PARANDO O TRÂNSITO

Hoje de manhã, na Av. 2 de Fevereiro, no Rangel, presenciei um fato bem curioso: uma carreta estava tentando sair da rua e ir pela Rua Romeu Rangel (curva fechada em forma de L).

Até aí, tem um certo grau de dificuldade nisso, afinal era uma carreta fazendo uma curva fechada em uma esquina bem pequena, quem mora nessa área sabe. Agora, dobrar numa curva fechada bem pequena puxando por um cabo de aço uma outra carreta, aí é demais.

Resultado: a carreta não conseguiu dobrar, pois quebrou, e ficou parada na curva: cavalo (a cabine do caminhão) em uma rua, carreta em outra, caminhão que vinha atrás sendo rebocado, atravessado na pista da 2 de Fevereiro, que é uma avenida bem movimentada, não por acaso é a principal do bairro do Rangel.

O resultado não poderia ser outro: um grande engarrafamento aconteceu na rua. Tão grande que alguns motoristas chegaram a descer de seus carros, pois o trabalho de retirar o caminhão dali parecia difícil. Outros davam marcha a ré.

Trânsito é um ambiente coletivo, e como tal deve-se pensar que certas atitudes erradas como essa comprometem e muito o espaço dos outros, visto que sabia-se muito bem que a manobra deste motorista poderia causar transtornos, como foi o caso acima.

Fica aí o registro de mais um fato que mostra que qualquer atitude no trânsito pode causar sérios problemas. Como por exemplo um considerável congestionamento numa rua principal como é a 2 de Fevereiro.

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