A INFORMAÇÃO E A SENSAÇÃO DE SER PARTE INTEGRANTE DO MUNDO

No mundo de hoje, você pode acessar informação de todo lugar. E porque não produzir também? Gerar informação da fonte é um dos reflexos do mundo moderno, onde mais do que espectadores, somos agentes. Há vantagens e há também os seus excessos.

Com os celulares de hoje, qualquer coisa que você grave prchega ao vivo em qualquer celular. O sentido do ao vivo é justamente aquele de enviar uma foto na hora ou um texto como esse para alguém próximo ou para um grupo inteiro, quiçá o mundo inteiro! Não quer esperar um minuto sequer para contar as novidades do dia.

Quando que há 11 anos atrás eu ia imaginar escrever assim? Nos anos 2000 você tinha que esperar pacientemente para poder editar um texto, e haja folhas de caderno para lembrar. Hoje posso usar um aplicativo de celular para escrever textos e até publicar no blog, coisa que eu estou fazendo neste momento. O mundo está prático, embora um pouco acomodado. A necessidade de se mexer e de inovar é grande num mundo onde o raciocínio rápido impera.

E também há o literalmente ao vivo, quando você faz uma live. Celular é um emissor e receptor ao mesmo tempo. E a linha que divide cada atribuição é mínima. Não nos contentamos só em receber informação; queremos produzir também.

Quando produzimos informação, as vezes nem tomamos cuidado com os excessos. Porque eles existem tal e qual em qualquer categoria. Muitas vezes se algo é extraordinário, precisamos verificar e checar a verdade antes de sair espalhando por aí. Segura e vai com calma.

A informação nos conduz a essa sensação de ser parte integrante do mundo. É a sensação de querer participar de um mundo onde até então a gente só podia assistir passivo a tudo o que acontece, sem sentir-se efetivamente parte daquilo.

Queremos participar. Ao vivo. Da história do mundo. Mas sabemos muito bem o campo minado em que pisamos