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Quando o simples supera o complexo

Quando uma estrutura simples é mais eficiente que uma complexa?
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Quando uma estrutura simples é mais eficiente que uma complexa?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Muitas vezes, se é feliz no simples. Não quis que o meu projeto se tornasse uma coisa muito complexa, acredito até que é simples e que as coisas só melhoraram da maneira que melhoraram por conta da experiência que eu adquiri ao longo do tempo. E olha, foi muita coisa, que além de seguir aprendendo, eu quero compartilhar. Muitas vezes a gente tem dificuldade de lidar com coisas complexas, então, para quê complicar se você pode trabalhar uma ideia extraordinária no simples mesmo? Muitas coisas extraordinárias não precisam ser complexas.

Quer que eu te conte um exemplo simples de momento? Neste momento eu lido com um projeto em que uma pessoa disse que não queria mais uma coisa complexa com a qual estava trabalhando e prefere algo mais simples, tipo… um Fast Blog. Talvez eu diga que este é o caminho e quero acreditar: essa é uma tendência: diários pessoais, jornalismo mais opinativo e conversacional, opiniões fortes sem a marca de um projeto editorial, só a sua marca, o seu nome e suas ideias. Diria que as pessoas que me procuram para construir um site querem ter um blog mais intimista, um blog mais autoral.

Elas não querem uma coisa muito complicada, lidar com várias pessoas escrevendo, com um site de notícias muito pesado de lidar. Querem ter mais liberdade, e isso move muito não só o ambiente de conteúdo na Internet, mas também motiva o investimento em redes sociais, afinal de contas, é aqui que as ideias surgem, e eu vi muita gente que trabalhava exclusivamente com rede social criar blogs com os seus nomes. Muita gente por aqui mesmo, onde eu moro, na Paraíba, embora eu atenda majoritariamente clientes de outros estados.

Do estado em que eu moro, só me auto-atendo, ou seja, os únicos projetos locais com os quais eu lido são os meus próprios, que são como se fosse o meu laboratório de testes e ideias que no fim das contas, termino exportando para outros lugares sem sair do meu lugar. Mas sabe de uma coisa? Tudo o que eu mais gostaria era de pegar projetos locais também. Se alguém estiver lendo este texto, espero que considere e me procure para fazer pelo seu blog o que eu faço pelos blogs dos clientes de outros estados que eu atendo.

Este é um site por conta da estrutura e de todas as coisas anexas que ele tem que justificam que ele ainda seja assim. Mas na essência, como eu costumo dizer, ele ainda é um blog. Porque eu atualizo todos os dias, eu dou o meu toque pessoal, é as coisas que eu gosto de fazer no formato de um diário. Mas ele não tem o formato de um blog, e sim de um site, porque além do meu diário pessoal, eu ainda compartilho ideias e notícias, compartilho artes em um portfólio, conteúdos dinâmicos através de web stories, e outras coisas mais.

É um blog com alma de site, ou um site com alma de blog? Tanto que ele nem tem o nome de site ou blog na marca, só o meu nome e nada mais. Ele pode ser o que quiser. Mas ainda assim, os meus projetos na Internet, a incluir o meu site, blog ou o que você quiser chamar, mantém a simplicidade com a qual eu sempre quis trabalhar, ao mesmo tempo que me permite descobrir coisas novas, e para isso, eu precisava ampliar os horizontes. Mas enfim, a minha página na Internet pode ser o que quiser. E eu entendo que ela é o que quiser.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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