Como arte e identidade visual passaram a caminhar juntas no seu processo criativo?
Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim
A arte foi uma coisa que chegou primeiro. Naturalmente. Sem explicar. A arte é uma coisa que nasce dentro de você, basta apenas você deixar ela se desenvolver. Não é uma coisa que eu fale: ah, a arte não é para todo mundo. Ela está em você, basta deixar se desenvolver. Simples!
Mas eu fiz isso. E acreditava em uma coisa: como eu posso fazer diferente? A arte, quando ela era a estrela de tudo, era uma coisa que se desenvolveu sem as distrações da vida moderna. Pois bem, que ela se adapte a vida moderna, não é?
É aqui que a arte precisa se reconhecer. Diante dos desafios e das distrações.
E das coisas que a gente se apega para além dela.
E ela se reconhece a partir do momento em que eu torno ela parte importante do meu trabalho. Afinal de contas, passei a me encontrar e trabalhar com comunicação. E no meio do caminho, a publicidade.
E dentro dela, a possibilidade talvez não de vender, porque essa era uma coisa que eu não sabia e até hoje eu não sei fazer, e uma coisa que eu sempre vou dizer por não ter vergonha de falar: eu não sei vender. E me sinto bem com tudo isso.
E a identidade visual se encontra com a arte a partir desse momento. Mas elas juntas caminham com comunicação. Porque sem esse componente, não seria possível trabalhar com a eficiência que eu gostaria.
A comunicação é o tempero que ajuda a dar o gosto que eu quero para essa caminhada da arte com a identidade visual. É usando as ferramentas da comunicação que eu faço essa caminhada valer a pena.
A arte existe. E por mais que a gente acredite que ela não consiga ser reconhecida fora das maneiras mais tradicionais, ela existe de todos os modos, formas e maneiras de se reinventar.
As possibilidades de se reinventar são várias. E inúmeras.
E talvez eu esteja fazendo a minha parte reinventando do meu jeito, experimentando um novo modo de comunicar, usando as ferramentas da informação. Talvez assim eu possa ter o controle e a maneira de fazer a minha criação se espalhar sem precisar de um museu ou outra coisa que se pareça.
Se a gente pode fazer o que quiser sem sair de casa, pode fazer arte também. Isso a gente já fazia em casa. Mas não espalhava, divulgava, seria o fim depois do começo e do meio.
Você até pode não reconhecer o que está sendo feito. Mas está sendo feito. E é arte, talvez não de uma maneira convencional. Mas ela existe, e está por aqui, e em todos os lugares.
#SetePerguntas
O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.











