Esta é mais uma minicoluna que está sendo escrita na base da correria. A minha vida é na base da correria. Não seria para menos que a minicoluna de hoje fosse na base da correria, afinal de contas, esta é a minha vida.
Mais uma minicoluna na área, no estilo, do jeito que você gosta, bem leve, bem espontânea, bem aleatória, e vamos que vamos sem pressa, se é que isso é possível na base da correria, e bem, eu não vou encerrar a frase com as mesmas palavras.
Vamos para mais uma minicoluna?
Hora de relembrar a semana passada!
Que tal relembrar a minicoluna da semana passada?
Simples, meus amigos, é só clicar aqui.
Mais apertrechos
No começo do mês chegou o monitor, na base do plano B porque o plano A falhou, e faltou uma coisa: caixas de som. A parada foi resolvida nesta semana, e eu tenho caixas de som.
Agora posso ouvir melhor os áudios dos vídeos que eu edito.
Eu disse mais apertrechos?
Comprei um suporte de celular, coisa boba né?
Fale isso para quem opera o celular ao mesmo tempo que o computador e tinha que usar ao nível deitado na mesa. Prezo pela minha coluna.
O celular torna coisas possíveis…
…que o computador não é capaz ainda, não que tenham inventado.
Ainda não posso postar um vídeo com trilha básica nas redes sociais, nem postar stories com stickers.
É suporte menor, tá?
Não confundir com o suporte alto que eu comprei para usar o celular para gravações.
É aquele azulzinho que eu uso toda sexta-feira no Luneta Sonora.
Melhorias e melhoras
Tudo isso para que o meu home office, se é que eu posso chamar assim, fique ainda mais caprichado.
Vem mais melhorias e melhoras por aí.
Artes digitais
Já viu esse estilo todo diferente de artes digitais? É carnavalesco? Pode ser, herdei esse estilo das artes de Carnaval.
Achei que ficaria bacana na rotina diária.
Hora da errata fast
A hora da errata estreia sua versão fast aqui na minicoluna. São erros fáceis de corrigir.
Como o do #TrendTalks de ontem que eu esqueci de postar a arte de cabeçalho. A divulgação foi toda com a arte da semana passada e eu nem notei – o gabarito é o mesmo.
Diário – e contador – da Feira (quem não para é o contador)
A obra do Mercado do Rangel, que deveria ter sido finalizada no mês passado, agora parece estar em um concurso de “estátua viva”. Como comentei na minicoluna anterior, é impossível prever o imprevisível, ainda mais quando a única certeza é a incerteza. O movimento por lá? Quase tão raro quanto fila em banco vazio. Para falar a verdade, quase nenhum.
Com certeza vai aparecer vereador para registrar o canteiro mais parado que relógio sem pilha (já apareceu pré-candidato). O contador, que marca os dias da obra desde 7 de maio de 2024, data em que ela realmente começou, está prestes a estourar de novo. Para os desavisados, o show de efeitos visuais só termina quando o número chega aos 800.
A obra parou, mas o relógio vai continuar correndo.
Clássicos do site
O trabalho de curadoria mais longevo deste site continua firme, forte e atemporal.
Como as frases que eu trago todas as semanas.
Correndo, eu cheguei lá
Muitas coisas a gente consegue na base da correria, e uma delas é terminar o seu trabalho da melhor maneira possível. E eu posso dizer que sim, eu consegui, na base da dificuldade, mas ao mesmo tempo, na base da correria.
A minicoluna retorna na quarta-feira que vem, espero que sem correria dessa vez, mas se ela for necessária, não tem problema, eu vou encarar. Estou com vocês todos os dias no site e nas redes sociais, e nas sextas-feiras no Luneta Sonora. E vamos que vamos!










