Quando alguém ouvir seu nome, o que precisa vir à mente?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
O meu nome pode até ser complicado e diferente, mas foi o que a minha mãe me deu (juntando o nome dela com o do meu pai) e assim eu fui registrado. E já que esse é o meu nome, é com ele que eu vou construir – e sigo construindo – a minha marca. Não é um nome que eu posso perder ou um nome que eu possa mudar. É o meu nome. Nome que o meu site, ainda um blog, assumiu pouco depois do site completou um mês. E é desse modo que eu quero que os meus projetos sejam identificados, como uma parte fundamental de mim mesmo.
Construir a marca do meu nome envolve muito. E é uma parte fundamental das coisas que eu faço no sentido de que eu escolhi que fosse assim, mais pessoal, mais autoral. Muitas vezes envolve suor quando as pessoas acham que trabalho intelectual não cansa, mas em um calor desses, ainda mais esse calor inesperado de início de outono, muitas vezes você precisa se isolar no seu ambiente, e termina suando. Mas esse suor vale demais quando você está construindo um trabalho verdadeiramente autoral. Você entende isso melhor do que ninguém.
É o que precisa vir a mente quando alguém ouvir o meu nome. A construção de um patrimônio que pode ser pouco tocada se for fisicamente, muito visitada se for digitalmente. Todo dia tem construção acontecendo, todo dia tem um dia sendo vivido de cada vez. Para tudo o que é feito, para tudo o que é mostrado, mas nem tudo aparece direito. Os bastidores são intensos. O que existe aqui é o tripé aplicado na prática: arte, cidade e comunicação. É baseado nesse tripé que eu construo o meu legado e tudo o que nele vem acompanhado.
E quando o trabalho é autoral, é uma coisa que vem de dentro de você. Você idealiza, você planeja, você executa. Você está no controle de todos os aspectos e passos do seu trabalho. Você dá o seu toque de originalidade, e as pessoas sentem. Não existe nada mais original do que o seu nome, e essa é a mais natural das minhas marcas. É com ela que eu trabalho e é com ela que eu dou a minha assinatura em tudo aquilo que eu construo diariamente, não importa o que possa ser. É uma maneira de colocar as suas digitais naquilo que você constrói e que você acredita.
Quando alguém ouvir o meu nome, quero que saibam o que eu faço, o que eu sou e como eu quero que as coisas sejam. Quero ser conhecido pelo que eu estou deixando, pelo que eu vou deixar, e pelo que eu penso. Quero que as pessoas saibam que o meu legado não é apenas para mim, é para as pessoas. É sobre sonhos que a gente tem e muitas vezes não encontram espaço. E quando esses espaços não existem, você cria por si só. É assim que vocês me conhecem. E é assim que eu sigo construindo a marca do meu nome, afinal de contas, o que te identifica, ninguém pode te tirar.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.











