MAN ON THE MOON

A história vai passando num piscar de olhos, e na história de hoje, vamos contar uma história que até hoje causa controvérsias, que foi a chegada do homem a Lua. Isso aconteceu em 20 de julho de 1969, quando a missão norte-americana Apollo 11 levou os primeiros astronautas para o satélite natural da Terra. Agora tem quem duvide, e não é para menos. Será que a tecnologia de 1969 levaria o homem a Lua? Ou será tudo uma grande mentira?

"Vivo no mundo da lua, lá é mais fácil pensar em você."

Não é para menos mesmo: lembremos que em 1969 o mundo vivia sob a tensão da Guerra Fria, aquele desentendimento (até porque não houve de fato guerra) entre os Estados Unidos de ideologia capitalista e a então União Soviética (a Rússia e outras 14 repúblicas vizinhas) de ideologia socialista. Tudo aquilo que uma fazia a outra invejava, e isso passou pela ousada corrida espacial. Os soviéticos saíram na frente com os satélites Sputnik (um deles levou a cadela Laika, primeiro ser vivo a viajar pelo espaço). Mais tarde, em 1961, o cosmonauta (é assim até hoje que a Rússia chama seus astronautas) Yuri Gargarin foi o primeiro ser humano a entrar em órbita. Ao ver o seu planeta da janelinha de sua nave espacial, disse: “A Terra é azul”.

E os Estados Unidos, evidentemente, não queriam ficar de fora dessa corrida, e foram além: depois de lançarem vários outros projetos, conseguiram tomar a ponta da corrida espacial lançando a tal missão Apollo 11, que viajou para a Lua tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins. O primeiro que colocou os pés em solo lunar foi Neil Armstrong, que pronunciou assim que pousou a seguinte frase, que ficaria para a história:

Este é um pequeno passo para um homem, mas um enorme salto para a humanidade.

Neil Armstrong, assim que pousou na Lua.

Porém, há as dúvidas, e aí voltamos a toda aquela história da Guerra Fria. Valia tudo para os Estados Unidos passarem a rival URSS na corrida espacial. Até mesmo fazer uma obra cinematográfica. Segundo os mais céticos, a tal missão Apollo 11 não passou disso: de uma obra cinematográfica. 6% dos norte-americanos, segundo uma pesquisa de um respeitado instituto norte-americano, o Gallup, não acreditam que o homem esteve lá. Isso há dez anos atrás. Dez anos depois, a porcentagem de norte-americanos que não acreditam que o homem pousou na Lua permanece a mesma: 6%.

E quem duvida de que isso aconteceu chama a atenção para todos os tipos de detalhes, que só um olho muito clínico prestaria muita atenção para isso: se não há atmosfera na Lua, porque a bandeira norte-americana tremula? A NASA, agência espacial norte-americana, alega que a bandeira já chegou em território lunar amassada. Além de dúvidas existentes sobre as pegadas, a luz do Sol que incide sobre a Lua, entre outros detalhes que os céticos evidenciam para tentar provar que o que foi visto pelo mundo foi uma superprodução cinematográfica. Em tempos de Guerra Fria, era evidente que os EUA iriam além para ultrapassar a rival União Soviética na corrida espacial. Só não se sabe se na base da tecnologia aeroespacial ou cinematográfica.

Para que você saiba mais sobre toda essa história, recomendo aqui dois artigos da Wikipedia que serviram de certa forma como fonte de pesquisa para esta matéria: uma sobre a missão Apollo 11 e a outra sobre as tão famosas teorias conspiratórias que muita gente as divulga para tentar comprovar que o homem não esteve ali.

O que a NASA garante é que o homem só voltará (ou irá para muita gente) ao satélite natural da Terra em 2020. A última missão da NASA em solo lunar aconteceu em 1972. Nos anos 60 e 70 não havia tanta tecnologia como temos agora, mas porque o homem a título de exemplo não voltaria agora? Simples: é preciso planejamento, e até 2020 tudo estará pronto, e aí teremos o fim do mistério: será que o próximo homem a pousar na Lua vai comprovar que outros além dele estiveram ali, ou ele será o primeiro ser humano a pisar na Lua?

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