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Criação sem pressa

Como desacelerar pode tornar o processo criativo mais sincero e menos automático.

Há um mês, dei início a minha revolução criativa. Voltei a criar com potência máxima, se é que em algum momento eu parei, mas eu estava afastado da parte mais comercial da coisa. Sei que foi necessário desacelerar, mas agora eu sei como criar da maneira mais sincera e menos automática. E desde já, eu estou fazendo isso, melhorando o meu processo de criação e preparando para um novo tempo.

Mas eu sei o momento de dar os passos certos e não quis ter pressa, afinal, estamos em um período de final de ano e é claro que muita gente está com a cabeça nas festas, nas celebrações e já já é janeiro, o momento certo de recomeçar para muita gente. É por isso que eu estou dando os passos que eu preciso agora.

E como eu estou fazendo isso? Treinando. Para além do computador, desenhar no tablet, onde eu consegui um programa vetorial. Fiz várias marcas fictícias tanto no tablet quanto no computador e apresentei sete delas nas #SetePerguntas. E assim, eu fiz coisas que até então não imaginava que seriam possíveis.

Essa vai ser a marca do próximo ano: deixar marcas. Se nesse ano eu consegui um lugar reservado para tornar sonhos possíveis, no ano que vem quero tornar marcas reais e sonhos ainda mais possíveis. Para isso eu não preciso ter pressa. Preciso ter paciência, que as coisas vão dar certo e tudo vai se ajeitar da maneira que eu espero.

Tudo no seu tempo, no aprendizado que o tempo trouxe. E agora, eu me sinto pronto. Logo eu vou colocar as minhas ideias em campo, e bem, o que você está vendo nesse momento é apenas o aquecimento, diante de todas as possibilidades que a criação vai me trazer nos próximos anos. Para isso, é só seguir treinando e ensaiando.

E é isso que eu vou fazer, afinal, não há tempo a perder quando se quer deixar uma marca no mundo. É assim que eu começo a semana de celebrações dos 17 anos do site, do Natal e me preparo para fechar o ano com a expectativa de que o ano que vem será melhor em todos os termos. Porque o ano da virada, esse já foi.

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