# IMPROVISO, FOI BOM ENQUANTO DUROU

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- Published: 2012-07-17T13:21:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

#### Há mais de 100 dias, as circunstâncias nos obrigaram a improvisar. Mas esta fase finalmente está perto do fim. Prova de que com paciência a gente chega lá. Porquê implicar com a paciência se tudo tem o seu tempo certo? Assim, devagar chegamos até aqui.

Há quatro meses, escrevia aqui no blog um post chamado “Computador, foi bom enquanto
durou”. Naquele momento começava a usar o computador emprestado do meu irmão. Mais
tarde, pelo fato de o meu irmão também depender do mesmo para estudar, assim como
eu para o curso de Publicidade, passei a usar outro computador emprestado, o do 
meu pai. De lá concluía as tarefas, atualizava o blog como podia, e de certo modo
improvisava. E brincava com os improvisos. Foi na base de um deles que fiz o trabalho
web “Toda Pele Merece” para a disciplina de Redação Publicitária.

Tudo isso começou no dia em que o computador titular do blog apagou. Desde então
estavam sendo apontadas soluções para como resolver o problema. Não deu para salvá-
lo. Um novo computador foi providenciado, e dessa vez será de lá que gerarei a página
e farei tudo o que fazia antes. Com o diferencial de ter mais tempo para editar 
tudo, desde matérias até tarefas, até as imagens com o cuidado que queria. Pois 
agora as pastas finalmente estarão lá, e não nos pendrives, celular, e todos os 
apertrechos possíveis e imagináveis que usei como backup dos arquivos. Eles estão
à salvo graças a eles.

Durante esses mais de 100 dias aprendi a reaprender tudo aquilo que não fazia faz
tempo, à medida que ia aprendendo a mexer em um computador a ponto de já estar familiarizado
com a máquina. O desafio dessa vez foi manobrar a nova versão do Paint (a que vem
instalada no Windows 7). É completamente diferente da versão XP. O que posso chamar
de recomeçar do zero, mas deu certo. Conseguimos fazer boas artes via Paint. Conseguimos
colocar no ar do jeito que deu a série especial de férias do Blog de Desenhos. Mas
fizemos tudo bem feito, e dentro do possível.

Agora estamos prontos para começar uma nova fase, e agora essa fase será mais autônoma,
já que será em base fixa, ou seja, sob minha titularidade.

Quando o primeiro computador queimou, disse que iria fazer o possível para estar
mais perto do que longe de vocês. Cumpri a palavra, e agora quero renovar esta promessa
nesse novo momento de autonomia plena.

Improvisei. E fiz o que queria mesmo em computadores emprestados. Agora, vamos começar
uma nova fase. Pois tudo o que fiz que parecia ser improviso, preferi encarar como
um ensaio para esta nova fase. A que ainda inclui o próprio final de curso daqui
a um ano.

Por isso resolvi intitular esse post com o nome do post de onde comuniquei que iria
improvisar. Agora trocando o computador pelo improviso no título. E o improviso 
pelo computador na realidade.

E aproveitando para utilizar uma frase com a qual encerrei aquele post, e até para
não ser repetitivo demais, quero acrescentar algumas coisas, pois sei que não são
só palavras que mantém esta página.

E vamos que vamos. De onde estivermos, seguirei escrevendo, desenhando, montando,
criando.

E se possível, porque não improvisando? O que a gente aprende um dia e acostuma,
termina não esquecendo mais. Pelo contrário, só vem a somar a aquilo que eu já aprendi.
E assim vamos construindo histórias e arte.

E fazer a diferença. Afinal, por causa dela, estamos aqui há 3 anos e meio. E prontos
para começar uma nova fase na história do blog.

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