# Josivandro Avelar

A luneta de um planeta

- Site: https://josivandroavelar.com.br/

## A referência no comum

- Link: https://josivandroavelar.com.br/a-referencia-no-comum/
- Published: 2026-10-09T11:30:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

### Por que aquilo que parece comum para quem mora em um lugar pode ser uma grande referência para quem observa?

##### Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

O que parece comum geralmente está ali por algum motivo profundo, e não por mera
obra do acaso ou de forma aleatória. Está ali por alguma coisa, algum propósito 
essencial, alguma finalidade que muitas vezes nos foge à percepção imediata. Quando
está presente no dia a dia, preenchendo o espaço, quase ninguém nota a sua existência.
No entanto, quando ele desaparece, todo mundo sente falta daquela referência visual
e afetiva, e é exatamente nesse momento de ausência que a gente se dá conta da importância
vital desses pequenos elementos para a completa composição de um cenário urbano 
e humano.

São coisas que parecem perfeitamente comuns para quem apenas passa sem reparar nelas,
mas quando você finalmente se detém para observar, entende a imensa importância 
daquilo que faz falta. É a nossa memória coletiva e afetiva trabalhando, mesmo que
nem pareça que exista uma história ou uma memória guardada ali. Mas ela existe, 
sim, e está profundamente enraizada, e é assim que a gente consegue entender o que
aquilo realmente significa para a nossa convivência cotidiana com aquilo que nos
aproxima de verdade da nossa essência. E essa preservação é urgente.

E é assim mesmo que a vida acontece: a gente muitas vezes negligencia e não dá a
importância devida àqueles pequenos detalhes que compõem o nosso entorno, e só se
dá conta de que deveria prestar muito mais atenção quando essas coisas simplesmente
não estão mais lá para nos acolher. Pense em uma árvore frondosa que oferece sombra,
a cor específica do muro do vizinho que marca o caminho, a fachada antiga de uma
casa cheia de personalidade, ou a casa propriamente dita com sua arquitetura acolhedora.
São exatamente esses elementos fundamentais que fazem de uma simples rua, uma verdadeira
rua viva e pulsante.

São componentes que fazem parte do nosso cotidiano diário, que de tão comuns e sempre
presentes, a gente passa por eles e acha qualquer coisa, banalizando a paisagem.
Tornam-se apenas mais um elemento invisível da rotina à qual a gente nem liga tanto
assim, mas quando eles simplesmente desaparecem sob o pretexto do progresso, nós
entendemos a dor da perda e sentimos uma falta profunda. É bem aqui que a gente 
finalmente se dá conta de que precisa, com urgência, preservar as nossas memórias
materiais e afetivas, e preservar os elementos genuínos que fazem com que a rua 
continue sendo verdadeiramente a nossa rua.

Assim, a gente vai se dando conta das coisas que a gente nem liga no dia a dia, 
achando que elas são eternas e garantidas. Mas que, quando desaparecem de repente,
a gente entende a real importância de simplesmente estarem lá, fazendo parte da 
nossa rotina. E sabe o que isso significa na prática? Que elas importam muito mais
do que imaginávamos, ao ponto de fazerem falta, gerando um vazio profundo e sendo
um elemento constante de saudade quando não estão mais presentes. Quer entender 
como o que eu estou dizendo faz sentido? Olhe ao seu redor agora mesmo.

É como lembrar daquela árvore frondosa que não está mais lá, mas que foi exatamente
onde você e seus amigos passavam horas conversando e sonhando acordados. Pense também
no banquinho de madeira da frente de casa, que também já não está mais lá e que 
era o ponto oficial onde os vizinhos se reuniam no fim da tarde para colocar a conversa
em dia, jogar uma partida de dominó, cartas ou qualquer desculpa para socializar.
Ou até mesmo aqueles velhos amigos que brincavam juntos de jogar futebol na calçada
e que hoje em dia já não se reúnem mais.

Dizem por aí que os melhores jogadores de futebol do mundo não eram crias de escolinhas
sofisticadas ou de gramados sintéticos, mas eram forjados de verdade nas ruas, na
poeira e no barro delas, desenvolvendo ali sua criatividade e resiliência. Talvez
isso deva explicar, pelo menos em parte, os anos que o Brasil tem enfrentado de 
jejum em Copas do Mundo, já que a base informal do esporte se perdeu. Lá se vão 
24 anos sem ganhar uma Copa, e na próxima, em 2030, terão se passado 28, maior jejum
sem Copas da Seleção Brasileira. Há muito caminho a se percorrer até lá.

As mesmas crianças que jogavam futebol na rua eram aquelas cujos pais e vizinhos
enfeitavam as ruas inteiras de verde e amarelo com bandeirinhas e tintas quando 
a época da Copa se aproximava, criando uma atmosfera mágica. Era uma reclamação 
unânime que todo mundo fazia na proximidade dos torneios recentes: afinal, onde 
estavam as ruas enfeitadas de antigamente? E olha que no último mundial foram várias
que tentaram resgatar isso, e muita gente entendeu aquele recado como um chamado
urgente para o sentido de voltar a viver uma cultura de rua vibrante.

Talvez seja exatamente esse elemento que esteja faltando ultimamente na nossa sociedade
moderna: a cultura de rua, o hábito de ser, de pertencer genuinamente e de ser parte
ativa e transformadora do único lugar da cidade sobre o qual você realmente tem 
o poder de mudar e influenciar. Essa cultura vibrante não precisa ser exatamente
parecida com o que antes existia no passado, ela precisa ser modernizada para os
tempos atuais, mas ela precisa, antes de mais nada, existir e pulsar. Existir pela
paz de se viver em uma rua segura e acolhedora para todos.

