Ué, mas essa não era a minicoluna da semana passada? Não tinha esse mesmo nome? Pois bem, quando a primeira foi escrita, ela ficou tão extensa, mas tão extensa, que acabou gerando material suficiente para duas edições consecutivas.
Afinal de contas, o movimento de setembro não para, e a minicoluna está aqui, trazendo assuntos pequenos demais para um post e grandes demais para serem simplesmente ignorados.
E como nada de verdade é ignorado, vamos para a minicoluna de hoje.
Relembrando a semana passada
Lembre-se: a minicoluna da semana passada se conecta com essa.
Por isso, meus amigos, mais do que nunca, clique aqui para conferir e volte para cá para ler.
Novidade no cenário
Como não foi possível contar na semana passada por causa da lotação da minicoluna, eu conto nessa: temos elemento novo no cenário.
Uma segunda mesa no quarto. Praticamente de cabeceira, mas da altura da mesa do computador que já existe.
E porque uma segunda mesa?
A ideia era ter uma mesa de arte, isolada da mesa do computador. Não sou muito fã da mesa de cabeceira clássica e bem, eu faço tudo praticamente daqui do quarto.
Ou era isso, ou era espalhar as coisas na cama. E ainda ganhei um bom espaço de chão.
Espaço para outras coisas
Com esse novo recurso, que substituiu uma mesa de cabeceira improvisada, otimizei o espaço de criatividade que queria que o meu quarto fosse.
Porque quando se tem espaço, como o que eu conquistei há um ano e pouco, se otimiza ao máximo, e é o que eu estou fazendo.
Grau de adiantamento
Sabe as 40 artes que falam feitas no domingo passado, que eu falei na minicoluna passada e que era para eu falar na semana passada?
Só para vocês entenderem o grau de adiantamento, essas artes incluem as Natal, Ano Novo, além do Carnaval e Semana Santa de 2027.
Até mesmo a temporada junina!
E sim, nesse pique, toda a temporada junina das artes que falam já está feita.
Com quase um ano de antecedência.
Para ser mais preciso…
Se eu não inventar mais nada nas próximas semanas – e acreditem, eu sou capaz – eu tenho artes que falam para até a metade de julho de 2027.
Nunca pensei em fazer uma temporada junina de uma das séries para 2027 em setembro de 2026. Eu consegui.
Mas calma!
Isso ainda não é nada perto do que está por vir.
Se brincar, essa minicoluna que já foi dividida em duas partes, ainda será em três.
Buscando mais
Tudo isso permite a criação e dedicação a novas ideias, afinal, isso é Revolução Criativa.
Ainda há mais a buscar.
All type para colorir
Que tal dar uma olhada na all type de hoje?
Entregando bem para entregar sempre.
Arte digital do dia
Que tal conferir a arte digital do dia?
Assim como esta minicoluna, feita há um bom tempo…
Diário (e contador) da Feira
Após meses parada, a obra do Mercado do Rangel voltou a todo vapor. É possível ver não só os trabalhadores e as caçambas de entulho, mas lembrar que nessas caçambas está uma considerável demolição do que ficou inservível de quando a obra ficou parada. Porque muito está sendo refeito.
Tal como mencionei há duas semanas, a construtora dispõe de um prazo de oito meses para concluir o projeto, o que quer dizer que, somando a partir de 6 de agosto, a finalização deve ocorrer no dia 6 de abril. Há também, como mencionei na semana passada, a possibilidade dos trabalhos durarem seis meses.
De qualquer forma, o cálculo do contador tem início na data em que os trabalhos efetivamente começaram, a saber, 7 de maio de 2024, assim sendo…
Clássicos de Josivandro Avelar
Chegou o momento de relembrar mais um clássico que publiquei no site há bastante tempo.
Revivendo momentos inesquecíveis que devem e merecem ser compartilhados.
Ainda há de ter história para contar…
Essa é a segunda metade da minicoluna no pique de setembro, que para manter o padrão precisou ser dividida. Mas e se houver mais histórias para contar? Quarta-feira que vem, véspera do dia do meu aniversário, eu conto.
É quando a minicoluna estará de volta, mas estou aqui todos os dias, no site e nas redes sociais, além do podcast Luneta Sonora de todas as sextas-feiras. E vamos que vamos!










