OS URSOS DO CARNAVAL PARTE 2

Um dia desses falei sobre os blocos de urso (os famosos ala ursas) que começavam a desfilar no bairro, a um mês do carnaval, e sobre as características básicas de cada um deles. E não é que agora eles estão a todo o vapor? Volta e meia vê-se um ala ursa passando na minha rua (ou na principal), aliás não só na minha rua, em todo lugar da cidade vê-se um. Quanto mais perto do carnaval, mais eles aparecem. E de todas as formas possíveis, algumas nada parecidas com ursos, mas são ursos. Ou melhor, ala ursas.
E o urso, como eu disse, não apenas está lá para pagar o mico, ser o carro-chefe do bloco, ele também sofre por vestir toda aquela roupa pesada e grossa num calor de 34°C. Ontem mesmo, perto de casa, teve um urso que não aguentou e parou o desfile no meio. Mas, como apesar das adversidades, urso também se diverte, o desfile recomeçou.
É como eu disse: é um elemento de nossa cultura, e o que seria de nós sem ela? E nada pode impedí-los de se divertirem como bem entenderem.

ÁGUA

A água tem sido um problema aqui no Rangel. O serviço de abastecimento do bairro, que era muito bom, de repente começou a apresentar problemas. Será por causa do calor, pois as pessoas precisam beber muita água, se refrescar, ou será a tubulação, que este ano completa 40 anos (sim, caro colega, nas bocas de lobo da tubulação de água lê-se 1969)?
Os frágeis canos do bairro estouram de vez em quando, mas não há dia nessa ou na semana passada que não falte água ou a água chie. Agora nesse período, onde as chuvas de verão ajudam a amenizar um pouco o calor que vem fazendo ultimamente, é que a tubulação não aguenta mesmo, e já por várias vezes chegou a haver alguns problemas.
É preciso também reconhecer os esforços da Cagepa para resolver esses problemas, afinal, a companhia nunca prevê quando o próximo cano vai estourar. Aos poucos essas tubulações antigas, que são feitas de um material frágil, são substituídas por canos de PVC. Os canos estourados são responsáveis por 99% das faltas de água em qualquer bairro, inclusive aqui no Rangel, e a maior responsável é a idade da tubulação, que óbvio, não pode ser toda trocada de uma vez; é como eu disse, essa substituição vai sendo feita aos poucos.
Enquanto isso, nesse momento a água flui normalmente, pois o calor de certa forma continua, e a água sempre é fundamental para amenizá-la. E nunca é demais lembrar que é importante economizar água, pois como é um recurso não-renovável, pode faltar. E em todo lugar.

QUEM CONHECE GOSTA

Agora o Diário do Josi tem uma comunidade no Orkut, que eu mesmo criei. Se você acompanha todas as novidades que eu trago para cá, você está convidado para participar da comunidade “Quem conhece o Diário do Josi ?”. Por meio dela, gostaria de conhecer melhor o visitante do Diário e saber o que você acha, e se você gosta.
Pois como você sabe, a minha ideia é formar opiniões, lançar coisas novas, enfim, tudo o que eu posso lhes oferecer.
Espero que possa continuar agradando a você, que escolheu ler este diário, afinal você sabe que aqui posso expressar minhas opiniões, pensamentos, sentimentos, entre outras coisas.
Assim, sempre que você quiser, pode procurar o diário. Estou sempre a sua disposição para tudo o que você quiser saber, sobre qualquer coisa.

