#96folhas- Tuig

O décimo quinto desenho do terceiro caderno de #96folhas fiz olhando para o mais novo animal a ocupar o posto de pet da família. Tuig é o seu nome.

Tuig é um gato siamês de aproximadamente quatro meses de idade, nascido em algum lugar do Mercado Público do Rangel. Veio aqui num sábado, 5 de fevereiro de 2022 (justamente o primeiro dia de exibição dos desenhos do caderno 3 de #96folhas), quando a minha irmã voltava de lá após fazer compras. Encontrou ele na área do box de cereais, perdido de sua ninhada ou de outros gatos. Ali o encontrou e o adotou e fez de todos em casa os seus humanos – ou seria de nós o seu felino?

Tuig vem do inglês twigs, que quer dizer graveto, bem como de uma modelo de apelido Twiggy, que ok, batizou um gato macho, mas da criatividade a gente adapta o nome e bem, aqui fica registrado em quatro letras.

Já o desenho, esse é feito em giz de cera.

Tuig, o gato.

Não há lugar melhor que um lar

Tuig teve a sorte de encontrar uma dona. E hoje está sendo muito bem cuidado aqui em casa. Certamente posso ter passado pelos seus “irmãos” de ninhada como tantos que aparecem nos arredores do Mercado Público do Rangel, de outros mercados públicos de João Pessoa, da minha própria rua, da Universidade Federal ou dos arredores do Estádio Almeidão que são largados a própria sorte e raramente tem a mesma sorte de encontrar pessoas que alimentem, cuidem, tratem e principalmente, deem um lar a elas. E isso só citando lugares que eu conheço onde é comum encontrar gatos abandonados. E que podem ser vítimas de crueldade.

Tuig teve a sorte de escapar dos perigos da rua ao encontrar aqui um lar. E está sendo muito bem tratado e alimentado. Que assim seja com todos os gatos que eu já vi nas minhas andanças, que encontrem donos que os tratem bem. Porque aqui, Tuig já é da família.

Todo sábado uma nova parada

A viagem do terceiro caderno de #96folhas também passa pela minha vida aqui dentro e lá fora. Todo sábado tem alguma parada nessa viagem muitas vezes louca, muitas vezes com o pé no chão, mas que nunca será óbvia o suficiente para você acreditar que as histórias das nossas vidas são comuns demais.

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