Todo dia, quatro posts vão ao ar aqui no site. Mas se engana quem pensa que eu faço quatro posts toda semana. Alguns já foram feitos antes. Outros esperaram dias, meses, anos para entrar no ar. Viram rascunhos. Ou nesse caso, 100 rascunhos.
100 rascunhos que ainda não foram ao ar. Alguns eu solto no meio da semana. Outros, na semana que vem. Alguns mais, mês que vem. Outros, podem ficar anos guardados até…
Tem momentos em que um texto é propício para ser publicado. Outros, eu fico pensando vezes, e vezes, e vezes…
E assim um texto fica guardado e vira rascunho. Escrevo o que eu quiser, não precisa entrar no ar agora.
Sair criando um monte de coisas, postar as bases das #SetePerguntas, uma nota aqui outra ali que poderia virar alguma coisa que vai entrar no ar algum dia. No fim das contas, o que eu tenho são 100 rascunhos. E contando, porque passou de 100 rascunhos.
Guardei o máximo que eu quis guardar e eu sigo guardando para postar no momento certo. Porque talvez nem sempre o momento certo de escrever é o momento certo de postar.
Este post não foi um rascunho. Fiz para falar que fiz 100 rascunhos mesmo. Criei de cara para transformar em uma crônica de domingo. Que nem sempre é um rascunho.
São as coisas que eu tenho em mente. Que eu penso, que eu quero compartilhar. E assim, deixe que possa ser para que o que será seja incrível, da maneira que eu registrei.
Sem esperar o momento certo. Porque talvez esse seja, realmente, o momento certo.
Talvez porque eu quis que fosse. E assim será.










