Viagens no tempo que moldam

Hoje a coluna de mobilidade tá um pouco diferente, porque queria relembrar viagens no tempo que moldam e constroem o editor que sou hoje. Principalmente se eram as viagens para a faculdade que eram verdadeiras odisseias diárias. E isso lá em 2011, afinal, quando os tempos foram bons um dia se me lembro dos ônibus lotados naquela época?

Como não chegar cansado depois de acordar de 5:30 da manhã, passar quase 1 hora e pouco entre espera e deslocamento, e depois chegar na faculdade em Cabedelo?

Entre carros do 1001 e de Cabedelo, foram tantas aventuras… A etapa das seis horas da manhã era mais complicada por causa das horas de pico. Um ônibus do 1001 vinha lotado, e você só conseguia pegar depois do Lyceu, que era onde a massa dos passageiros desembarcava. Andava gente até na porta.

Abaixo, esse era só um panorama dos retornos. Geralmente aproveitava que os veículos que vinham de Cabedelo vinham vagos. Ainda pegava um ônibus do Renascer com sorte – essa linha foi transferida para o sistema municipal de João Pessoa uns bons anos depois que saí da faculdade.

Esses foram os #tbts de outras semanas anteriores, hoje ainda tem mais um lá no Instagram. E tudo isso são momentos que fizeram onze anos.

E o que mudou de onze anos para cá? Praticamente nada. No transporte, nunca existiram “momentos de ouro” na prática. Talvez uma hora sejam, mas esse momento ainda não chegou. E não é com um sistema em estado de falência que vai chegar.

Saudade a gente só tem daquilo que a gente aprendeu e do que nos motivou a realizar odisseias assim, viagens no tempo que moldam.

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