NO PAPEL, E FORA DELE

Na procura por algum diferencial nas artes que costumo fazer, resolvi colocar o material de trabalho como protagonista desta peça.

A ideia é usar a frase que deixei esquecida no caderno e associar ela a alguma coisa. Mas associar a quê?

A o que torna as artes no papel possíveis: lápis e canetas (esses dois lápis grafite pretos foram comprados no sábado e ainda não os usei).

O que é que a gente faz?

Lembrando que ontem postei imagens de dois lápis que tenho que já não poderão mais serem usados por já terem encolhido demais. Tudo depois de meses de serviços prestados. Agora ficarão como lembranças de quem sempre fez parte de vários trabalhos comigo.

Outro elemento que aparece nessa foto acima é o caderno amarelo (ou melhor, o segundo caderno amarelo). O primeiro está arquivado comigo e contém nele várias diretrizes de trabalhos que fiz. Entre eles um texto-manifesto que praticamente decretou a criação da Companhia Ideias em novembro de 2011. No mesmo caderno ainda tenho anotações de diretrizes que ainda tinha em 2010 para adotar o endereço próprio do blog, que foi cumprido tal qual estava escrito.

São coisas que vou mostrar mais adiante.

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