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Identidade requer novo fôlego

O que você faz hoje que não fazia quando começou essa revolução criativa?
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O que você faz hoje que não fazia quando começou essa revolução criativa?

Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

A Revolução Criativa vai além das ideias. Também é um modo de descobrir novos processos criativos, trabalhar com novas ideias, descobrir novos métodos. Mas será que isso seria o suficiente para definir uma revolução? Talvez sim, afinal de contas, é sobre aproveitar o tempo da melhor maneira possível com coisas que podem ser construídas. E de como elas se adaptam a sua identidade.

E que muitas vezes estavam ali, você só não teve tempo de descobrir.

Mas o que eu faço hoje que eu não fazia quando eu deflagrei a Revolução Criativa? O uso de novos recursos pode ajudar em muita coisa, como na possibilidade de criar workflows com inteligência artificial. Coisa que não existia nos tempos em que eu comecei a trabalhar com Internet. Mas isso é uma realidade com a qual todo mundo no meio trabalha. E não consideraria algo extraordinário em termos de ineditismo.

Hoje eu não diria sobre as coisas que eu não fazia e hoje passei a fazer. E sim sobre o que eu voltei a fazer, diante de coisas que eu nunca mais tinha feito quer seja pelo tempo, quer seja pela necessidade. Afinal de contas, revolução criativa não é simplesmente inventar a roda: é redescobrir ideias e processos criativos.

Uma revolução criativa exige muito mais do que apenas o ato de fazer algo novo. Trata-se de um processo de se reinventar, sempre que necessário, buscando dentro daquilo que um dia compôs a sua identidade a coragem para transformar sua essência em uma nova forma de expressão, mantendo-se fiel à sua trajetória enquanto evolui.

A Revolução Criativa não reside apenas no território do que ainda não foi descoberto ou no ineditismo do que nunca foi feito. Ela pulsa também naquilo que um dia já foi realizado e que agora, sob novas perspectivas, precisa ser redescoberto e valorizado. Trata-se de elementos e saberes que buscam se adaptar à fluidez do cenário digital de hoje, integrando o passado à tecnologia moderna.

É um movimento contínuo de um universo que ainda precisa se descobrir e se ajustar aos ritmos acelerados dos tempos de agora, mantendo um mundo de descobertas ancestrais sempre pronto para impulsionar outras inovações ainda mais novas e surpreendentes. A identidade que ganha um novo fôlego a partir do momento em que um mundo de possibilidades não é apenas descoberto, mas redescoberto.

Por isso, o que eu faço hoje, que talvez eu pudesse dizer que não fazia em outros tempos, é redescobrir. É adaptar. É transformar ideias de outros tempos nas ideias de agora. Isso é um pouco de curadoria, é um pouco de frescor a ideias que pareciam impossíveis de mudar. De todas as ideias que ali sempre estiveram, que precisam de uma nova oportunidade de serem, tão e somente, descobertas.

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que quiser, eu posso lhe responder.

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