Cá estou eu em mais um destaque de uma madrugada qualquer de junho. Tô aqui na base, mais conhecida como computador do quarto, onde tudo acontece, desde às 18 horas de ontem. Diferente da maioria dos brasileiros, eu sequer assisti o jogo de estreia do Brasil na Copa.
Foi 1 a 1 contra o Marrocos. É, eu não perdi nada.
E ainda entreguei a ordem do dia antes do horário habitual porque o outro trabalho que existe e que poderia ocupar simplesmente não aconteceu, talvez porque os editores dos sites estavam assistindo o jogo. Hoje tá tudo mais folgado.
Mas logo essa folga vai acabar. Logo mais ainda tenho que fazer mais dois lances de #SetePerguntas. Ainda deu para subir o último vídeo da #FolhaColorida mais cedo. Talvez adiante outras coisas.
Talvez eu já tenha escrito algum destaque de uma madrugada de junho e eu nem lembro, de tantas coisas que eu já fiz e eu pensei: porque eu não colocaria um “outra vez” entre parênteses para diferenciar? Talvez funcione. Deu certo, eu diria.
Este foi apenas mais um dia. Um dia qualquer, que poderia não ser um dia qualquer. Mas que eu poderia contar e de certa forma é um destaque de uma madrugada qualquer de junho.
Outra vez, e outra vez, porque sempre vai acontecer de novo em algum momento. Em uma madrugada qualquer. Que é o que eu estou contando no momento, porque me sobrou tempo.
Quem dera se outros dias fossem assim. Mas a rotina é a rotina. E ela anda cada vez mais intensa.
Ainda há mais por fazer, e é hora de dormir, descansar, ouvir uma música para adormecer e sei lá mais o que eu vou fazer. Logo mais estou por aqui de novo. Em uma rotina intensa que eu escolhi que fosse assim.










