# Meu histórico como narrativa consciente

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- Published: 2026-03-07T21:55:01-03:00
- Author: Josivandro Avelar

### Que narrativa você quer que seu próprio histórico conte?

##### Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Nada pode contar mais a sua história como a história que você deixa gravada, escrita,
registrada, ou o que for. É algo seu, algo que ninguém te tira, porque só você sabe
como contar a sua própria história, do seu próprio jeito. E eu deixo que o meu histórico
conte essa narrativa com tranquilidade por um motivo simples: ela é o que é, nada
muda isso, como bem disse. Você não se deixa levar por roteiros fabricados ou narrativas
impostas. Você cria as suas, respeita a organicidade da história, se rolou, deixa
rolar, e se não rolou, tudo bem, acontece. É porque não era para ser, se não era
para ser.

A narrativa que eu quero que o meu próprio histórico conte é uma narrativa consciente,
escrita da maneira mais verdadeira e mais transparente possível, para que as pessoas
saibam o que eu sou e o que eu quero transmitir para as pessoas. São histórias contadas
de todas as formas, e não somente com palavras. Uso todos os meios possíveis que
estão dentro do meu alcance para contar as histórias que eu quero contar. Se palavras
não forem possíveis, formas e cores podem traduzir o que as palavras não seriam 
suficientes em explicar sozinhas.

E é isso que eu faço praticamente todas as noites, afinal de contas, o site é atualizado
no período noturno, embora essa não seja uma regra. Mas é o tempo que eu tenho para
que eu possa ter tempo de criar as minhas próprias memórias. Sem memórias, não existem
histórias para serem contadas. Sem memórias, não existe arte para ser feita. São
as memórias que, de certa forma, nos definem. E definem o que a gente diz, o que
a gente sente, o que a gente quer transmitir. Nossas memórias são a nossa identidade,
e elas são indissociáveis.

Uma história é uma história, e o modo como a gente conta, conta bastante no momento
que a gente é, de certa forma, identificado pelas coisas que a gente conta, que 
a gente é, que a gente se define, de uma certa forma. Eu tenho um modo bem particular
de contar as minhas histórias e de compartilhar elas para as pessoas, de modo que
elas estão disponíveis sempre que as pessoas quiserem ou tiverem curiosidade de 
procurar e saber como é que as coisas foram um dia. E essas histórias só são possíveis
pela identidade que eu quero transmitir para elas.

Afinal de contas, o que eu quero transmitir, e eu estou transmitindo, é o meu conceito
de identidade. O que eu considero ser assim, e assim segue sendo nessas quase duas
décadas de site no ar. Mas ainda tenho bastante história para contar. E é o que 
eu vou seguir fazendo, na certeza de que o que eu já contei de história, pode ser
ainda melhor de ser contado e relembrado. Seguir contando histórias sem esquecer
das que eu já contei é a minha motivação diária. Porque memórias são para isso mesmo,
serem revisitadas. Para a história seguir viva e se renovando.

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por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que
quiser, eu posso lhe responder.

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