VETORIZANDO NOVAMENTE

Depois de um tempo de pausa com os cartazes virtuais, tirei essa manhã de domingo de Carnaval para voltar a fazê-los. Antes resolvi dedicar um tempo a fazer artes no papel, o que não quer dizer que dei um tempo nelas, afinal computador a gente fica um tempo, mas nunca o tempo todo. Com um papel e caneta pode-se fazer o que quiser e quando quiser.

Liberar a criatividade faz parte daquilo que eu quero ser. Já me decidi pelo caminho de criar e comunicar, e o próprio curso de Publicidade me fez descobrir que a área de criação era a que mais se identificava comigo. Não tinha jeito, já fiz um curso de desenho e pintura. Fiquei lá muito tempo. Três anos. Mas quando quis sair de lá, saí com a certeza de que queria que tudo aquilo que fazia não fosse somente para ser visto por ser visto. Queria que tudo aquilo que fizesse tivesse um sentido, uma mensagem, uma finalidade. E não tão somente a arte pela arte, isso a gente não precisa aprender nos bancos da escola. É uma coisa que a gente aprende com a vida.

A imaginação usada para o bem faz bem. E depende de imaginação, identidade e inspiração, pilares que vou mostrar nesses próximos cartazes virtuais, os quais não quis fazer tão apenas e somente por um impulso que poderia gerar combinações desarmônicas e sem sentido como muitas que vejo pelas redes sociais. Quis fazer algo que fosse agradável para quem possa ver, tanto que fazemos de tudo para que a página não fique poluída visualmente. Estou sempre a procura de tons equilibrados que possam proporcionar um resultado que fique agradável aos olhos e compreensível para quem lê. Essa é uma arte que mexe com vários sentidos.

E não são somente cartazes virtuais. Ainda estou criando em caneta, papel, miniaturas, etc. E abrindo espaço para novos criativos como tenho feito no Desenhos, Imagens e Mensagens, onde coloquei mockups com layout desenvolvido por um leitor do blog. A gente quer realizar sonhos. Sonhos de pessoas que querem ter a sua arte e seu trabalho reconhecidos. Sonhar é também que ajudar o leitor a sonhar.

O que move o que eu faço é isso: a imaginação, a ousadia. Porque tudo o que faço tem um sentido e uma inspiração. Reconhecimento, essa é uma consequência do trabalho que você faz. Se demorar para um dia eu ver um trabalho com a marca “Companhia Ideias” nas ruas, tudo bem. Vou sonhando e aperfeiçoando para chegar lá e fazer bonito.

E vamos que vamos, porque já escrevi demais. Agora é hora de colocar as ideias em prática!

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