Média? Com direito a princesas? Talvez eu também queira ser um príncipe encantado… Mas meu castelo é a minha modesta casa.