Afinal de contas, é exatamente nas calçadas e esquinas onde o senso de comunidade
sobrevive de verdade, longe das telas e do isolamento que se tornou uma marca registrada
dos tempos atuais. É nesse espaço de convivência democrática e cotidiana, onde os
vizinhos se encontram para uma conversa rápida, que trocamos sorrisos, compartilhamos
novidades e fortalecemos os laços que realmente importam para o tecido social. Porque
isso importa muito nos tempos de hoje, em que as relações coletivas estão se tornando
cada vez mais raras, bem como o significado delas.

E quando esse senso de comunidade finalmente sobrevive e floresce, rompendo as barreiras
invisíveis da solidão urbana, a rua fica cada vez mais viva, acolhedora e cheia 
de histórias para contar, transformando o simples ato de caminhar em uma experiência
rica de pertencimento e afeto coletivo. Porque é buscando a referência no comum 
que a gente não pode perder a esperança de fazer a diferença no que é o lugar onde
as histórias começam de verdade, onde a gente começa a construir o senso daquilo
que a gente chama de estar em sociedade.

### 󠀁[#SetePerguntas](https://josivandroavelar.com.br/categoria/seteperguntas/)󠁿

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta
por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que
quiser, eu posso lhe responder.

## 38 anos: a cidade que eu não quero viver

- Link: https://josivandroavelar.com.br/38-anos-a-cidade-que-eu-nao-quero-viver/
- Published: 2026-10-08T23:55:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

A cidade que eu não quero viver é aquela que parece um mundo fechado.

Um lugar onde poucos podem entrar, poucos podem decidir e poucos sobrenomes parecem
ter autorização para escrever a história.

É a cidade em que determinadas famílias aparecem em placas, prédios, avenidas, equipamentos
e homenagens como se a própria cidade tivesse dono.

E talvez o problema nem esteja em reconhecer quem fez parte da história. Uma cidade
precisa ter memória. Precisa saber quem veio antes.

O problema começa quando a memória vira propriedade.

Quando alguns sobrenomes passam a se comportar como se fossem proprietários da cidade—
e qualquer pessoa que chega depois precisasse pedir licença para participar dela.

Eu não quero viver numa cidade assim.

Não quero uma João Pessoa em que mudar seja tratado como ameaça.

Não quero uma cidade em que toda transformação precise passar pelo filtro de quem
já estava aqui antes.

Não quero uma cidade que confunda tradição com imobilidade.

Porque uma cidade viva é justamente aquela que permite que novas pessoas, novas 
ideias, novos negócios, novas expressões culturais, novas tecnologias e novas formas
de ocupar seus espaços apareçam.

A cidade não pode ser um condomínio com porteiro.

Ela precisa ser uma praça.

E praça pressupõe encontro.

Pressupõe conflito, inclusive. Gente diferente ocupando o mesmo espaço, defendendo
ideias diferentes, criando coisas diferentes e disputando os rumos daquele lugar.

É assim que uma cidade cresce.

Por isso, eu não tenho medo de uma João Pessoa diferente daquela que conheci quando
era criança.

Tenho mais medo de uma João Pessoa que tenha medo de mudar.

Porque uma cidade que se fecha em torno de poucos sobrenomes, poucas ideias e poucos
interesses pode até preservar uma aparência de estabilidade. Mas estabilidade não
é necessariamente evolução.

E eu quero evolução.

Quero uma cidade que consiga olhar para sua história sem ficar presa a ela.

Que reconheça seus nomes importantes sem transformar esses nomes em donos.

Que preserve sua memória sem transformar memória em barreira.

Que consiga receber quem chega, abrir espaço para quem cria e permitir que novas
histórias sejam escritas nas mesmas ruas onde tantas outras já aconteceram.

A João Pessoa que eu quero viver precisa superar essa lógica de cidade fechada.

Precisa entender que o futuro não pertence a sobrenome nenhum.

O futuro pertence à cidade.

E uma cidade só evolui de verdade quando mais gente pode participar da construção
desse futuro.

Talvez seja essa a João Pessoa que eu procuro aos 38 anos.

Não uma cidade perfeita.

Nem uma cidade sem problemas.

Mas uma cidade aberta.

Uma cidade que não tenha medo de mudar.

Uma cidade que consiga olhar para o que foi, entender o que é e, principalmente,
decidir o que quer ser.

Porque, no fim das contas, eu não quero outra cidade.

**Eu quero que a cidade que é minha desde o nascimento continue tendo coragem de
ser outra.**

## Bora desenhar? #293

- Link: https://josivandroavelar.com.br/bora-desenhar-293/
- Published: 2026-10-08T23:45:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

Trago hoje mais um episódio cativante do “Bora Desenhar?”, a série que transforma
ilustrações digitais de destaque da comunidade em timelapses dinâmicos, servindo
como uma excelente fonte de inspiração criativa ao revelar os bastidores da elaboração
das minhas obras mais emblemáticas.

Este representa o segundo dos 24 timelapses que criei hoje, sábado, com duração 
programada até o fim de novembro. A fase seguinte demandará a adoção da identidade
visual vermelha, em virtude da transição para dezembro e suas respectivas cores 
sazonais.

Hoje eu trago um desenho diferente em todos os sentidos, não só por ser um rosto,
mas por ser um vídeo mais curto do que todos os outros. É o [rosto de nanquim](https://josivandroavelar.com.br/artes-digitais-rosto-de-nanquim/),
que foi ao ar nos canais de vídeo no dia 13 de março do ano passado e no site no
dia 8 de maio, igualmente do ano passado.

Saudade de ver algumas coisas diferentes por aqui?

