A vida não era mole

O tema da minha coluna no Ônibus & Transporte mostra que a vida já não era mole e não é de hoje. Quis contar dos perrengues de onze anos atrás, quando eu ainda estudava Publicidade e Propaganda. De quando eu construía minha vida acadêmica. De como não é, não foi e nunca será mole se formar e trabalhar nessa carreira, mas na visão de um usuário do transporte público.

A coluna de hoje é mais uma lição para quem acha que os tempos de outrora foram bons tempos. Mas não existe tempo bom ou tempo ruim. Existe o tempo, e o tempo constrói o planeta no seu ritmo, mesmo acelerado como aqueles tempos eram, mesmo numa pandemia onde tudo teve que parar, e agora tudo retorna, mas não no mesmo ritmo.

Em mais uma parceria com a equipe do Ônibus & Transporte, posto a coluna da quinta-feira. Você pode vê-la aqui. Confira um trecho da coluna de hoje:

O tempo passou, algumas coisas mudaram – hoje a linha do Renascer é municipal – mas toda essa aventura me fez repensar muitas coisas sobre como a estrutura do sistema é péssima e como essas gambiarras prejudicavam a dinâmica dos meus trajetos. O que me faz falar com propriedade que a vida já não era fácil há onze anos.

Trecho de “A vida não era mole há onze anos“.

E se hoje tudo isso é possível, é para olhar para trás e ver que nada daquilo foi em vão. E jamais será. Porque ninguém vem no Planeta Terra à passeio e toda corrida tem seus obstáculos. Se engana quem diz que a vida é mole.

2 comentários em “A vida não era mole”

  1. Oi , gostaria de saber se a linha 201 ceasa voltará. ja q a linha 202 geisel esta fazendo seu percurso por dentro do rangel. e o que vcs acharam dessa mudança da 202.

    1. O problema do 201 foi a quebra do itinerário, que perdeu a lógica por conta do péssimo desenho do Viaduto do Cristo e das mudanças feitas no trânsito da Hilton Souto Maior; se rodasse hoje, teria de fazer um retorno imenso no José Américo para ir até a BR e teria um intervalo muito maior, não sendo mais vantajosa – a linha já arrudeava demais para chegar no terminal e poderia ser pior – o 502, por exemplo, sofre demais por conta disso e os intervalos enormes da linha se explicam por conta desse itinerário enrolado. Ainda vou falar mais sobre isso e sugerir alternativas mais viáveis.

      A transferência do 202 foi bem pensada e a linha ficou mais objetiva, já que a São Judas Tadeu é um subcorredor e elimina a sobreposição desta com o 2300/3200, o que explica a mudança. Também ficou boa por conta do baixo trânsito desse trecho para quem já usava a linha antes. Subcorredor é bom para linha assim.

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