ILUSTRANDO A LISTA- UM DOMINGO QUALQUER NO RANGEL

O Blog Josivandro Avelar vai começar a ilustrar a lista de desejos com fotos tiradas em vários momentos sobre pontos das listas. Vamos começar com o trânsito de um domingo qualquer no Rangel. Ausência que não é de agora, mas de muito tempo, de anos e anos.

avenida 14 de julho

Durante décadas, as autoridades de trânsito subestimaram o superdimensionamento do tráfego nos arredores do Mercado Público do Rangel. Acontece que os supermercados cresceram e chegaram na Rafael Mororó, e o resultado é esse.

Essa rua aqui é a 14 de Julho, paralela à 2 de Fevereiro. Uma parte dela não tem pavimentação, porém nada impede as cenas que você vê na foto a seguir tiradas em um dia de domingo. Ou seja, vá lá amanhã e você verá exatamente isso aqui:

Foto tirada no dia 31 de julho de 2016. Um domingo qualquer na 14 de Julho, no Rangel.
Foto tirada no dia 31 de julho de 2016. Um domingo qualquer na 14 de Julho, no Rangel.

Talvez nem precise desenhar no caderno de #96folhas para que você entenda a situação. Atrás desse ponto de vista da foto, começa a parte calçada da 14 de Julho, que é tomada por feirantes, o que já é outro problema; o Mercado Público ficou pequeno demais para tantos comerciantes que a maioria já toma é a rua mesmo. Carro não passa, mas as motos não se dão conta de que a rua virou feira e passam assim mesmo, entre os pedestres. Mais um problema de mobilidade na conta. Nem comento nada sobre o pedestre no meio de tudo isso, ele é o que mais sofre.

Na parte não obstruída, depois do Mercado Público, o qual os seus quase 40 anos sem reformas dispensam comentários, é outro estacionamento de carros aos domingos, dia em que a feira é mais movimentada – quase a mesma escala de um sábado, por exemplo, mas pela extensão do dia isso é quase que minimizado. Mas é no domingo que a coisa pega e o tráfego no entorno aumenta de forma gritante.

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Foto tirada da Rafael Mororó, no dia 31 de julho de 2016, um domingo.

Para ilustrar os trechos, usei o Google Earth para fazer o mapa acima. Só que aí você se surpreende com as imagens do satélite – aliás, desatualizadas desde 2013 – mostrarem exatamente o problema ilustrado aqui. O fluxo de carros inclusive aumentou desses tempos para cá. Repare que o Mercado Público cresceu demais, e na falta de espaço, foi pra rua, no caso, a 14 de Julho. Nem precisamos comentar sobre o Mercado Público em si, pois aí é tema para outros posts, e não quero me alongar.

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Isso é só o começo para vocês entenderem a dimensão de um bairro que cresce e não consegue acompanhar essa tendência. E ainda vou ilustrar com mais coisas baseadas nas listas de desejos. Ah e são vários…

Afinal, nem publiquei ainda a outra lista de desejos. Porque uma só é pouco para desejar tanta coisa. E muitos posts são necessários para se ilustrar cada desejo.

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