Desapegando da caixa alta. Manias tão aí para serem deixadas para trás

Tudo na vida é apego, tudo na vida é também desapego. E em mais uma mania minha dessa vez não poderia ser diferente: é hora de acabar com mais uma das minhas manias desses 11 anos de blog. E é da caixa alta nos títulos dos posts. Para quem quer ser um redator profissional e quer amadurecer nisso, o momento de desapegar é agora, 23 de janeiro de 2020. Isso vai ficar na história.

A caixa alta soava sensacionalista demais para textos que nem eram. Isso poderia influir em muita coisa tecnicamente nesta página – e isso é complicado de explicar aos leigos. Talvez depois de quase 3.900 textos que escrevi, e para deixar o blog com cara de portfólio de textos e artes visuais, o momento seja esse de refletir e ver que talvez isso possa estar errado também. E como fui teimoso demais em insistir.

Texto não deixa de ser pressa, principalmente no jornalismo. É tentar ser o mais objetivo possível e sem aquelas frescuras visuais, mas claro tentando ser apresentável, mas sem deixar de revisar, porque algum erro pode escapar e se você não nota, o leitor é quem vai notar. Escrever objetivamente do começo ao fim faz todo sentido quando você precisa.

Fora que isso aqui não é uma revista. Então não precisa de títulos muito curtos. Eu posso bolar títulos nem muito curtos, nem muito longos, mas que sejam o suficiente para o público entender o que eu queria dizer, sem é claro entregar o ouro logo de cara – lembra que eu falei dos leitores de manchete?

O momento de reinventar-se é esse. Então, deste post em diante, os títulos serão bem mais objetivos. E aos poucos o velho estilo fica no passado, mas fica aqui. Como todos os textos desde o primeiro.

E sem caixa alta.

E feliz por me livrar de uma mania.

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