Que tipo de arte você só faz quando não há expectativa externa?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
Todo tipo de arte que eu faço, eu faço sem expectativas. Porque eu entendo que por trás daquilo que as pessoas chamam de expectativa, existe pressão, e eu não quero me sentir pressionado. Isso é uma coisa que eu quero fazer sem esperar muito, esperando que as coisas sejam diferentes. Sei que eu preciso melhorar em muita coisa, mas eu quero melhorar fazendo o que eu sei de melhor: criar. E todo tipo de arte eu faço sem esperar expectativas, como as artes digitais, que estão dentro da minha rotina diária e não espero grandes coisas a não ser criar o que eu considero uma marca registrada do meu trabalho.
Faço as minhas artes diárias em busca de criar uma rotina, de entender que essa rotina é a que te move, e é a que te identifica. Foi sem planejar que eu planejei e criei hábitos, como o de estabelecer uma agenda semanal e vários temas que me servem de baliza a cada semana, entendendo que cada dia tem uma cara, um rosto, um aroma, como o café das segundas-feiras que traz uma tranquilidade que eu procuro depois de um fim de semana agitado. É por meio dessas vivências que eu crio as minhas marcas, e as expectativas vem com tudo praticamente pronto, mesmo que muitas vezes em cima do laço, como nesse dia de hoje que muita coisa está sendo feita na base da correria. Mas mantendo a calma que é necessária.
Muitas vezes algumas coisas são feitas na base da emoção, muitas vezes em cima do laço, mas eu sigo na minha aventura diária, porque eu entendo que assim as pessoas irão me conhecer melhor do que em um vídeo solto. Criar hábitos faz com que as pessoas entendam o seu propósito. Talvez eu não espere grandes expectativas ou uma expectativa externa. O que eu faço, eu faço em busca do meu espaço e daquilo que eu acredito que seja meu. Porque não pode ser para poucos o que foi feito para todos. A expectativa pode vir, mas eu não preciso necessariamente esperar. Quero só que ela venha sem avisar.
Muita gente entende que pode ir além atirando para todos os lados e muitas vezes acertando lugar nenhum, mas eu resolvi que as coisas seriam diferentes. Não começar de qualquer maneira, não fazer as coisas de qualquer maneira, talvez aqui esteja o começo daquilo que eu espero ser um caminho coeso e de estabilidade. É não se preocupar em fazer algo que vai superar o melhor resultado que você já teve, é fazer com que você se adapte a rotina e entenda que o sucesso não vem das coisas mais extraordinárias, vem de algum momento da sua rotina, quando menos você poderia imaginar que pudesse vir.
A expectativa vem do extraordinário, e nem sempre as minhas coisas são extraordinárias quando elas são inseridas em uma rotina diária. Mas eu tento, de certa forma, transformar cada arte que eu faço em alguma coisa que supere as expectativas que eu espero delas, afinal, são coisas que eu sempre faço, e a cada dia elas vão se avolumando e se transformando em coleções, séries e outras coisas que se transformam em conteúdo de arte, conteúdo autoral. E é assim que eu faço o meu trabalho. Só quero deixar levar e deixar descansar. Talvez eu precise disso. Mas não nesse momento. Sigo dentro das minhas expectativas, esperando fazer o melhor que eu posso.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.














