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Meu histórico como narrativa consciente

Que narrativa você quer que seu próprio histórico conte?
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Que narrativa você quer que seu próprio histórico conte?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Nada pode contar mais a sua história como a história que você deixa gravada, escrita, registrada, ou o que for. É algo seu, algo que ninguém te tira, porque só você sabe como contar a sua própria história, do seu próprio jeito. E eu deixo que o meu histórico conte essa narrativa com tranquilidade por um motivo simples: ela é o que é, nada muda isso, como bem disse. Você não se deixa levar por roteiros fabricados ou narrativas impostas. Você cria as suas, respeita a organicidade da história, se rolou, deixa rolar, e se não rolou, tudo bem, acontece. É porque não era para ser, se não era para ser.

A narrativa que eu quero que o meu próprio histórico conte é uma narrativa consciente, escrita da maneira mais verdadeira e mais transparente possível, para que as pessoas saibam o que eu sou e o que eu quero transmitir para as pessoas. São histórias contadas de todas as formas, e não somente com palavras. Uso todos os meios possíveis que estão dentro do meu alcance para contar as histórias que eu quero contar. Se palavras não forem possíveis, formas e cores podem traduzir o que as palavras não seriam suficientes em explicar sozinhas.

E é isso que eu faço praticamente todas as noites, afinal de contas, o site é atualizado no período noturno, embora essa não seja uma regra. Mas é o tempo que eu tenho para que eu possa ter tempo de criar as minhas próprias memórias. Sem memórias, não existem histórias para serem contadas. Sem memórias, não existe arte para ser feita. São as memórias que, de certa forma, nos definem. E definem o que a gente diz, o que a gente sente, o que a gente quer transmitir. Nossas memórias são a nossa identidade, e elas são indissociáveis.

Uma história é uma história, e o modo como a gente conta, conta bastante no momento que a gente é, de certa forma, identificado pelas coisas que a gente conta, que a gente é, que a gente se define, de uma certa forma. Eu tenho um modo bem particular de contar as minhas histórias e de compartilhar elas para as pessoas, de modo que elas estão disponíveis sempre que as pessoas quiserem ou tiverem curiosidade de procurar e saber como é que as coisas foram um dia. E essas histórias só são possíveis pela identidade que eu quero transmitir para elas.

Afinal de contas, o que eu quero transmitir, e eu estou transmitindo, é o meu conceito de identidade. O que eu considero ser assim, e assim segue sendo nessas quase duas décadas de site no ar. Mas ainda tenho bastante história para contar. E é o que eu vou seguir fazendo, na certeza de que o que eu já contei de história, pode ser ainda melhor de ser contado e relembrado. Seguir contando histórias sem esquecer das que eu já contei é a minha motivação diária. Porque memórias são para isso mesmo, serem revisitadas. Para a história seguir viva e se renovando.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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