VENDO O BLOCO PASSAR

Antes de mais nada, gostaria de lembrar que hoje o Diário do Josi completa um mês no ar. Sempre do seu lado, sempre com vocês, pois continuarei sempre correndo atrás dos meus sonhos.
Pois muito bem, a série “o carnaval do meu bairro” continua, trazendo histórias bem curiosas de como o meu bairro (o Rangel) comemora o carnaval, que se realiza daqui a um mês exatamente. Depois da última postagem que fiz sobre os ursos do carnaval, ainda lembro que existem os blocos organizados. Aqui no meu bairro todo ano (ou a cada dois) inventam um. E o conceito parece sempre o mesmo. Raros são os blocos que trazem banda. É que, sempre que vejo o bloco passar (costumam passar na esquina da minha casa), parece que ninguém pula, ninguém se anima. Parece até uma passeata, ou uma manifestação contra aumento de passagem, tudo, menos bloco carnavalesco. Três ou quatro em cada dez foliões dançam ou cantam animadamente, pois tem quem tire o pé do chão, não é?
Se você é um daqueles que não se anima com nada, faça como eu, fique em casa vendo o bloco passar. Se organizam uma festa com tanto capricho e na medida do possível na maioria das vezes, é para as pessoas que gostam e querem se divertir. Na curiosidade, muitos vão aos blocos, mas só para olhar mesmo.
Em todo lugar há a sua particularidade. Enquanto isso, continuo aqui, por opção,vendo o bloco passar.

OS URSOS DO CARNAVAL

O carnaval é só daqui a um mês, ou seja, no final do mês de fevereiro, mas os blocos de urso, aqueles mesmo, já estão nas ruas. A maioria é brincadeira de criança, mas existem uns blocos que se profissionalizaram. A dinâmica desses blocos é a seguinte: um grupo de meninos organiza um bloco de urso. Aí um deles é escolhido para se vestir de urso (parece tudo o que você imagina, menos um urso) e os outros fazem o papel da bateria; pegam meia dúzia de latas de alumínio e saem batucando por todo canto que passam, tocando a mesma coisa (sabe se lá porque). Imaginem o calor que o cidadão vestido de urso está passando. Isso sem contar que existem pessoas que se assustam com tais figuras folclóricas. Alguns faturam com isso: é que alguns ursos vão de casa em casa e pede (sem falar uma palavra, até por causa de todo aquele barulho e toda aquela fantasia) uns trocados.
Já os profissionais devem ter começado como meras brincadeiras de criança como as que citei acima, porém trocaram as latas de alumínio por bumbos e tambores, mas nem por isso os ursos ficaram menos assustadores para quem tem medo.
Alguns mais parecem micos do que ursos. Aliás, quem se veste naquela fantasia já paga um mico visível. Mas é assim, é a nossa cultura, e o que seria de nós sem ela?

SE VIRA NOS 14

Eu fui ao centro da cidade hoje para comprar o material que vou precisar para o ano letivo, pois vou fazer o terceiro ano do ensino médio. Só que comprei o material com apenas 14 reais, e andando muito, fiz o dinheiro render. Em pouco menos de duas horas, andei todo o centro da cidade para tentar encaixar uma boa quantidade de material necessário em 14 reais. Como não precisava de muita coisa, tive esta lista em mente:
· Refil de fichário;
· Divisórias de fichário;
· Canetas.
Apenas lembrando que eu vou reaproveitar o fichário do ano passado, inclusive foi comprado para isso, Está em perfeitas condições e, quando passar por uma faxina, nem vai lembrar que foi comprado há um ano atrás. O modelo do fichário pode ser encontrado à venda, ainda.

E deu para se virar com 14 reais. Muita sola de sapato depois, pois, como eu disse, tem que bater perna, pesquisar. E assim, em três lojas diferentes, foi possível comprar os itens acima com quase todo o dinheiro. O troco foi de apenas 15 centavos. Assim, esse foi o saldo: dois refis de fichário a R$ 2,50 cada um, a divisória saiu a R$ 5,50 e o resto foi aplicado em canetas e lápis.

A compra que fiz foi milimetricamente planejada para encaixar todo aquele material em 14 reais. Ou seja, deu certo. Isso é que é saber lidar com finanças, não é?

