Que elementos urbanos mais influenciam suas decisões criativas?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
Olhar para fora e ver o quanto as coisas são incríveis e realmente podem inspirar decisões criativas. Mas não, não precisa ser por aqueles locais que todo mundo conhece. Olho para as ruas, para todos os cantos, e vou em busca daquilo que inspira a minha criação. Ela está em lugares que você costuma passar, mas não costuma reparar. Está em lugares que você muitas vezes ignora. Não está onde todo mundo enxerga. Afinal de contas, se todo mundo enxerga algo extraordinário em algum lugar, esse lugar para mim deixa de ser extraordinário. Eu mesmo posso fazer o meu extraordinário em qualquer lugar.
É sobre olhar o que ninguém vê, ora por não ter tempo, ora por ignorar mesmo. Eu nunca vou na onda, eu sempre desconfio, e sou enérgico quando insistem em uma coisa que querem me empurrar goela abaixo. Porque eu sei que não é boa. Você costuma olhar para uma rua movimentada, para o trânsito, para as casas, para tudo ao seu redor. Mas com que olhos? E como você acredita que as coisas podem ser diferentes, se você mesmo acredita que elas poderiam ser do jeito que elas são? Talvez exista um conflito dentro de nós que pense sobre isso, e antes de qualquer coisa, a gente precisa resolver esses conflitos.
As minhas decisões criativas são sempre influenciadas pelas coisas que ninguém vê. Que muita gente ignora por causa de coisas que vão se voltar contra elas mais para frente, enquanto o que realmente interessa é ignorado. Eu não costumo ignorar nada, e sou bem questionador sobre as coisas que tentam fazer unanimidade. Mas eu sei que eu preciso questionar. Faz parte das minhas decisões criativas, afinal de contas, a criatividade é a solução das coisas que a gente tenta encontrar solução, mas nem sempre acha naquilo que acredita ser óbvio. Basta apenas uma coisa: usar a cabeça, e pensar direito em como você pode tomar as melhores decisões, baseados em pura e simples lógica.
A revolução criativa que eu coloquei em prática e está em curso é sobre isso: viver. Entender o lugar onde você está, entender o lugar de onde você veio. Mas não dizer que se é. Mas viver efetivamente, ser parte importante, ser ativo, não um mero espectador. Você é mais do que isso, você é uma peça importante para a cidade que a gente quer construir, para além do visual. Quem quer revolucionar não pode somente assistir, precisa agir. É sentir o pulso e ser elemento ativo. Você está aqui por uma missão e um objetivo. E sabe que você é muito importante para a revolução criativa. Porque ela é feita de pessoas, não foi feita de uma pessoa só.
E é sobre isso. O movimento está em todo lugar e é o elemento urbano mais fundamental para as minhas decisões criativas, além de tudo o que o movimento constrói por onde ele passa. Por onde você passar, você vai sentir a cidade. Mas não sentir de qualquer jeito, e sim se sentir parte da cidade, que é uma coisa que muita gente ainda não pratica direito, pelo menos é isso que eu acho. Porque não é sobre viver na cidade, é sobre viver a cidade, e muitas vezes a gente fala numa cidade onde a gente nasce, mas não vive. Fala só daquilo que não viveu ou acha que viveu. Eu procuro viver ao máximo e transformar isso em inspiração. Se eu pensar diferente e agir diferente do comum, sei que eu posso conseguir.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.











