Minicoluna sobre… o quê mesmo?

Não é nada não, gente, se me perguntarem sobre o quê é essa minicoluna, é porque falta-me inspiração para dar tantos nomes diferentes para uma minicoluna semanal. Mas vai ao ar. E convenhamos que esse nome ficou bem legal, não é? Lembra que eu fiz uma crônica sobre bloqueio criativo? É tipo isso.

Com bloqueio criativo ou sem bloqueio criativo, você já sabe que na minicoluna vão ao ar aqueles pequenos fatos que não cabem em um post – ou aqueles fatos que um dia vão caber em um post. Então, é sobre o quê mesmo?

Antes de começar…

Perdeu a minicoluna de cinzas da semana passada? Clique aqui.

Já viu? Agora sim, pode seguir…

Deixa eu falar uma coisa, porque eu precisava falar…

Eu postei esses prints no Twitter sobre como as pesquisas refletem o pensamento “de fora” do bairro onde eu moro, no ponto de vista de certos moradores da própria cidade onde eu nasci, e tenho que ressaltar porque ainda não é possível que preconceitos babacas existam.

Violência é uma endemia como a COVID-19 vai se tornar. E como o vírus, ela tá em todo canto e ninguém tem a fórmula mágica de combatê-la, nem nenhum lugar está imune a ela. Quem aparecer com soluções mágicas está tentando te enganar.

Mas não é só isso…

Lembrem-se: aqui é uma cidade à parte

O Cristo Redentor, em João Pessoa, é enorme e heterogêneo e é um verdadeiro microcosmo de uma cidade; do meio para baixo, tem casas de padrão considerável, para o oeste ficam as comunidades, para o sul grandes equipamentos como o Estádio Almeidão e Ceasa, do meio para cima é meio que uma mistura dos dois, e no fim tem o Varjão, outro bairro.

Para entender esse microcosmo e por isso, fiz aqui um pequeno mapa com algumas das subdivisões do Cristo Redentor, para que você não se confunda. E ainda confundiu este editor; tem ainda uma outra subdivisão chamada Jardim Itabaiana, que apesar deste editor conhecer o bairro há 30 anos, é difícil convencionar onde começa justamente por que as comunidades da parte oeste estão englobadas nela – mas a gente sabe onde termina, na BR. Se o bairro fosse uma cidade, já era um distrito.

Tipo, se as pessoas do bairro dizem que moram no Inocoop ou no Bela Vista, no Vale das Palmeiras ou no Boa Esperança, é assim:

Outra coisa para não confundir: o editor mora no Varjão – é o nome oficial do bairro, mas chamam de Rangel -, a pouco menos de 100 metros do limite do bairro do Cristo.

Ué, e o rodapé?

Como as pessoas definem o bairro onde este editor reside mais por Rangel do que Varjão, isso explica o porquê do nome aparecer no rodapé.

E o celular da semana passada?

Falei dele no Luneta Sonora, ele já tá pronto. Os testes já começaram.

Era o meu antigo Moto G2, tive ele por uns 4 anos, depois cedi para o meu irmão, aí ele trocou de celular depois que o Moto G2 quebrou, ficou encostado. Aí consertamos, e aqui está ele de novo.

Clássico do Blog Josivandro Avelar

E se é quarta-feira, é dia de clássico do Blog Josivandro Avelar nas redes sociais.

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A tempestade vai passar

E o verão também. Mais 10 dias e o outono tá chegando.

E é isso. A minicoluna volta na próxima quarta-feira com um nome melhor e mais inspirado. Boa noite!

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