LINHA 208

A STTrans fez uma alteração na linha 208 (Cristo-Vale das Palmeiras), que beneficiou aos moradores da comunidade Boa Esperança. Antes a linha só passava nos dias úteis nessa localidade, e agora ela passa a circular também nos fins de semana.
Essa alteração procurou atender a uma solicitação dos moradores do Boa Esperança, que antes não tinham ônibus nos sábados e domingos e agora, já podem contar com a linha todos os dias.
A linha 208 circula com três ônibus e, como o nome já diz, liga o bairro ao condomínio Vale das Palmeiras. Antigamente essa linha era parte integrante da linha 204. Separada dela, passava na 2 de Fevereiro (sentido Centro) até 1999, quando passou a circular nas avenidas Souza Rangel e São João, no Rangel. Os ônibus passam de meia em meia hora, nos dias úteis.

EU QUERO É ESCREVER

Quando me perguntam que faculdade quero fazer e eu respondo jornalismo, logo dizem: você vai ser repórter de televisão. É normal que me façam essa pergunta, mas gente, quero que fique claro uma coisa: sim, quero trabalhar na mídia, mas não em televisão! O que quero fazer no jornalismo é exatamente a mesma coisa que estou fazendo aqui no blog: escrever sobre os temas da atualidade, as coisas que você vê, enfim, formar opiniões. O meio escrito me proporciona a liberdade de poder expressar as idéias que quero passar sem ser tendencioso. Ou seja, ou jornal, ou internet. E se tiver de falar, usar a minha voz, no mínimo prefiro o rádio.
Sinceramente falando, assisto pouca televisão. Assisto apenas programação local, e das emissoras nacionais, apenas os telejornais. O meio da televisão é mais opinião formada do que formadora de opinião, e o mercado atual de televisão muito me desagrada ultimamente, seja pela qualidade de sua programação, e pela concentração de recursos e transmissões por parte das duas maiores emissoras de televisão do país.
Mas acredito que a comunicação tem jeito, sim, e é para isso que eu espero que gente com novas ideias cheguem para mudá-la. E quero levar novas ideias também para fazer com que a comunicação seja plural e participativa.

QUE CHUVA !

O calor das últimas semanas deu lugar a uma chuva e tanto. Por volta das duas e meia da tarde o tempo fechou, e as trovoadas foram muito fortes. Aqui próximo de onde estou, no bairro do Cristo Redentor, um fio de alta tensão se partiu, deixando grande parte do bairro sem energia, o que não foi o caso do Rangel. Agora há pouco, aqui no bairro, chegou a faltar energia, mas foi por cinco minutos, logo a energia foi restabelecida.
E olha que até ontem mais ou menos o tempo estava ensolarado. É a famosa chuva de verão. Chega para tornar o clima mais ameno, depois de tanto calor. Mas quando vem, vem com tudo.

UMA IDEIA PARA MUDAR

“Triste não é mudar de ideia. Triste é não ter idéia para mudar. (Francis Bacon)”

A frase acima representa o que eu espero do mundo em volta, e às vezes de mim mesmo. Porque ideias todos nós temos, ou não, difícil mesmo é ter realmente uma ideia para mudar.

Todos nós temos um sentimento de querer mudar alguma coisa. E às vezes aparece sempre algo dito novo. Todo novo para mim sempre me traz algum tipo de desconfiança. De que esse novo apenas diga ser novo, mas que na realidade nada mais é do que a mesma coisa disfarçada de novidade.
Mas quando a novidade é verdadeira, é possível acreditar que tudo pode ser diferente. Mas que ela seja benéfica para todos, e não para alguns poucos.
Toda novidade para mim é sempre bem-vinda. Mas sempre faço questão de avaliar se ela realmente é uma novidade. Se ela é criativa ou não. Se realmente vai trazer algo novo para sua vida, ou é a mesma coisa disfarçada de coisa nova.
Serei sempre receptivo às suas novidades. E espero que você sempre seja receptivo as minhas. Se todo dia estou aqui lhes mostrando alguma coisa que considero interessante, ou tenha alguma história para dividir com vocês, é para que você sempre tenha uma ideia para mudar. Mas uma ideia sempre nova e que todos sem exceção possam compartilhar dela.