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O tripé concreto em cada projeto

Como o tripé aparece de forma concreta nos seus projetos?
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Como o tripé aparece de forma concreta nos seus projetos?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

A linha editorial dos meus projetos foi uma coisa que foi construída ao longo do tempo. E foi construída na base do aprendizado e da identidade, quando o site ainda era um blog e não tinha um norte certo sobre as coisas que eu gostaria de falar. Mas aos poucos, eu fui juntando as peças do que eu gosto de falar. E transformando conhecimento acumulado em conteúdo. Foi assim que eu passei a juntar todas essas peças e entender que o que eu estava fazendo, era um trabalho sobre três coisas: arte que transforma e materializa ideias, cidade como cenário vivo, e comunicação que transforma essas ideias em objetivos possíveis. Ele é concreto em cada projeto.

E o tripé editorial do site não surgiu por acaso. Não é uma coisa simplesmente aleatória, você percebe a cada semana como tudo se liga. A ideia do tripé editorial surgiu de testes que eu fazia, de conteúdos que davam certo baseados em ideias que eu dominava, nas artes que eu fazia, nos sonhos que eu tornava reais. Fui entendendo que não era uma coisa homogênea. Tudo se ligava com esse tripé. Do domínio da arte, a descoberta da cidade, a comunicação como ferramenta fundamental. Hoje eu uso ferramentas que artistas visuais e comunicadores usam.

E justamente na evolução das minhas ideias ao longo dos anos aqui no site foi que surgiu o conceito do tripé arte, cidade e comunicação, de tudo o que eu entendo e falo com propriedade para as pessoas através deste site, que por si só é a perna de comunicação. Mas comunicação não se resume só ao site: se resume ao que se faz com ele, o que se escreve, a qualidade do que se escreve e do que se produz, e o que se apresenta. Tenho todas as ferramentas disponíveis para fazer a comunicação que eu quero e que eu sonho. E sempre que necessário, lanço mão de todas elas.

A arte poderia ser, como ela de fato é, auxiliar nas coisas que eu escrevo diariamente. A cidade é o cenário de tudo isso e ela é um organismo vivo, no qual você não precisa simplesmente assistir: você é parte ativa dela. Assistir não faz de você um participante ativo do conceito de cidade. E entende, também, que cada pedaço dela importa, principalmente o que está mais perto de você. É um conceito que vai além das quintas-feiras em que a cidade é tratada em uma coluna: pode ser um conceito trabalhado em vários temas e discutido no Luneta Sonora.

Tem coisas que simplesmente nascem, e comigo foi assim: as ideias foram se materializando conforme eu produzia. E são essas ideias que dão forma ao tripé arte, cidade e comunicação, das séries de artes digitais e tradicionais, a descoberta da cidade e do quão você pode fazer dela um organismo vivo como ela é, junto da comunicação que difunde ideias que muitas vezes você não vê todos os dias. Eu quero ajudar a transformar. A gente não tem certeza muitas vezes do que vai falar quando começa: a gente só vai lá e começa. E é assim que as ideias nascem: de começos.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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