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Vivência urbana e repertório criativo

Como transformar vivência urbana em repertório criativo?
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Como transformar vivência urbana em repertório criativo?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

O olhar para o mundo nos dá bagagem e vivência. O olhar ao nosso redor dá uma bagagem que a gente nem imagina que carrega, mas leva, e leva na certeza e na vontade de que, em algum momento, ela será usada para alguma coisa extraordinária. A nossa vivência urbana nos dá um repertório criativo incrível, que você nem imagina que está acumulando. Mas está, a cada passagem pela sua rua, mesmo que não pareça que isso seja. Você não fica de fora, você constrói sua própria história, e se sente bem assim. Afinal de contas, nada te faz se sentir tão bem quanto construir a sua própria história em seu lugar de fala e vivência. É onde a sua bagagem se cria.

E esse repertório criativo que você cria por meio da sua vivência urbana se traduz em criação voltada para o que as pessoas tem vontade de ver. Se é que a gente consegue adivinhar o que as pessoas querem ver, porque nada consegue ser mais complexo do que a nossa mente, ainda mais quando a gente tenta entender a mente humana quando trabalha em conjunto. É meio difícil, afinal de contas, as pessoas muitas vezes são bipolares. Elas muitas vezes pedem muito, e quando são atendidas, não consomem o que pediram para ver. E são as primeiras a reclamar que o que pediram não foi atendido. É aquela vontade de ver que não corresponde a vontade de participar de verdade.

Quando a gente transforma vivência urbana em repertório criativo, a gente está verbalizando a identidade do lugar que a gente vive, e isso é fundamental para que a gente entenda melhor o lugar onde a gente vive pela ótica da arte e da criatividade. É essa vivência que transforma histórias em memória. É a memória que a gente carrega e quer levar para onde quer que a gente vá. E para onde você for, você carrega a sua personalidade, os seus sonhos, os seus objetivos. Coisas que são únicas de você. E nada vai mudar isso, o que você é, o que você pensa, o que você sonha. Nada. Você é o que você é, e isso importa.

A gente entende a cidade quando participa dela. Não quer ser figurante, não quer só assistir as coisas acontecerem e não participar, não fazer nada. O que a gente quer é deixar a nossa marca no mundo, e para isso, a gente arruma um jeito, qualquer jeito, é só usar a cabeça e a sua melhor estratégia. É sobre isso que eu falo quando o assunto é viver a cidade, e não somente viver na cidade, que é um conceito que eu trouxe de outras conversas. É a partir daqui que as coisas acontecem, a cidade acontece, a sua vida acontece. É é como você cria o seu repertório criativo, a bagagem que você leva para onde quer que você vá.

A vivência que a gente cria é o que nos torna únicos e diferentes. É o que nos faz ser quem nós somos. É o que constrói a identidade de um lugar, que é feita de pessoas, cada uma com as suas características e sua identidade. Que quanto mais variada, mais única ela pode ser. E essa é a graça de estar aqui. A graça de entender a cada um de nós do seu jeito e com a sua identidade. O que nos torna prontos para ser embaixadores das nossas próprias histórias, transformando o que para muita gente é trivial em um momento único. É assim que a gente constrói vivência, é assim que a gente constrói a nossa identidade.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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