![Rosto de nanquim, olhando para a esquerda, feito com traços de cor preta.](https://
i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/uploads/2025/05/arte-0445.png?resize
=1200%2C2133&ssl=1)

Confira agora o desenho do rosto de nanquim sem os comandos do aplicativo.

Mais um ciclo da série “Bora Desenhar?” concluído com sucesso! Novas ilustrações
são lançadas no [YouTube](https://youtube.com/josivandroavelar), [TikTok](https://tiktok.com/@josivandroavelar)
e [Instagram](https://instagram.com/josivandroavelar) nas segundas, quartas e sextas-
feiras, ao passo que as novidades no site são postadas às terças, quintas e domingos.

Amanhã, vou compartilhar nas minhas redes um timelapse inédito da coleção “Bora 
Desenhar?”, o qual também poderá ser acessado aqui no site neste domingo.

Você fica agora com mais um artigo da coluna #MinhaCidade.

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## Artes digitais: amarela, rosa bela

- Link: https://josivandroavelar.com.br/artes-digitais-amarela-rosa-bela/
- Published: 2026-10-08T23:20:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

Hora de exibir mais uma criação artística nesta nova semana dedicada à arte digital,
unindo técnicas clássicas a ambientes animados e marcantes, com o propósito de injetar
energia colorida em momentos que parecem desbotados. E hoje, eu trago amarela, rosa
bela.

Assim como nos meus trabalhos mais recentes e naqueles em que continuo a trabalhar,
esta peça de arte digital foi criada no Ibis Paint com a ajuda de um tablet, e lançada
a 16 de abril do corrente ano.

Amarela, rosa bela, que se revela, que se mostra.

![Ilustração de uma rosa amarela com caule verde e uma folha, sobre fundo rosa e
verde com pequenos triângulos vermelhos e azuis espalhados](https://i0.wp.com/josivandroavelar.
com.br/wp-content/uploads/2026/10/arte-0669-scaled.png?resize=1200%2C2133&ssl=1)

O vídeo do desenho de hoje está [no canal do YouTube](https://youtube.com/josivandroavelar)
e no [TikTok](https://tiktok.com/@josivandroavelar), além de estar no [Instagram](https://instagram.com/josivandroavelar),
em vídeo e imagem, que também está nas [demais redes sociais](https://josivandroavelar.com.br/links/).

Semana que vem tem mais arte digital para vocês. Amanhã tem mais uma arte que fala
aqui no site, no segundo post do dia. E você, é claro, não vai perder.

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## Pequenas cenas do cotidiano

- Link: https://josivandroavelar.com.br/pequenas-cenas-do-cotidiano/
- Published: 2026-10-08T23:10:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

### Como registrar pequenas cenas do cotidiano pode ampliar seu repertório?

##### Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

Costumo refletir profundamente sobre diversos assuntos do cotidiano e reparar com
muita atenção em minúcias que a grande maioria das pessoas simplesmente costuma 
ignorar na correria do dia a dia. Pois é, já mencionei isso em diversas ocasiões
anteriores, pois é um traço marcante da minha personalidade. No fim das contas, 
é uma característica intrínseca minha notar aquilo que passa despercebido pelos 
olhos dos outros, destacar o quanto isso impacta silenciosamente a sua jornada e,
de certo modo, compreender o valor inestimável desses pequenos elementos.

São justamente essas coisas sutis para as quais sempre volto o meu olhar curioso
e atento. Por isso, considero extremamente importante registrar, de algum modo tangível,
tudo o que se passa ao seu redor, para que nada se perca no tempo, para que nenhum
detalhe passe despercebido e para que nada se apague da nossa história coletiva.
Talvez a rua seja, sem sombra de dúvida, um dos ambientes mais férteis e propícios
a contar histórias fascinantes, e dependendo de quem as guarda e acolhe, elas jamais
podem se perder simplesmente porque ninguém mais se importa.

Cada pedaço de terra desta cidade importa profundamente, e importa muito para mim,
carregando memórias profundas que moldam quem somos e definem a nossa identidade
coletiva. E eu vou proteger incansavelmente esse patrimônio afetivo e cultural para
sempre, lutando contra o esquecimento e a especulação, enquanto eu tiver forças,
coragem e uma estrutura de comunicação sólida para dar voz a essas narrativas essenciais
que merecem ser ouvidas por gerações futuras. É algo que eu sempre guardo para mim
e compartilho com o mundo.

A verdadeira inspiração raramente surge de grandes eventos isolados; na verdade,
ela está muitas vezes escondida nos mínimos detalhes que a gente consegue enxerga
no dia a dia, muitas vezes passando despercebida pela correria moderna. Por isso,
cultivar o hábito de registrar pequenas cenas do cotidiano — como a luz suave do
sol atravessando a janela pela manhã ou o movimento apressado e dinâmico das pessoas
na rua — pode ampliar significativamente o seu repertório criativo, treinando o 
seu olhar para enxergar beleza onde os outros veem apenas rotina.

Afinal, esses momentos simples e aparentemente corriqueiros do cotidiano revelam
a essência genuína da vida e acabam por fazer com que o seu trabalho criativo fique
ainda mais rico, autêntico e profundo em todos os sentidos possíveis, conectando
genuinamente a sua arte com as vivências universais que todos nós compartilhamos
diariamente, desde as conversas informais até a contemplação silenciosa do entardecer.
Isso enriquece o nosso repertório de muitas formas, permitindo que o artista enxergue
poesia onde antes só havia rotina e banalidade.

