Da tempestade para a chuva

Quando eu falo em enfrentar uma tempestade, eu uso a retórica do que é uma tempestade para ilustrar o que são momentos difíceis e como a gente supera eles. Aí eu sempre digo que “depois da tempestade sempre vem um dia de Sol”. O dia de Sol pode até ter vindo como resultado da saída das dificuldades, mas ele veio só nessa retórica, porque dia de Sol mesmo, literalmente não veio por aqui. E porque? Chuva! Acordei nesse domingo com uma baita de uma chuva, aliás, há quanto tempo eu não tenho visto chuva por aqui, hein? Da tempestade para a chuva existem diferenças, a começar pela sua intensidade.

Tempestades são intensas. Chuvas são intensas. O que muda? O grau dessa intensidade. O quanto vai demorar? Vai passar? A gente sabe que vai passar! E assim a gente aprende a diferença da tempestade para a chuva.

Maio por essas bandas é começo de tempo chuvoso. Foi nessa que peguei uma dengue, afinal você pode fazer de tudo para eliminar os focos do tal do mosquitinho, mas vai dizer isso para quem mora nos arredores. Normal que ninguém acredite que um inocente insetinho de menos de 1 cm não vá fazer um estrago enorme. Mas faz. E tem como controlar.

O importante é saber aproveitar a chuva

Mas nada como uma chuva, para amenizar os dias de calor, e lembrar que por ora, o verão está bem distante, afinal, logo mais é inverno, logo mais são festas juninas. Para nós, um segundo Natal.

E bem, quanto as tempestades? Se eu já enfrentei várias, o que seria enfrentar uma tempestade literal, de verdade? Medo de trovão, esse eu só tive na infância. Mas hoje eu sei bem o que é um e não tenho mais medo.

E o que vem é chuva. E meios para se aquecer enquanto ela cai lá fora. A diferença da tempestade para a chuva é a sua intensidade. Quando vai parar, ninguém sabe, ninguém prevê. Mas sabe que passará.

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