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A revolução criativa na memória

Quando você olhar para 2026 no futuro, o que precisa ter mudado para justificar o nome “revolução criativa”?
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Quando você olhar para 2026 no futuro, o que precisa ter mudado para justificar o nome “revolução criativa”?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Quando eu olhar para 2026 no futuro, eu vou me lembrar do que eu fiz, diante dos frutos que eu colhi diante da iniciativa que eu tive, ainda no final de 2025. Das noites de sono que eu perdi. Das tardes que eu dormi brigando para que isso não acontecesse. Das crises de ansiedade e de tudo o que eu fiz para que nada me atrapalhasse nessa caminhada. Toda revolução começa assim, inquieta. Mas ela acontece, não só pela vontade que a gente tem de mudar. Acontece porque precisa acontecer, da vontade de melhorar, da vontade de fazer diferente. Quem me conhece sabe do quanto eu sou inquieto e que eu não vou parar até conseguir atingir os meus objetivos. E eles não são meros planos de Ano Novo.

A revolução criativa não é uma expressão que eu criei em cima do laço. Nem da boca para fora. Nem uma expressão solta. Ela tem um motivo, ela tem uma razão de ser. Ela é um propósito, uma mudança, um objetivo. Ela passa pelas atitudes, pelo movimento, por pequenas coisas que ninguém nota para que as grandes coisas sejam notadas lá na frente. Grandes coisas que justificam que esse movimento em curso seja chamado de revolução. Porque o que muita gente enxerga grande, começou pequeno e muitas vezes imperceptível aos olhos e a rotina diária que nem imagina que será impactada com esse movimento. A revolução começou em um quarto sem ninguém notar.

E quando eu digo que a rotina será impactada, não é apenas a minha própria. É a rotina do que está ao seu redor. Do outdoor da esquina, da placa da loja, do muro, do anúncio da rede social, da marca de um pequeno ou grande empreendimento. As marcas que eu tanto quis deixar no mundo. A revolução criativa fica na memória através das marcas que serão feitas e farão parte do cenário das cidades. Fica na memória de tudo o que é feito para o ambiente digital. Na memória da influência pela qual vai passar o próprio processo criativo. É a criatividade como diferencial em um mundo muitas vezes uniforme. É como a gente vai usar a criatividade. É como a criatividade destaca um projeto, um negócio, uma marca.

O ano de 2026 vai e precisa ser lembrado por tudo isso que eu construí e que eu resolvo chamar de “revolução criativa”. E não por acaso. Porque a vontade é grande de fazer diferente. A vontade é imensa de transformar o mundo ao meu redor. De entender que você não é apenas um mero espectador, que você está nesse mundo por um objetivo e você precisa correr atrás desse objetivo. É sobre as metas que você tem, os projetos que você construiu. Tudo isso tem um sentido e um legado, e tudo o que você precisa fazer é construir esse legado para que as pessoas saibam quem você é e o que você faz. Porque você pode fazer diferente, você tem o poder de transformar. O poder de deixar a sua marca.

Este é o momento e este é o movimento. E é por isso que eu resolvi chamar esse movimento de “revolução criativa”, para trazer impacto, para trazer motivação. Porque nada mais será como antes, tudo o que eu mais quero é inserir cada vez mais a criatividade na minha rotina, de maneiras completamente diferentes e até melhores do que ela já faz parte habitualmente. É melhorar, é inventar, é transformar, partindo da necessidade de que criatividade é tudo o que o mundo ao seu redor precisa para ser um lugar melhor para todos, um lugar que se destaque e um lugar onde todos possam se sentir acolhidos. É esse o meu objetivo e eu já comecei a ir atrás. A memória começa a ser construída agora. E não há tempo a perder.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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