É justamente nessa observação atenta e sensível do trivial — nos pequenos gestos
cotidianos, nas pausas necessárias para respirar fundo e nos detalhes sutis que 
costumam passar completamente despercebidos pela correria desenfreada e mecanizada
do mundo moderno —, que reside o verdadeiro segredo para tocar profundamente o coração
do público. Ao valorizar esses momentos simples, conseguimos gerar uma identificação
imediata, sincera e duradoura com quem consome a sua obra, criando uma ponte invisível
de empatia que transforma a experiência artística em algo verdadeiramente inesquecível
e transformador.

Sabe o quanto isso importa para o desafio da criatividade? Muito, imensamente! Porque
o que a gente sempre busca no nosso dia a dia é o diferente, é o único, é aquilo
que quebra padrões e rompe com o óbvio. Afinal de contas, viver na mesmice é desperdiçar
o potencial infinito que temos de inovar. É justamente essa busca incessante que
faz a gente transformar o ambiente à nossa volta, reinventando espaços, processos
e relações de maneira profunda e significativa. Essa jornada de reinvenção contínua
é o que define o verdadeiro artista.

O desafio da criatividade é o que nos impulsiona a sair da zona de conforto — aquele
lugar cômodo, porém estéril — e faz com que a gente busque o que realmente mais 
importa para a nossa evolução pessoal e profissional. A criatividade exige isso 
da gente: não mera cópia do que já existe, feito com base no que já se tem e no 
que já foi testado à exaustão. Exige muito mais: coragem para errar, ousadia para
propor o improvável e uma visão perspicaz para enxergar oportunidades onde os outros
vêem apenas barreiras intransponíveis.

E é essa sensibilidade de observar o que de certa forma transforma tudo aquilo que
a gente enxerga em história, dando sentido e relevância a pequenos instantes que
passariam despercebidos pela correria do mundo moderno. Cada palavra que a gente
registra no papel, cada imagem que as nossas lentes captam sob a luz da manhã, cada
sentimento profundo que só a nossa mente é capaz de guardar e processar carrega 
consigo um fragmento único da nossa humanidade, eternizando a beleza efêmera dos
nossos dias.

É exatamente essa capacidade de observação e sensibilidade que faz com que histórias
sejam histórias memoráveis e entrem definitivamente para a história da cultura humana.
É isso o que faz com que narrativas simples se transformem em marcas registradas
inconfundíveis de um lugar ou de uma época. É o que faz com que pequenos detalhes
e elementos visuais identifiquem e eternizem um ambiente. E tudo isso, somado ao
olhar atento do artista, torna a rua verdadeiramente única e pulsante. Não importa
qual rua ela possa ser, cada uma guarda universos inteiros esperando para serem 
descobertos.

### 󠀁[#SetePerguntas](https://josivandroavelar.com.br/categoria/seteperguntas/)󠁿

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta
por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que
quiser, eu posso lhe responder.

## Minicoluna para abrir um mês intenso de outubro

- Link: https://josivandroavelar.com.br/minicoluna-para-abrir-um-mes-intenso-de-outubro/
- Published: 2026-10-07T23:45:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

A palavra “intensidade” é uma palavra que não é um clichê neste site, porque é assim
que as coisas são quando o ano se aproxima de seu final. Para abrir um mês intenso
de outubro, uma minicoluna é uma ótima pedida, não é? Pois bem, cá estamos.

Mais uma minicoluna na área, mais um post com assuntos pequenos demais para serem
tratados em um post, grandes demais para simplesmente serem solenemente ignorados.

Cá estamos, meus amigos, com mais uma minicoluna na área.

### O que rolou na semana passada?

Se você quer saber o que rolou na semana passada, [clique aqui](https://josivandroavelar.com.br/minicoluna-para-encerrar-um-setembro-de-intensidade/).

Agora, vamos para a minicoluna desta semana.

### Intensidade na manutenção

Amigos, estou seguindo na manutenção dos sites que vocês devem ter notado que estão
mais rápidos.

Alguns ajustes finos no sentido de que ninguém nota, mas fazem toda a diferença,
seguem sendo feitos.

### Intensidade na atualização

O guia do site, documento que não era atualizado desde 2023, está finalmente sendo
atualizado, com novas diretrizes e informações relevantes para quem quiser acreditar
no meu projeto de alguma forma.

Logo mais tá saindo. Além de outras novidades que estão por vir.

### Intensidade no trabalho

Porque as coisas estão cada vez mais intensas, mas…

…onde essa intensidade de agora vai me levar? Nem mesmo eu sei, enquanto isso eu
vou conduzindo o que eu preciso conduzir.

### Intensidade na estrutura

Chegou o que eu queria para poder transformar o tablet das artes digitais num computador
nas horas vagas.

Um mouse Bluetooth. Parece coisa pequena, mas é um grande começo – pelo menos para
mim.

### Revolução em curso

É só – ou talvez – um dos mais intensos episódios da Revolução Criativa.

Quando problemas de anos estão sendo resolvidos em um instante que eu acreditava
que não chegaria.

### Pode esperar mais

Afinal de contas, a cada dia um novo passo acontece, a cada dia um novo passo é 
dado.

E a gente tem certeza de que pode esperar mais, ainda mais, muito mais do que o 
que acontece agora. É preciso continuar acreditando no amanhã.

### E o que será do agora?

Nem mesmo eu sei, diante de todas as coisas que eu esqueci de fazer ao longo dessa
semana, com direito a [Hora da Errata](https://josivandroavelar.com.br/hora-da-errata-008/).

Agora é hora de pensar no que fazer ao longo da semana, afinal, vem aí um fim de
semana de três dias, feriado na segunda.

### Bora de all type?

Mas pelo menos eu sei o que fazer: mostrar uma all type que eu postei ontem.

Afinal de contas, é sobre memórias…

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### Arte digital do dia

Vive ótima fase as artes digitais, ainda mais que eu passei a organizar e catalogar
elas.

