# O duelo de sentimentos da cidade

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- Published: 2026-08-31T22:30:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

### A cidade que você habita te inspira ou te esgota — e o que essa resposta revela sobre o seu estado criativo agora?

##### Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

O que eu poderia dizer da cidade? E de como o lugar onde eu nasci é a minha fonte
de inspiração diária apesar de todas as birras muitas vezes? Porque sim, existem
relações que muitas vezes desgastam. Mas o amor sempre fala mais alto e sabe como
é, relações são duradouras mesmo que muitas vezes a gente implique com os defeitos,
pois faz parte da rotina e bem, todo mundo tem defeitos, não é?

Eu lido com os meus do meu jeito, porque ninguém é perfeito, eu mesmo muito menos.
E no fim das contas, é isso que importa. Viver é um aprendizado diário e cada dia
traz uma nova chance de recomeçar e um novo roteiro para se seguir. A cidade inspira
no sentido de trazer as coisas que quase ninguém vê no dia a dia e onde talvez uma
visão mais apurada possa transformar o ordinário em algo realmente extraordinário.

É exatamente essa beleza escondida que eu tento capturar em cada palavra. Ela esgota
no sentido que cada vez mais a pressa e a ignorância das pessoas acabam soterrando
a possibilidade de que algo possa existir nas pequenas coisas. Talvez elas não tenham
ideia do potencial que elas tem, mas isso nem sempre é culpa delas, é culpa de quem
ensina a gente a correr antes de saber caminhar.

E eu te digo: mantenha a calma! Se a gente não consegue lidar com o mundo, a gente
para, respira e não se rende ao óbvio. Isso vocês não vão esperar de mim. É assim
que o meu estado criativo se comporta nesse duelo de sentimentos. Transformar essa
urgência em arte é o único caminho possível. E seguirei fazendo isso enquanto houver
fôlego.

Por isso, cá estou eu, escrevendo essas linhas, essas quadras, esses parágrafos,
para representar o traçado das ruas, as quadras onde ficam nossas casas, as pessoas
que caminham por elas e entendem só de andar o que cada linha dessas significa. 
É exatamente essa beleza escondida que eu tento capturar em cada palavra. Não faz
mal dizer que se está tentando. O importante é continuar tentando.

O mundo nem sempre é como a gente imagina que possa ser, e nem tudo que pode ser
é da maneira que deveria ser. Tem gente que insiste em usar ideias que já não cabem
mais nos nossos tempos. E nem sempre toda solução do passado cabe no futuro. O passado
nem sempre cabe no futuro, por mais que a gente tente vestir essa roupa. A vida 
pede espaço para o novo que está por vir.

Por isso, respire fundo e continue caminhando. A cidade que eu habito me inspira
e me esgota. Não é uma resposta que pede uma opção, é uma dualidade de sentimentos,
um duelo constante entre o afeto e a exaustão. E é assim que eu sigo caminhando,
mesmo sabendo que não é fácil se enquadrar numa realidade que insiste em nos moldar.
E que eu quero dizer: precisa mudar.

Mas a mudança que eu conheço dá um passo a frente e traz ideias novas. É nessa mudança
que eu acredito e insisto em apoiar todos os dias, e de que forma? Dessa forma, 
fazendo o que eu mais gosto de fazer e o que eu me sinto bem em fazer. Escrevendo,
partilhando histórias e conectando pessoas através das palavras.

A cidade é assim, a gente vive em um eterno duelo de sentimentos. É preciso ter 
coragem para enfrentar os dias difíceis e seguir em frente com esperança. É dessa
forma que a minha inspiração se molda a cada novo amanhecer, transformando o caos
urbano em poesia pura, mesmo que para quem vê as palavras não rimem, mesmo que as
cores não combinem. Mas é assim mesmo, que eu crio o meu mundo dentro desse mundo.

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