A saudade que nunca senti por sempre estar aqui

No post anterior, eu falava sobre o foco que o Instagram parece perder por não saber como acompanhar a concorrência acirrada das redes sociais, em especial a de vídeos curtos. Muitas pessoas até tem saudades dos blogs. Mas eu te digo, chega de saudade! Os blogs não morreram. A maior prova é justamente o próprio fato de você ler este texto num blog. Sim, este é um blog! Há quase 13 anos ininterruptos eu tô aqui editando textos, multimídias, estando aqui no meu trabalho de lobo solitário, mas sem perder o meu foco.

Sou vários em um, mas o que me move são as palavras. Minha missão é juntar várias delas em ideias das mais variadas possíveis.

Comecei esta página quando ninguém pensava nisso, muitas vezes não tinha vontade de editar, muitas vezes ia no modo turbo atualizar, hoje é um blog mais profissionalizado e muitas vezes é um reflexo dos meus comportamentos e das minhas impressões, a cada época que eu vivi.

Do texto do ensino médio até a última atualização do WhatsApp, todas as minhas fases estão em um único lugar em quase 4000 textos sobre o que um dia desses era qualquer coisa até o seu total foco na sua carreira.

Os blogs não caíram em desuso, jamais!

Enquanto se proliferavam os blogueiros sem blog, porque não basta estar numa rede social para ser um blogueiro, eu e tantas outras pessoas estávamos aqui, na batalha, produzindo, porque sempre haveria uma demanda para atender. Porque isso aqui nunca sai de moda.

Pesquise, seja fã, siga um blog. Pode ser o meu, pode ser o assunto do seu interesse. E se você tem interesse e quer compartilhar, comece um! Há meios fáceis para começar de graça como eu comecei, e depois ir evoluindo até poder pagar uma hospedagem como eu tô fazendo agora porque eu quero trabalhar com uma apresentação profissionalizada, como estou fazendo agora.

Sei que você está lendo esse texto, porque senão não estaria escrevendo. E se você chegou até aqui, é porque você encontrou sentido nas palavras e quis descobrir mais alguma coisa nos tantos atalhos que esta página na internet sobre as coisas que eu trabalho fala.

Foi assim que eu me apaixonei pela comunicação, pela redação e pelas palavras. Porque eu sentia falta das impressões que tivessem identidade. E se eu não encontrasse, eu mesmo fazia. E olha eu aqui, teimoso há quase 13 anos, fazendo um sonho acontecer. Olha como esse sonho cresceu, como cresce a cada dia.

Tudo o que eu faço faz sentido porque esta página está no ar

Você pode me encontrar nas redes sociais, produzindo, tirando fotos, gravando vídeos como eu comecei a gravar recentemente. Tantas pessoas não podiam ouvir a minha voz ou me ver falando. E sendo eu mesmo. Mas se eu estou em todos os meios, até esses mais novos, é por causa dessa página aqui.

Senão, nada disso faria sentido se não dispendesse um pouco do meu tempo para pesquisar assuntos e transformar em impressão que os leitores leem.

O blog é um formato vivo! E que se reinventa com as épocas. E é justamente um, este aqui, a mola-mestra de todo o meu trabalho. Porque uma rede social tem a mesma cara para todo mundo. Um blog é o seu mundo, do seu jeito, com seu tema, sua marca, suas cores, seu reflexo para o planeta.

E o que um blog entrega é justamente personalidade. Eu, editor, redator, um faz-tudo quase, falando para quem quiser ler. É essa a essência que ainda não encontrei em uma rede social. Mas tô lá, vendendo meu peixe.

Porque é assim que eu vivo, para que mais tarde, quem sabe, você mate a saudade.

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