Como isso facilitou a minha vida…

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### Diário (e contador) da Feira

Alguns aspectos apresentaram avanços notáveis, embora discretos, nos trabalhos do
Mercado do Rangel. Continuam bem discretos, já que dá para dizer que tem gente, 
só não tem um avanço considerável. Mas que tem gente trabalhando, tem.

A contagem tradicional desta minicoluna teve seu ponto de partida no dia preciso
em que a antiga feira foi abaixo, marcando o início das obras da nova estrutura,
ou seja, em 7 de maio de 2024. E o relógio aponta…

 dias

que a Feira do Rangel está em reforma

### Clássicos de Josivandro Avelar

Chegou a hora de conferir mais um clássico de todas as eras que está presente no
acervo deste site.

A mensagem de hoje traduz muito bem esses últimos dias…

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### Tudo vai ficar bem

O que eu mais espero é que tudo fique bem, diante da rotina muitas vezes imprevisível.
Mas é assim mesmo que as coisas acontecem, muitas vezes em uma linha só, o que muito
comunica.

A minicoluna está de volta na próxima quarta-feira, mas vocês já sabem que podem
me encontrar diariamente aqui no site e nas redes sociais, além do podcast Luneta
Sonora com episódio inédito toda sexta-feira. E assim a gente vai que vai.

## Hora da Errata #008

- Link: https://josivandroavelar.com.br/hora-da-errata-008/
- Published: 2026-10-07T23:15:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

Tava demorando para ela aparecer, não é? Ela apareceu e cá está: a Hora da Errata,
porque semanas intensas cobram seu preço, e as últimas assim tem sido. E ainda consegui
controlar…

Até porque essas semanas foram assim mesmo, e eu fiz o que pude para seguir acertando
o que fosse. Mas que teve erro, teve. E o erro da vez foi na divulgação das redes
sociais do #TrendTalks da semana passada, que foi “[Uma semana muito, muito louca](https://josivandroavelar.com.br/trendtalks-uma-semana-muito-muito-louca/)“.

A arte foi ao ar de forma correta no site, como pode ser visto abaixo.

![](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/uploads/2026/09/site-graph-
1078.png?resize=1200%2C628&ssl=1)

Nas redes sociais, a arte foi ao ar com a imagem correta, mas com o título do post
da semana retrasada, “[Ciclos mudam, o mundo gira](https://josivandroavelar.com.br/trendtalks-ciclos-mudam-o-mundo-gira/)“.

![](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TrendTalks-
001.png?resize=1080%2C1350&ssl=1)

![](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TrendTalks-
002.png?resize=1080%2C1350&ssl=1)

![](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/uploads/2026/10/TrendTalks-
003.png?resize=1080%2C1350&ssl=1)

O erro foi ao ar nas mídias sociais. Como só foi descoberto uma semana depois, não
quis apagar, deixei como estava e acionei a Hora da Errata para justificar o erro,
mostrado acima. Os posts foram recriados, mas não foram postados, são apenas acervos.

Confira o carrossel informando a Hora da Errata de hoje.

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Agora sim, eu espero que a Hora da Errata demore bem muito agora… Mas se precisar,
ela cá estará.

## Artes digitais: alegre violeta

- Link: https://josivandroavelar.com.br/artes-digitais-alegre-violeta/
- Published: 2026-10-07T23:00:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

Momento de apresentar mais uma ilustração em mais uma semana voltada à arte digital,
trazendo conceitos tradicionais junto a cenários animados e marcantes, com o intuito
de infundir vivacidade cromática em dias que parecem sem cor. Um dia que traga uma
alegre violeta.

Tal como acontece com as minhas obras mais recentes e com aquelas que continuo a
desenvolver, esta criação artística digital foi concebida no Ibis Paint com o auxílio
de um tablet, tendo sido publicada a 7 de julho do corrente ano.

Uma alegre violeta, de cor forte, como cada dia que assim precisa ser.

![Ilustração colorida de uma flor com pétalas roxas e centro amarelo sobre fundo
verde e rosa com confetes](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/
uploads/2026/10/arte-0720-scaled.png?resize=1200%2C2133&ssl=1)

O vídeo do desenho de hoje está [no canal do YouTube](https://youtube.com/josivandroavelar)
e no [TikTok](https://tiktok.com/@josivandroavelar), além de estar no [Instagram](https://instagram.com/josivandroavelar),
em vídeo e imagem, que também está nas [demais redes sociais](https://josivandroavelar.com.br/links/).

Amanhã vou postar mais uma criação digital por aqui, e o horário você já conhece:
vai ao ar na segunda publicação do dia. Sendo assim, fique de olho agora que já 
está avisado.

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## Aprendizados que vem da rua

- Link: https://josivandroavelar.com.br/aprendizados-que-vem-da-rua/
- Published: 2026-10-07T22:40:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

### O que uma rua pode ensinar sobre comunicação, design ou comportamento?

##### Pergunta gerada pela inteligência artificial e respondida por mim

A rua é um dos melhores, senão o melhor lugar de aprendizado que existe no mundo.
E ela nos ensina de uma maneira profunda, em um sentido que nenhuma sala de aula
tradicional ou livro consegue reproduzir, especialmente no que diz respeito à comunicação
humana, ao design urbano espontâneo e aos padrões de comportamento social. Em que
outro lugar eu poderia aprender tanto sobre as coisas do que o lugar que me viu 
nascer e crescer? O lugar que eu mesmo vi evoluir? Porque para mim, não há lugar
como a rua.

