IDEIAS DE UM ANIVERSÁRIO- PARTE 2: LOUVOR DE AÇÃO DE GRAÇAS

Ideias inspiram. Por mais que seja algo particular, estamos aqui para justamente isso: inspirar. Inspirar para que o quadrado de sempre vire algo feito por você, do seu jeito, da sua maneira. Esse é o objetivo da série de posts sobre os eventos de aniversário de 60 anos da minha mãe, Vanda. Vamos para a segunda parte da série.

Justamente afim de evitar adendos e correções no outro post, vamos acrescentar algumas coisas sobre o assunto anterior, até para ir conectando com este post. A foto das mãos que aparecem na capa do CD Momentos foi parte de um ensaio fotográfico que minhas irmãs fizeram com a minha mãe, utilizando uma câmera Sony de 12 megapixels. A mesma câmera foi empregada em uma surpresa feita justamente para o Louvor de Ação de Graças no dia do aniversário, que mostraremos mais adiante.

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A estrutura do louvor do dia 24 de agosto, dia do aniversário da minha mãe.
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Foram utilizadas cerca de 20 cadeiras de plástico, além das próprias cadeiras de casa.

Mas vamos para o dia do evento. Conseguimos umas 15 cadeiras mais as que tinham em casa. Começamos a aplicar a marca em dois cartazes feitos em cartolina branca, com letras escritas com caneta Compactor Color – caneta hidrográfica de ponta grossa e escrita poderosa, mas tão poderosa, que é capaz de transpassar muitas vezes a cartolina tal como uma caneta hidrográfica de ponta fina muitas vezes transpassa o papel sulfite.

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Já esse é o outro. #cartaz #lettering #vanda60

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As mensagens das cartolinas – coladas depois do evento no quarto da minha mãe, as quais estão lá até hoje – foram extraídas dessa outra redação, que foi incluída na íntegra nos cartões que acompanhavam os CDs. A redação foi toda minha.

Deus me deu a sabedoria de renovar a cada dia e a cada momento da minha vida, de superar as adversidades e fazer valer cada momento, de lutar pelos meus sonhos e de ser feliz.

Cada ano que passa é uma batalha que a gente vence, que a gente aprende a cada dia. Que nos dá o aprendizado de poder errar menos, poder amadurecer como pessoa, e fazer com que cada pequena vitória seja comemorada como a vitória.

A minha maior felicidade é poder ter meus amigos ao meu lado para comemorar esse momento tão especial e tão marcante quanto é o meu aniversário.

Por isso mesmo, quero agradecer a Deus por cada ano da minha vida, pelos que passaram e pelos que ainda virão, pela dádiva que é a minha vida.

Mensagem dos cartões que acompanhavam os CDs. Trechos dela foram usados nas cartolinas.

As cartolinas foram coladas em dois pontos do terraço. Além disso, as cadeiras foram dispostas em auditório para o evento. Ao fundo, foi colocada na parede uma tela branca em TNT (um tecido que parece papel ou um papel que parece tecido) no qual seria projetada uma imagem de retroprojetor. Sim, pegamos um retroprojetor – sabe o datashow da sala de aula da sua faculdade? – para projetar justamente o vídeo que seria exibido no louvor. O vídeo era composto pelo curta “Placas” e por fotos da família. Minha mãe não soube de nada. Essa é uma história para outro post.

O TNT fixado na parede serviu como telão para o vídeo.
O TNT fixado na parede serviu como telão para o vídeo.
O telão em teste.
O telão em teste.
O telão por outro ângulo.
O telão por outro ângulo.
Teste do vídeo.
Teste do vídeo.
Video-wall
Video-wall.

Para servir de desculpa para a presença do retroprojetor, afinal seria óbvio que minha mãe iria desconfiar da pura e simples presença do equipamento – que foi cedido pela escola onde minha irmã mais velha, Geisiane, trabalha – justificamos com a inclusão deste video-wall que seria exibido enquanto os convidados chegavam, bem como da exibição da vinheta que aparece no vídeo incorporado neste post – e que foi feito utilizando-se de nada mais, nada menos que o PowerPoint. Afinal, para quê eu ia utilizar um retroprojetor mesmo?

Pessoas que usam a cabeça raramente comemoram. Aliás comemoram sim. Comemoram trabalhando. Assim fiquei com o retroprojetor num canto do terraço, conectado com este mesmo computador com o qual escrevo o blog. E junto, o som do quarto, que foi tirado de lá e colocado no terraço. Se quiser, pode chamar isso de gambiarra, afinal foi o que deu para fazer.

Aliás, falando em computador, surpreendi-me com a performance do Windows 10 – que havia instalado dois dias depois do lançamento e trabalhei todo o projeto do aniversário com o sistema operacional instalado e mesmo sabendo que ele poderia ter instabilidades. Nenhuma atrapalhou, aliás, o sistema operacional fluiu bem, como flui até hoje, na execução de trabalhos multitarefa que aquele momento exigia.

O louvor aconteceu no dia 24 de agosto, dia do aniversário da minha mãe, por volta de 19h. Foram trazidos ainda equipamentos de som do grupo de oração da casa vizinha – que também cedeu as 15 cadeiras. Cantaram no louvor além de Geisiane, seu marido Romualdo, o filho dos dois – por tabela meu sobrinho – Gustavo, e o vizinho da rua, Rafael Nascimento.

O louvor foi muito bonito e emocionante em todos os sentidos – para quem participou e para quem assistiu.

Ao final, foi servido o bolo de aniversário e os convidados receberam o CD Louvores. O CD veio acompanhado com o cartão mencionado acima com o texto da citação, que foi feito em papel sulfite de cor creme. Sim, papel Chamequinho de R$ 4,50. O resultado não ficou à dever.

Outras pessoas que não compareceram a festa também receberam o CD.

Quem esteve no louvor recebeu o CD Louvores, acompanhado de um cartão, feito de papel sulfite de cor creme.
Quem esteve no louvor recebeu o CD Louvores, acompanhado de um cartão, feito de papel sulfite de cor creme.

Mas o evento não iria parar ali. Sábado tinha mais. E a história da festa retrô que foi realizada no sábado seguinte será contada no próximo post da série.

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