Como reconhecer que sua linguagem visual amadureceu?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
Eu crio desde antes de ter um computador ou um celular. Eu crio desde que eu me entendo por gente. Meu primeiro traço surgiu antes dos meus primeiros passos. Criar faz parte da minha natureza, faz parte daquilo que me caracteriza, e eu não sei o que eu faria da vida se não fosse isso, criar, dar vida e forma a alguma coisa.
Criar faz parte do meu universo, afinal de contas, tudo é uma questão de saber entender qual é o seu estilo e a sua identidade. Muitas vezes ela se reinventa. E eu entendo que a minha linguagem visual, de uma certa forma, amadureceu. Só ver um pouco de cada uma das coisas que eu fui criando ao longo de quase 18 anos de site. Muita coisa eu não sabia fazer. Outras eu fui aprendendo, e de certa forma, virando um ninja.
A minha cabeça de 2026 não é mais a mesma de 2008 ou 2018. Mas tá tudo aqui, registrado, para que vocês possam ver um pouco da minha evolução, até mesmo aqueles erros de concordância dos tempos em que eu estava apenas começando. Porque eu iria mudar esses pequenos detalhes? Eles foram parte do que eu sou hoje.
Quando eu entendi que a minha criação tem um propósito, eu simplesmente deixei o traço evoluir. A mudança acontece com o tempo, e você deixa o universo fazer o seu trabalho. Quantas coisas não mudaram por conta de tendências de momento, de ideias que o tempo muitas vezes coloca em evidência e vai esvaindo? A memória está onde a gente coloca os nossos objetivos.
E é nesse momento que eu entendo que a minha linguagem visual amadureceu. Que o meu traço evoluiu. E muitas vezes você cria sem rumo, cria sem saber por onde e para onde, mas cria. Deixa a sua cabeça aquecida. Não enferruja as suas ideias. É assim que você deixa o traço evoluir, e segue o jogo da maneira que tem que seguir.
A minha linguagem visual amadurece a partir do momento que você aprende, que você coloca o seu aprendizado, as suas ideias, os seus objetivos naquilo que você já faz há muito tempo. Foi assim da areia para o papel, e muito tempo depois, para o computador. Um pouco de tudo isso que eu aprendi ao longo do tempo está no meu estilo de criação atual.
O que você é hoje é o resultado de tudo aquilo que você fez no passado, que você acredita que desaprendeu, mas está tudo na sua cabeça, e é claro, no seu processo criativo. Talvez um pouco daquilo que você criou quando era criança está no seu processo criativo de hoje. Estilo muitas vezes pode mudar, muitas vezes pode evoluir, mas a sua identidade, ela é a mesma desde a sua primeira criação.
Quando você entende que a criação faz parte do seu universo, você aprende mais, estuda mais, busca mais referências, entende que precisa deixar o traço evoluir. Faz da criação o seu propósito. E deixa que tudo possa ser diferente, como tem que ser, como precisa ser. É o que a gente busca, é o que a gente mais quer.
Por isso, deixa o traço evoluir. Estilo pode mudar, o modo de fazer também. A tecnologia pode mudar todo o processo. O que liga é identidade. Da primeira criação até hoje. Isso ninguém vai tirar de você. Aprenda, estude, evolua. Que a sua identidade vai te acompanhar onde quer que você vá, não importa em que tempo possa ser. O que você criou é único, e é isso que importa.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.











