Que tipo de projeto representa melhor essa nova fase que se inicia?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
Tempo, recursos, enfrentamento a procrastinação, novos softwares, aprendizado, de quantas coisas uma revolução criativa é feita? Ela não é só um projeto de uma marca, ela não é um projeto isolado. Ela é um conjunto de coisas que juntas podem transformar uma realidade até então estabelecida, e mais do que isso, podem transformar realidades. Poderia definir a revolução criativa como um conjunto de projetos que definem essa nova fase que eu estou vivendo em todos os aspectos. Mas eu queria destacar justamente isso: que projeto me motiva nessa nova fase. Que projeto me faz querer dedicar o meu tempo. O que realmente me move e justifica esse conceito de revolução criativa.
Um dos meus maiores objetivos, que vai além do conceito de revolução criativa, é sobre deixar uma marca no mundo. Talvez não apenas uma marca, várias marcas. E até o final da década passada eu trabalhava com isso. Ainda que eu tenha deixado de trabalhar com design e identidade visual há quase sete anos, eu nunca deixei de criar, até porque ninguém perde a prática, ninguém se perde no caminho, ninguém deixa de fazer o que mais gosta, apenas precisa fazer uma pausa para recalcular a rota, entender o que precisa melhorar, estudar ao máximo para voltar melhor do que um dia já se foi. E é isso que eu estou fazendo e que explica porque os meus projetos visuais são as estrelas dessa revolução.
Foi assim que eu voltei a criar as minhas marcas. Nesse retorno, crio marcas fictícias. Poderia dizer “marcas que não existem”, mas eu as fiz existir, fictícios são os negócios, esses sim não existem, para que eu chegue afiado para criar marcas para negócios que existem. Para sonhos que existem. Para ideias concretas. Criar marcas é, de certa forma, se conectar com esses sonhos que as outras pessoas tem. E entender melhor o que elas querem, afinal, um negócio surge da necessidade de entender a “dor” dos clientes que procuram algo que eles nunca encontram, e quando a solução não surge, ela é criada. É assim que empreendimentos nascem, e é aqui que eu entro para desenvolver a identidade desses empreendimentos.
Já desenvolvi marcas. Já criei ideias. Fiz um monte de coisas. Tudo isso em um passado não muito distante, que não pode ser mais distante. Em um dado momento, precisei fazer uma pausa. Agora eu me sinto mais disposto para retornar ao que eu fazia, melhor do que eu já fiz. Se eu me sinto pronto? Sim, eu já estava pronto para realizar os meus objetivos, e entendi que sim, o momento é agora de deixar as minhas marcas no mundo. Ninguém perde a sua curva de aprendizado, ninguém se perde no caminho, e é com essa vivência e com as experiências que eu acumulei ao longo do tempo que me sinto à vontade para voltar a fazer uma das coisas que eu mais gosto de fazer.
É o projeto de design e identidade visual o que melhor representa essa nova fase que eu resolvi chamar de “revolução criativa”. Que não se resume somente a essa parte do meu projeto. Se traduz em todo um ecossistema criativo que precisa ser melhorado e constantemente aperfeiçoado. A mudanças que precisam ser feitas. A objetivos que precisam ser cumpridos. Eu estou pronto para os novos desafios que virão e sei que, daqui em diante, nada mais será como antes. Desde já reforço o meu convite para que vocês acompanhem toda essa trajetória criativa. Afinal, como eu sempre gosto de dizer, a revolução criativa está em curso, e ela não vai parar.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.











