DUAS OPÇÕES PARA MATAR A FOME

Ontem a rotina da escola voltou ao normal. Depois da supermovimentada Semana Cultural, que aconteceu na semana passada e rendeu a este blog quase duas dezenas de matérias relativas ao assunto, era hora de recolocar os assuntos em dia. A hora do intervalo, que por conta da semana passada era bem extensa, voltou aos 15 minutos de costume. Hora de encontrar os amigos na cantina. Mas, o que aconteceu com a cantina?

Sim, o colégio onde estudo é público, mas tem uma cantina funcionando. Ela funcionava num anexo da escola, mas foi transferida para o terraço desse mesmo anexo. O local onde a cantina funcionava anteriormente deverá abrigar o refeitório da escola. Onde se serve merenda, como aliás todo colégio público serve.

Sempre aparecia alguém lá na classe, isso durante vários anos, que sempre perguntava: A escola aqui serve a merenda? Os alunos, evidentemente, respondiam que não. E pareciam não sentir falta desse detalhe. Mas mesmo assim, vão criar um refeitório para servir-se a merenda escolar. E a cantina não vai fechar por causa disso: foi transferida, como bem disse. Afinal, existe a liberdade de escolher o que quer comer.

Lembro de minha escola anterior, a Escola Santa Ângela, que era municipal e vivia com o refeitório lotado. Eles serviam todo tipo de comida: pão com queijo, iogurte com biscoitos cream cracker, munguzá (é uma papa de grão de milho com leite, muito comum por aqui), macarrão com sardinha, baião-de-dois, etc. Eu só ia para o refeitório de vez em quando. Mas o que era servido lá era (e ainda é) de boa qualidade. Era um tipo de comida por semana, tudo bem programado.

Agora como convencer os alunos a adotarem a opção do refeitório? Eis a questão. Eu ia de vez em quando, mas pelo menos ia lá e comia alguma coisa, só não ia quando a comida servida não era a que eu gostava (munguzá). Agora convencer o pessoal da escola onde estudo atualmente é outra história. Mas tenho certeza de que tanto o refeitório quanto a cantina, cada qual com as suas diferenças, terão a sua fiel clientela.

O refeitório da escola está para ser implantado, parece que ainda falta arrumarem as merendeiras para cuidar do serviço. Quando estiver funcionando voltarei a escrever em relação ao mesmo assunto, pois quero ver se existirá alguma diferença em relação ao movimento do local. Na época da escola anterior, era lotado, afinal, só havia aquela opção de alimentação ali. Agora, como tem o elemento cantina, fica a questão de o que os alunos irão realmente preferir quando forem lanchar. E tem ainda uma terceira opção, que certamente por causa dessas duas últimas pouca gente adota: trazer o lanche de casa.

Agora, uma coisa é certa: o que não vai faltar lá na escola é opção para se alimentar. Mas nunca é demais lembrar da importância de uma boa alimentação. Como dizia o provérbio latino, mente sã em corpo são, ou seja, nada se vai aprender na escola quando se não está bem alimentado.

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