Caminhando por ela, você descobre novos mundos escondidos bem dentro do seu próprio
lugar, descobre nuances sutis que a maioria das pessoas passa a vida inteira sem
reparar, como a dinâmica invisível da vizinhança, quem sai e quem entra das casas,
e a forma fascinante como a própria paisagem urbana se transforma com o tempo. É
impressionante observar como uma simples rua muda ao longo de uma década; afinal
de contas, não existe cenário estático que resista incólume a dez anos de história,
ainda mais em um ambiente tão vivo, plural e dinâmico como o da sua rua.

Ela definitivamente nunca é a mesma, renovando-se constantemente e surpreendendo
a todos a cada ano que passa, transformando-se em um organismo vivo em perpétua 
evolução. E desse fluxo contínuo e dinâmico, ela nos ensina bastante sobre a pluralidade
da existência. Ensina que é plenamente possível encontrar uma infinidade de linhas
de pensamento, de correntes de ideias e de múltiplos modos de se entender a vida
compartilhando exatamente o mesmo espaço físico, convivendo em harmonia e mostrando
que a diversidade é a sua maior riqueza e o verdadeiro motor do seu desenvolvimento.

Além disso, ela nos mostra de forma muito clara que nós temos o poder real de transformar
o nosso ambiente imediato, indo muito além dos nossos muros particulares e da segurança
ilusória dos portões fechados. Essa atitude nos convida a tornar os espaços públicos
muito mais humanos, identificáveis e acolhedores para todos, fazendo com que a influência
positiva da nossa rua transborde os seus próprios limites geográficos e alcance 
novas fronteiras. Essa influência está mais perto do que você pode imaginar. Aí 
mesmo, perto de você, na sua frente.

Eu sempre vou buscar o meu aprendizado bem perto de mim, na essência das minhas 
raízes e do meu cotidiano, valorizando cada detalhe da minha rotina, depois de passar
longos tempos acreditando de forma equivocada que o conhecimento verdadeiro só poderia
ser achado bem longe, em horizontes distantes e inalcançáveis, como se a sabedoria
exigisse sacrifícios geográficos imensos. O aprendizado que eu busco não precisa
de muito para simplesmente acontecer. Para mim, o aprendizado que eu preciso está
aqui.

Afinal, com o passar dos anos e o amadurecimento das experiências vividas ao longo
da jornada, percebi de forma definitiva que não existe lugar no mundo que se compare
ao seu próprio lar, aquele refúgio particular que funciona como o seu espaço sagrado
de segurança emocional e inspiração genuína. Onde o seu trabalho é único e ganha
uma característica e identidade únicas, que é uma coisa que eu sempre busco nos 
meus trabalhos e uma característica que eu sempre deixo expressa neles de alguam
forma.

A rua é sobre isso, o microcosmo, a amostra, o mundo que está ao nosso alcance de
mudar. É justamente nesse ambiente acolhedor, longe do barulho e das pressões externas,
onde as respostas para muitas das nossas maiores indagações e dilemas existenciais
já residem pacientemente, esperando apenas que estejamos com o olhar atento, a mente
tranquila e o coração aberto para finalmente enxergá-las e compreendê-las em sua
totalidade. A gente apenas precisa enxergar ao redor e entender o que acontece.

A rua é um lugar verdadeiramente especial, um espaço vivo e dinâmico que transcende
a simples ideia de transito ou passagem, e é o lugar onde você tem a liberdade plena
para ser o que quiser e quem você realmente deseja ser, sem julgamentos ou amarras
sociais que tentam nos padronizar. É um palco aberto para a expressão individual,
onde cada esquina revela uma nova história e cada transeunte traz consigo um universo
particular. E no meu caso particular, é exatamente aqui que o mundo realmente acontece,
longe das paredes frias de um escritório ou ateliê.

E é nesse pequeno perímetro que fica aqui em casa — estendendo-se para a calçada
e para o fluxo constante da vizinhança — onde eu desenvolvo a minha arte, onde eu
faço o meu trabalho com paixão inesgotável, alimentando-me das cores, dos sons e
dos cheiros que vêm de fora. É onde eu construo o meu próprio universo acontecer
todos os dias através de interações genuínas com as pessoas que passam, trocam um
olhar ou param para conversar, e onde o mundo simplesmente existe em sua forma mais
pura e verdadeira, pulsando com a energia caótica e bela da humanidade em seu estado
mais autêntico.

Afinal de contas, o que a gente faz aqui na rua — seja um pequeno jardim comunitário,
um gesto de gentileza cotidiana ou a ocupação artística e cultural do espaço público—
tem o imenso potencial transformador de irradiar para várias outras ruas vizinhas,
criando um efeito cascata contagiante que acaba por remodelar toda uma cidade ao
mesmo tempo, provando que a mudança urbana verdadeira e duradoura sempre começa 
de baixo para cima, a partir do envolvimento direto das pessoas que habitam e sentem
o território.

### 󠀁[#SetePerguntas](https://josivandroavelar.com.br/categoria/seteperguntas/)󠁿

O primeiro post do dia no Site Josivandro Avelar. Um tema por semana, com uma pergunta
por dia sobre assuntos relacionados a arte, cidade e comunicação. Pergunte o que
quiser, eu posso lhe responder.

## #TrendTalks: O mês que mais promete

- Link: https://josivandroavelar.com.br/trendtalks-o-mes-que-mais-promete/
- Published: 2026-10-06T23:55:00-03:00
- Author: Josivandro Avelar

Se a semana passada foi uma semana muito louca, outubro inteiro promete ser o mês
que mais promete. E tudo isso por causa delas, as eleições. No domingo milhões de
brasileiros foram as urnas e escolheram deputados, senadores, governadores, e a 
escolha para presidente ficou para o dia 25. Até lá, muita coisa há de acontecer,
principalmente porque todo o foco está na disputa, tendo em vista que 20 de 27 unidades
da federação escolheram seus governadores em primeiro turno.

