O meio de um ano incerto

O ano é tão incerto que nos faz perder a noção do tempo. Achei que a metade de absolutamente nada poderia ser o começo de um mês de julho que nem sei como seria, mas vai com calma! Agora sim, chegamos a metade de um ano incerto. Sem queimar a largada, finalmente chegamos em julho e… O que será do amanhã?

Se fosse contar sobre a metade de um ano que não consegui aproveitar absolutamente nada, bem, eu contei antes da hora. Queimei a largada por não me dar conta do tempo. Então, vamos aproveitar que a vida nos dá uma segunda chance para fazer planos, se é que são possíveis?

Uns planos de tão ousados eu nem conto para não estragar o que é calculado e arriscado. Outras coisas são mais simples, mas ainda assim exigem uma coisa importante chamada planejamento. Estão em mente e preciso calcular cada risco para poder viabilizar. O momento é de continuar crescendo. Aproveitar o tempo, se sobressair.

Cansado?! Talvez… Resiliente

Tudo isso de certa forma cansa um pouco. Sinal disso foi até hoje mesmo, que estava meio que com sono, sinalizando um certo cansaço, mas sem desistir fácil. Olha, eu sei que não tá mole, mas é o que sempre costumo dizer, precisamos sim ser resilientes. O momento é de não baixar a guarda, sem medo, apenas calculando para evitar o fator surpresa.

Tá tudo tão incerto que o momento é de fazer os planos que são certos e viáveis para o momento. Só o que o tempo permite. O que o tempo pode fazer. E já que metade do ano já se foi, vamos tentar somente conduzir o pouco que resta.

Do incerto, fazer da incerteza um pouco de certeza de que conseguiremos sair dessa com saúde e melhores do que antes. O amanhã somos nós que construímos.

E que comecemos a fazer essa metade do ano um pouco diferente e menos cansativa, mas sabendo que nada será como antes, e precisamos nos adaptar.

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