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A alma do cartaz

Se você criasse um cartaz hoje para a cidade, o que ele diria?
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Se você criasse um cartaz hoje para a cidade, o que ele diria?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Se eu criasse um cartaz hoje para a cidade, eu queria, antes de mais nada, deixar uma mensagem com base no meu tripé editorial: arte, cidade e comunicação. Queria deixar uma mensagem que seja a de mostrar que cada um de nós podemos construir a cidade da nossa maneira. Que cada um de nós pode contribuir. Buscar a alma do cartaz é fundamental para, antes de qualquer coisa, criar o seu cartaz.

Essa é uma daquelas provocações que fazem uma mente criativa – e ao mesmo tempo inquieta, porque ela nunca deixou de ser – trabalhar em dobro. Traduzir um tripé tão forte (arte, cidade e comunicação) e a ideia da cidade como um organismo vivo em uma frase de impacto para um cartaz exige que a mensagem seja direta, visual e poética.

Como exploramos ao longo desta semana, para um cartaz de rua, o texto precisa ser lido e absorvido em poucos segundos por quem está de passagem, mas fincar uma raiz na mente de quem parou para olhar. Então, diante de um monte de aulas teóricas que eu passei para vocês ao longo desta semana, quis fazer uma aula prática.

Criei um cartaz provocativo, uma mensagem fácil de captar não somente nas palavras, mas também na forma. Afinal de contas, a gente passa na cidade e não se dá conta do universo de criatividade que existe ao seu redor. E quis isso: criar um cartaz com alma, como eu faço qualquer arte com alma. Então eu fiz esse cartaz meio rápido, mas quem sabe você entenda a mensagem.

Cartaz laranja com silhueta de cidade e o texto: A cidade te vê. A arte te traduz. A rua nos conecta

A minha mensagem foi assim: a cidade te vê no sentido de que ela é um organismo vivo, e ao mesmo tempo, você é parte da vida da cidade. A arte te traduz e traduz o conceito de uma cidade viva. A rua nos conecta, afinal de contas, ela é a veia, uma entre tantas veias e artérias desse organismo tão complexo e muitas vezes difícil de lidar.

Logo, eu não precisei imaginar como seria um cartaz que eu criaria para a cidade. Eu trouxe o cartaz. Porque revolução criativa é isso: não é simplesmente imaginar uma hipótese, e sim transformar essa hipótese num protótipo real daquilo que um dia você espera que seja realidade. Foi o que eu fiz, e bem, cá está o resultado.

É dessa forma que um cartaz tem alma. Mas o que seria essa alma de um cartaz? A alma não só de quem criou, mas de quem também está vendo, afinal de contas, a cidade é um organismo vivo, e ela própria tem alma. Ela está nas ideias, nos sonhos e nos objetivos de cada um. E está um pouco em cada um de nós que passa diariamente nas ruas.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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