Tendo esse cenário em vista, o #TrendTalks surge com o objetivo de condensar os 
debates mais expressivos do país e do mundo. Por meio de inteligência artificial,
monitoramento de mídias sociais, Google Trends e cruzamento de dados, identificamos
os assuntos mais em alta do período. O desfecho prático consiste na seleção criteriosa
das correntes de pensamento que ganham maior destaque no momento.

Interessado em saber quais foram os principais e mais decisivos acontecimentos recentes?
Fique por dentro de todas as novidades, tendências e fatos que agitaram o meio digital.
Confira já as manchetes de maior impacto e os tópicos centrais que dominaram o #
TrendTalks para não perder absolutamente nada!

#### Cinco tópicos para entender a semana

É hora de examinar cinco pontos fundamentais para ficar por dentro dos acontecimentos
mais importantes da semana passada, garantindo que nenhum dado crucial passe despercebido
em meio à nossa corrida rotina.

| **Rio** | Eduardo Paes pediu ao TSE que não homologue a desistência de Anthony Garotinho e que os votos do ex-governador sejam considerados no cálculo sobre a realização do segundo turno para o governo do Rio de Janeiro.  | [CNN Brasil](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/caio-junqueira/eleicoes/ao-tse-paes-pede-2o-turno-e-que-nao-aceite-desistencia-de-garotinho/) | 
| **Escala** | O governo pretende expor a posição de aliados de Flávio Bolsonaro sobre o fim da escala 6×1, enquanto a oposição prepara uma estratégia para explorar o tema durante a campanha eleitoral.  | [G1](https://g1.globo.com/politica/eleicoes/2026/noticia/2026/10/06/fim-da-escala-6x1-governo-quer-expor-posicionamento-de-aliados-de-flavio-e-oposicao-planeja-estrategia.ghtml) | 
| **Apoio** | União Brasil e Progressistas anunciaram apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.  | [Gazeta do Povo](https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/uniao-brasil-e-pp-anunciam-apoio-a-flavio-bolsonaro-no-segundo-turno/) | 
| **França** | Protestos aumentaram na França depois que um adolescente perdeu a mão durante confrontos, ampliando a tensão nas ruas e a pressão sobre as autoridades.  | [CNN Brasil](https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/protestos-na-franca-escalam-apos-adolescente-perder-a-mao-em-confrontos/) | 
| **Sobrevivência** | Uma mulher que sobreviveu a duas injeções letais nos Estados Unidos está consciente e falando, segundo sua defesa, que acompanha o caso.  | [G1](https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/06/mulher-que-sobreviveu-a-duas-injecoes-letais-nos-eua-esta-consciente-e-falando-diz-defesa.ghtml) |

#### A Batalha do Planalto

![gráfico flavio bolsonaro x lula](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-
content/uploads/2026/10/grafico-flavio-bolsonaro-x-lula.png?resize=1200%2C515&ssl
=1)

A disputa pela Presidência da República fica para o dia 25 de agosto, isso porque
nenhum candidato atingiu 50% mais um voto para fechar a disputa em primeiro turno
igual fizeram 20 governadores neste domingo. O duelo era o de se esperar, entre 
o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e o senador Flávio Bolsonaro, com
o detalhe que este ficou a frente do incumbente na primeira rodada.

| Colocação | Candidato | Partido | Número | Votos | Percentual | Situação | 
| 1º | Flavio Bolsonaro | PL | 22 | 56.104.503 | 47,03% | 2º turno | 
| 2º | Lula | PT | 13 | 53.879.538 | 45,16% | 2º turno | 
| 3º | Escritor Augusto Cury | AVANTE | 70 | 3.448.569 | 2,89% | Não eleito | 
| 4º | Renan Santos | MISSÃO | 14 | 2.675.887 | 2,24% | Não eleito | 
| 5º | Ronaldo Caiado | PSD | 55 | 2.605.148 | 2,18% | Não eleito | 
| 6º | Zema | NOVO | 30 | 326.488 | 0,27% | Não eleito | 
| 7º | Samara | UP | 80 | 122.911 | 0,10% | Não eleito | 
| 8º | Hertz Dias | PSTU | 16 | 43.103 | 0,04% | Não eleito | 
| 9º | Clariana Barao | DC | 27 | 40.043 | 0,03% | Não eleito | 
| 10º | Edmilson Costa | PCB | 21 | 22.693 | 0,02% | Não eleito | 
| 11º | Veterinário Wilson Grassi | DEMOCRATA | 35 | 16.881 | 0,01% | Não eleito | 
| 12º | Rui Costa Pimenta | PCO | 29 | 15.024 | 0,01% | Não eleito |

A diferença entre Flávio Bolsonaro e Lula é de aproximadamente 2 milhões de votos.
E os candidatos tem um universo de pelo menos 9 milhões de votos válidos, mais 5
milhões de votos brancos e nulos, mais 33 milhões de eleitores que não votaram (
abstenção de 21,08%) para vencer a eleição, o que torna o cenário interessante de
se acompanhar, afinal, campanha não deixa de ser jogo de xadrez.

E isso passa do estímulo ao comparecimento nas urnas até convencimento para os que
não votaram em nenhum dos dois primeiros colocados, levando em consideração que 
quem escolheu um dos dois no primeiro turno dificilmente muda de ideia no segundo
turno.

| Indicador | Operação | Resultado | 
| Diferença entre Flavio Bolsonaro e Lula | 56.104.503 − 53.879.538 | **2.224.965 votos** | 
| Soma do 3º ao 12º lugar | 3.448.569 + 2.675.887 + 2.605.148 + 326.488 + 122.911 + 43.103 + 40.043 + 22.693 + 16.881 + 15.024 | **9.316.747 votos** | 
| Diferença entre a soma dos demais e a vantagem do 1º colocado | 9.316.747 − 2.224.965 | **7.091.782 votos** |

De agora até o dia 25 de outubro, vale todo tipo de estratégia dos dois candidatos
em busca de quatro anos de governo.

