O ano começou, se bem que eu já fiz um monte de coisas e já disse isso um monte de vezes. Todo dia é um novo passo dado, e quatro passos talvez não sejam suficientes para se definir como é que um ano vai ser, mas se fosse, será que eu diria que seria um ano promissor? Será que eu teria tempo de recalcular a rota? Começa pelo “será”, quantas vezes eu disse “será”?
Nem me importaria tanto, se eu não fosse tão observador e pensasse comigo mesmo: será que esse vai mesmo ser um ano promissor? Talvez porque nem eu acredite. Talvez porque eu soube planejar. Talvez porque eu soube mergulhar de cabeça nesse novo ano e na busca de um novo objetivo diante de uma revolução criativa. Talvez, bem, quantas vezes eu disse “talvez”?
Será, será, talvez será. A gente duvida do que fez até aqui e se permite ter o benefício da dúvida de, sei lá, acreditar que é possível. Eu mesmo acredito, e olha que eu já fiz várias coisas no começo desse ano que talvez eu pense: será que foi assim mesmo? Será que vai ser assim nesse resto do ano? De novo ele, o “será”…
E quando tiver que ser, será, afinal, cada dia é um novo passo, e em tão poucos, pude fazer muito. Mesmo que eu duvide de mim mesmo, afinal, a gente muitas vezes nem acredita na capacidade dos nossos passos e nas ideias que a gente nem acredita que consiga realizar da maneira mais rápida possível, afinal, eu consegui. E nem sei como.
Tudo o que eu mais preciso é sair do campo do “será” e do “talvez”. Não temos mais tempo de errar, o que precisa ser feito já foi, e agora é hora de colocar os planos em prática, afinal, todo dia é um novo passo, e um passo é feito de vários passos. Que constroem o tamanho do ano que a gente vai deixar de legado assim que ele terminar. E começar tudo de novo.











