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O que o erro revela sem briefing

O que o erro revela quando não existe briefing?
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O que o erro revela quando não existe briefing?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

A gente tem aquela mania de fazer as coisas de maneira bem milimétrica e planejada, sem cometer um erro sequer, muitas vezes até com medo de errar. Mas muitas vezes a gente erra, e o erro revela muito quando esse planejamento que tanto a gente preza para executar os nossos projetos simplesmente não existe. Tem coisas que nem precisam de planejamento: elas simplesmente surgem. Outras tantas, a gente vai corrigindo, na necessidade de entregar o melhor que a gente pode. E entende que, quando a gente cria sem roteiro e sem briefing, a possibilidade de errar pode até ser alta, mas faz parte do roteiro do que não tem roteiro.

Muitas vezes a gente tenta esconder as nossas falhas, e muitas vezes fracassa nesse sentido. Por isso eu quero te dizer uma coisa: não se sinta assim, não sinta que fracassou. Não entenda que um erro seja sinônimo de fracasso, não é necessariamente! A gente está propenso aos erros e a entender que é necessário recalcular a rota se for possível. Muitas coisas existem hoje como correção dos erros que a gente cometeu. Quantas coisas a gente precisou aperfeiçoar por causa de um erro que a gente cometeu na trajetória de criação. Nada nasce pronto e quase nada surge na primeira tentativa. Já pensou se tudo o que a gente quisesse criar surgisse de cara numa tacada só? Que bom seria. Mas nem sempre é.

Muitas vezes, a gente precisou tentar várias vezes até acertar, e talvez esteja aí a graça da criação: existem coisas que a gente tenta fazer um monte de vezes, e essas coisas que a gente faz um monte de vezes fazem parte das tentativas que a gente faz de criar algo que pode parecer insignificante para muita gente, mas para nós é a coisa mais revolucionária do mundo. Faz ideia do que eu estou falando? É sobre tentar quantas vezes forem necessárias até acertar. O erro revela isso: o nosso esforço, a nossa vontade de tentar. Porque toda criação começa da tentativa: se a gente não tentou, como é que a gente vai descobrir o extraordinário?

O erro revela muitas coisas. Mas nada pode terminar neles. Não é em um erro que a gente comete que um plano termina ou faz com que a gente simplesmente largue aquilo que a gente queria fazer, mas muitas vezes não consegue. Vai tentando até conseguir, o segredo é esse, e se tiver que errar, faz parte. Erros não são meros defeitos. São sinais que a gente precisa tentar de novo, de novo e de novo, até acertar, até a gente conseguir. Porque se a gente chegou até aqui na base da tentativa e erro, isso significa que a gente não deixou de sonhar, a gente não deixou de tentar. A gente tá na batalha em busca do que a gente entende que é ideal.

O esforço se revela nos erros que a gente comete quando transforma o que está na nossa cabeça em realidade, sem plano, sem briefing, sem um norte claro. Significa que o que é real não pode esperar para assim se tornar. Significa que a gente é inquieto sem medo do que vai acontecer. A gente tem a oportunidade de rever muitas coisas e corrigir. E assim a gente pode realizar os nossos sonhos, sem medo de falhar, entendendo que faz parte. E o jogo segue, porque tem que seguir, e precisa seguir, afinal, a gente cria sem roteiro muitas vezes, porque é do nosso instinto. E se tiver que errar, a gente corrige. E segue o baile.

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