#### A Revolução dos Foguetes

![gráfico semana mundial do espaço 2026](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.
br/wp-content/uploads/2026/10/grafico-semana-mundial-do-espaco-2026.png?resize=1200%
2C531&ssl=1)

A Semana Mundial do Espaço de 2026 ocorre entre os dias 4 e 10 de outubro, mobilizando
entusiastas, cientistas, estudantes e agências espaciais em todo o globo. Criado
pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1999, este é o maior evento anual sobre
o tema no planeta, tendo como principal objetivo celebrar a contribuição da ciência
e da tecnologia espacial para a melhoria da condição humana e para o avanço do conhecimento
científico. Durante esses sete dias, museus, escolas, planetários e centros de pesquisa
promovem palestras, exposições e atividades interativas que aproximam a sociedade
dos mistérios e das conquistas do cosmos.

A edição deste ano traz como tema central a instigante “Revolução dos Foguetes” (
_Rocket Revolution_), um marco histórico para a exploração e o estudo do cosmos.
O foco principal das discussões, painéis e atividades globais promovidas nesta edição
é demonstrar, de forma clara e abrangente, como o surgimento revolucionário de foguetes
reutilizáveis — capazes de retornar à Terra e pousar com precisão — tem transformado
a indústria espacial. Além disso, destaca-se a participação ativa e inovadora de
empresas privadas, conhecidas como _startups_, que trazem agilidade ao setor, bem
como o envolvimento essencial de equipes universitárias e o surgimento de novos 
programas espaciais nacionais. Juntas, essas forças estão reduzindo drasticamente
os custos operacionais por lançamento e democratizando, como nunca antes, o acesso
à órbita terrestre e às oportunidades econômicas e científicas no espaço.

#### A última dança de Lionel Messi

![gráfico argentina x benim](https://i0.wp.com/josivandroavelar.com.br/wp-content/
uploads/2026/10/grafico-argentina-x-benim.png?resize=1200%2C536&ssl=1)

Sim, amigos, Lionel Messi está se despedindo da seleção da Argentina. O jogo de 
hoje, contra a seleção do Benim, é o último da carreira do jogador vestindo a camisa
albiceleste. 85 mil ingressos foram vendidos em uma hora e meia para esse jogo que
ocorreu no Monumental de Núñez.

Messi disputou 207 partidas pela seleção argentina, marcando 126 gols e conquistando
vários títulos, o maior deles a Copa do Mundo de 2022, terceira do país.

Quanto ao jogo, terminou 3 a 0 para a Argentina, com o último gol marcado por Messi,
de pênalti. Otamendi e Nico Paz marcaram os outros dois gols.

#### E aí, você ganhou?

O concurso 3067 da Mega-Sena realizado hoje sorteou as seguintes dezenas:

01 – 04 – 17 – 33 – 41 – 52

85 apostas acertaram 5 dezenas e ganharam cada uma R$ 33.382,67. 7.264 apostas acertaram
4 dezenas e ganharam cada uma R$ 643,89.

Ninguém acertou as seis dezenas, e com isso, o prêmio acumulou para **R$ 100 milhões**
para o concurso da quinta-feira.

#### Cinco notícias aleatórias para terminar o dia

| **Segurança** | Um homem foi preso em São Paulo após roubar uma viatura da Polícia Civil e montar uma falsa blitz.  | [R7](https://www.r7.com/) | 
| **CR7** | Cristiano Ronaldo decide não voltar a seleção de Portugal enquanto Jorge Jesus estiver no comando. | [ESPN](https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/17345056/cristiano-ronaldo-decide-nao-voltar-a-selecao-com-jorge-jesus-divergencia-em-lista-de-orientacoes-motivou-abandono) | 
| **Vasco** | O Conselho do Vasco aprovou a venda da SAF ao grupo de investimento de André Lamacchia, em uma mudança importante na gestão do clube.  | [Globo.com](https://www.globo.com/) | 
| **Ucrânia** | A Ucrânia afirmou ter interceptado 172 drones russos durante uma nova onda de ataques, segundo informações divulgadas pela Força Aérea do país.  | [Sapo 24](https://24noticias.sapo.pt/) | 
| **Amazônia** | Dados citados em levantamento jornalístico indicam redução da perda diária de árvores na Amazônia durante o terceiro mandato de Lula em comparação com o período de 2019 a 2022.  | [Sapo 24](https://24noticias.sapo.pt/) |

#### Um mês desafiador

E assim começa outubro, um mês que é desafiador em pequenos níveis quando estamos
em ano de eleição municipal, e de altíssimos níveis quando estamos em ano de eleição
presidencial, principalmente quando é segundo turno como agora em 2026, em meio 
a uma eleição polarizada como tem sido as últimas. É o assunto que vai ditar o tom
das conversas.

Na próxima terça-feira, o #TrendTalks está de volta para examinar os assuntos de
maior destaque no cenário nacional e internacional. Com respaldo em dados de pesquisas
recentes, trago uma perspectiva analítica e minuciosa sobre tópicos complexos de
relevância coletiva, ultrapassando a superfície para revelar as raízes dessas correntes
e suas repercussões no dia a dia.

Além de marcar presença no #TrendTalks, sigo ativo diariamente por aqui e nas outras
plataformas, buscando sempre me aprimorar e inovar para entregar materiais cada 
vez mais atraentes. Vamos com tudo!
