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#ContentTalks: Racionalizando as redes sociais

É racionalizando a minha presença digital que eu quis que a minha mensagem chegue ao público-alvo correto. Para isso, duas redes sociais foram eliminadas da minha estratégia.
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2024 é o ano do foco. Foco total no crescimento e nos objetivos que eu preciso atingir, mas sem precisar atirar para todos os lados. E isso passa pelas minhas redes sociais. É racionalizando as redes sociais que eu começo o novo ciclo de trabalho, trabalhando nas mais relevantes e onde o público realmente está. O foco é e precisa ser em pessoas, onde elas estão, o que elas querem ver, e que isso se traduza em feedback.

E como as minhas principais redes sociais já alcançaram ou estão próximas de alcançar 1000 seguidores, resolvi, como bem disse acima, racionalizar o meu trabalho nas redes sociais e focar justamente nas principais e mais promissoras. Tanto que desde o último sábado, trabalho com duas a menos.

Saí do Kwai e do Koo. E eu vou explicar melhor as razões que me fizeram sair dessas duas redes sociais, que ok, eram atualizadas como as demais, mas não tinham o engajamento que eu queria. Todas as demais tem a possibilidade de trabalhar com os públicos-alvo do site, e com potencial de crescimento.

Agora, todas as redes sociais com as quais eu trabalho são as que estão na minha árvore de links. Com duas redes a menos. Afinal, como bem dizem, menos é mais. Mais trabalho onde realmente interessa.

Saída do Kwai

A primeira até então era a rede social com o maior número de seguidores entre todas (posto que agora passa a ser do X, antigo Twitter). O problema era o foco zero na comunidade artística e pouca possibilidade de os seguidores de fato estarem interagindo, ou seja, compondo número. Por exemplo: eu recebo várias curtidas no X de pessoas que de fato seguem o perfil ou público-alvo. YouTube e TikTok a mesma coisa. Afora o Instagram que me conecta com todas as tribos que eu estou e estive.

No Kwai isso não acontecia. Além dos 2 mil seguidores comporem número, não parecia que eles realmente interagiam. Os comentários eram robotizados, vários usuários postando o mesmo texto e nenhum deles focando no tema de cada vídeo. E olha que no TikTok e no YouTube, eu recebo vários tipos de comentários sobre os desenhos, e algumas críticas também, mas todos eles focam no tema! Eu sei que são humanos comentando ali, enquanto no Kwai, pareciam ser meros robôs.

Também pesou a pouca disponibilidade de músicas, diante da “originalidade” exigida: ainda que os vídeos fossem meus, eu tinha muitas vezes que colocar músicas diferentes. Dei até um jeito de colocar as mesmas músicas dos demais vídeos, mas já tinha me convencido de que ali não havia muito o que se fazer diante de como a rede social é em termos de conteúdo.

Diante disso, as redes sociais de vídeo são aquelas que desde então passaram a ser divulgadas nos posts de arte: YouTube, TikTok e Instagram.

Saída do Koo

A saída do Koo foi pelo fato de não encontrar potencial de crescimento na rede. Ela teve o seu hype por conta dos primeiros problemas do Twitter, que depois virou X, mas a rede social que era do passarinho e passou a ser de Elon Musk vai sobrevivendo firme e forte, e eu consegui fortalecer a minha rede. Afora, mais uma vez, não encontrar o público-alvo ali. Eu consigo encontrar o público no Mastodon e até no Bluesky, mas não consegui obter esse êxito no Koo.

No fim, até consegui me consolidar no Threads, e olha que a rede tem o Instagram como base. Fiquei, desse modo, nas mais promissoras e onde eu realmente tenho um certo contato com meu público-alvo. O que eu quero é me conectar com pessoas reais, com propósitos reais e objetivos reais. E eu avaliei cada rede direitinho para isso, não só aquelas que eu obtive esse sucesso, mas aquelas que me conectam ao próprio site.

Diante disso, esta foi mais uma rede social encerrada para mim. As redes sociais de texto curto onde eu sigo são o X, o Threads e o Bluesky.

Menos é mais

Com as decisões devidamente tomadas, eu posso dedicar um pouco mais de tempo para outras coisas que eu quero e preciso fazer para continuar desenvolvendo o meu projeto, na certeza de que eu estou alcançando os alvos certos. Afinal, você não precisa estar muitas vezes em todos os lugares para alcançar o seu público: você precisa estar nos lugares certos. E eu tenho certeza de que eu tomei a decisão correta para as minhas estratégias de 2024.

Afinal de contas, menos é mais, algumas coisas eu consigo atualizar no braço, outras no IFTTT, e em todas elas eu estou perto de quem eu quero alcançar, sejam os profissionais do LinkedIn, a comunidade artística no X, vários públicos locais e um pouco mais disso no Instagram, e por aí vai. Quero que vocês saibam que eu estou e eu sempre estive aqui, no lugar que eu construí, mas mais importante do que as redes sociais, fundamentais para difundir o meu projeto, é o meu site.

E é isso. O ano começou com novas estratégias, e assim a gente vai se organizando, e ao mesmo tempo racionalizando. Desinstalar os aplicativos das redes que eu excluí fez bem até para os meus aparelhos. E para o tempo que eu economizo com duas redes a menos para atualizar. Algumas, o IFTTT cuida para mim. E de resto, eu sigo nas redes sociais onde eu sei que vou encontrar as pessoas com as quais eu quero me conectar.


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