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#31conversas de 2026 – 026: O que você repete vira identidade

Hábitos me ajudaram a construir o que eu sou hoje. Afinal de contas, identidade é o que nos molda e o que nos define de verdade. E quanto mais você faz, mais você consegue se firmar.
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Identidade é uma coisa que eu gosto de ressaltar, porque tem gente que muda o tempo todo e não tem uma personalidade definida. A minha eu levei tempo para construir e mais tempo para moldar, afinal de contas, o que você repete vira identidade. O tempo passa, e puxa o olhar pra rotina sem glamour. Não é o grande discurso, nem a intenção bonita — é o que você faz todo dia, mesmo sem vontade.

Você quer criar hábitos. Quer estabelecer uma rotina. E olha, eu posso te dar várias dicas para seguir em frente sobre isso. Afinal de contas, quem construiu vários projetos e transformou todos eles em um só, na base de um tripé, e transformou tudo isso em hábito através de uma agenda semanal que eu sigo há quatro anos, pode te dizer um monte sobre construção de identidade.

Hábitos me ajudaram a construir o que eu sou hoje. Afinal de contas, identidade é o que nos molda e o que nos define de verdade. E quanto mais você faz, mais você consegue se firmar. Você pode mudar um monte de coisas, só não consegue mudar quem você é, o que você pensa, o que você paz e do que você gosta. Identidade é o meu ativo mais valioso.

E construir a minha identidade deu muito trabalho, aliás, a minha identidade segue em construção, mas ela é sólida. Identidade é uma coisa que tem conceitos bem sólidos, mas ela está em constante construção e evolução. É algo que eu valorizo e nunca vou abrir mão, afinal, é sobre o que eu sou e como eu quero que as pessoas me conheçam.

Fiz tudo isso na base de muita, muita repetição, porque eu não era de seguir agendas. Mas quando se quer atingir uma meta, é necessário mudar hábitos, e repetir esses hábitos quantas vezes forem necessárias até que elas se tornem parte importante da sua rotina, tão importante que você não consegue se imaginar sem. E eu me sinto feliz em ser o que eu sou e o que eu construí ao longo desse tempo. Isso não se muda fácil.

Essa é uma conversa sobre o conceito de hábito, como construção silenciosa de quem você está se tornando. Repetição molda mais do que promessa. Aos poucos, sem alarde, ela define o rumo do ano, e de uma vida inteira, afinal, identidade não é uma coisa que se constrói ao longo de um ano, mas ao longo de uma vida, como uma obra a ser constantemente aperfeiçoada, afinal, sua identidade não está pronta, ela se dinamiza o tempo todo.

E é por isso que o recado que eu quero deixar com esta conversa que eu tenho hoje com você é direto: se você não gosta de onde está chegando, observe o que anda repetindo. A mudança começa ali, e ela está mais próxima do que você imagina. Talvez, de fato, existam rumos que nos desagradem e exijam mudanças. Esse é o momento de corrigi-las e colocar os seus planos no caminho certo. Você se sente pronto?

Mudança não se constrói somente trocando nomes, mudando hábitos de maneira radical, não se constrói só com o óbvio. Mudança não é aquilo que implode o que já foi construído. Mudança se dá pelos hábitos. Mudança não pode ser uma coisa dita da boca para fora. Muito cuidado e muito respeito com a palavra e com o hábito que você cria. É assim que você desenvolve a sua identidade, afinal, você vira aquilo que pratica.

Todo mês de janeiro tem #31conversas sobre a vida, o começo do ano, planos, muita coisa. Uma conversa por dia durante todos os 31 dias do primeiro mês de cada ano, sem tema, sem nada: não precisa partir de uma pergunta, uma boa conversa já é o suficiente.

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